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Everton Luís
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110 críticas
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0,5
Enviada em 25 de agosto de 2025
Tinha tudo para ser um filme perfeito sobre o tema 'empatia'. Mas cagaram no final pintando ela como louca! A filha já estava morta e ela estava enfrentando um luto profundo e silencioso. Outra coisa que me incomodou bastante é o fato de ela só ganhar confiança com mulheres, como se nenhum homem fosse de valor ou pudesse entender o que ela estava passando.
Você nunca vai encontrar um filme bom no meu perfil
2 seguidores
69 críticas
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0,5
Enviada em 11 de agosto de 2025
Beleza, mano, lá vem a versão “textão do Twitter” destruidora com palavras afiadas — segura essa:
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ATENÇÃO: Até a Última Gota é um festival de tragédia forçada
Se você quer um filme que te trate como gente, corre. Até a Última Gota, de Tyler Perry, é tipo aquele post dramático que todo mundo compartilha mas ninguém leu — parece urgente, mas é só barulho barato. Aí vai o breakdown:
O que é isso?
Drama empilhado até o teto, no melhor estilo “empilhar tragédia: 1, 2, 3, 4”: despejo, desemprego, criança com doença, acusações injustas... tudo em 90 minutos. Parece roteiro de rede social viral, não de filme pensado.
Sem respiro, sem nuances — a direção atropela cenas como quem fala sem respirar, sem deixar a gente digerir. Só grito, só sofrimento.
A reviravolta bombástica no final — surpresa: a filha já morreu e Janiyah estava vivendo alucinada — é tão previsível que evitou susto, só deixou amargo.
A atuação (quase) salva, mas…
Taraji P. Henson tá lá, dando tudo de si, construindo humanidade em meio ao caos do roteiro. Mas amiga, nem a atuação poderosa compensa essa narrativa obcecada por drama, drama e mais drama.
O que parece tinta de qualidade é só maquiagem emocional
O filme quer ser denúncia social, mas acaba parecendo performance dramática sobre sofrimento mecânico: sem sutileza, sem respiro, sem profundidade.
Personagens secundários? Estereótipos ambulantes. A “detetive empática”? Parece mais personagem de perfil do Instagram do que agente real.
A reação da galera:
Tem quem ache que o final “desconstrói tudo de maneira devastadora” e que o filme expõe falhas sociais graves. Mas dá pra sentir que muita gente tá ali porque queria gritar, não pensar. E tem quem destrua o filme:
> “Esse filme com certeza entraria na lista dos piores que assisti na vida… a atriz consegue ser uma gota no oceano de ruindade que a cerca.”
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Resumo da queda: Até a Última Gota é tragédia embalada em roteiro preguiçoso, direção apressada e sensacionalismo barato. Só a atuação salva — e só um pouco. Se você quer ver algo que surpreenda de verdade, passa longe desse draminha saturado.
Filme sensível e tocante sobre a dor, a invisibilidade e os traumas que levam uma mulher humilde a um surto que coloca muita gente em risco. Não perca!
Eu não sei como alguém tem coragem de dar menos de 5 estrelas pra esse filme. Talvez seja o desconforto que o filme traz esfregando na nossa cara a realidade nua e crua que o sistema impõe sobre uma parcela da população mundial.
Eu vi muita gente falar que não gostou do final, são burros. spoiler: (sobre a menina ter morrido) Eu acho que essa é a melhor parte do filme, não pq justifica tudo que aconteceu, mas pq reforça a proposta do filme: mesmo coisas ruins acontecendo, as pessoas do lado de fora não ligam e podem tornar tudo pior. E é engraçado pq o "surto" dela explica ospoiler: pq ela ter levado a arma consigo pro banco e também pq ela não conseguia se comunicar direito ( o que eu tinha achado um furo de roteiro, tipo quando ela entra no banco e não consegue se explicar para os reféns falando que aquilo não seria um assalto).
De forma geral, a atuação da personagem principal consegue transmitir um desespero genuíno, mas mais belamente uma confusão mental digna de quem acabou de passar por um trauma. Entendam: a proposta do filme não é só falar sobre a luta diária de uma classe trabalhadora, mas é justamente o que uma das reféns fala: os ricos não sabem o quão caro é ser pobre. A personagem principal, mesmo com todas as dificuldades, amava a sua filha e era tudo o que ela tinha, era todo o ouro e riqueza que ela possuía, e foi tirado dela. Ela cuidava com carinho e atenção, mas sua saúde era bem frágil.
Pra mim o filme não é perfeito, tem vários furos de roteiros e personagens mal posicionados na história, mas acredito que ele cumpre sua proposta de falar sobre temas pertinentes do dia a dia. Acreditem, existe alguém que luta dia após dia apenas para sobreviver, para ter o que comer em casa.
O tipo de filme que se assiste e se arrepende de ter perdido seu tempo! Forçam muito no drama sem oferecer qualquer conteúdo. . . Mais um onde a polícia é vilã e o bandido é o mocinho
Entendo que do ponto de vista técnico, é um filme meio trôpego:, acelerado com atuações intensas e até mesmo certas cenas surreais... Mas é assim que o cérebro da personagem está interpretando o mundo: rápido, estranho, dramático e insuportável. A obra é verdadeira no impacto, não fala pela a lógica, fala pelo trauma.
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