O filme retrata bem a situação de muitas pessoas em especial a de uma mãe solteira. Onde a filha sofre com convulsões, a mãe passa por abusos no trabalho, dificuldades financeiras, racismo e é despejada. O final foi sensacional deixando ambos os públicos satisfeitos com ele.
"Até a Última Gota" é aquele tipo de filme que mexe com você do começo ao fim. Assisti na Netflix e saí totalmente impactado! A história gira em torno da Janiyah, uma mãe solo que vê a vida desabar em um único dia: ela perde o emprego, é despejada, o carro dela é apreendido e ainda tiram a filha dela. No auge do desespero, ela acaba invadindo um banco pra tentar consertar tudo.
A atuação da Taraji P. Henson, como sempre, está maravilhosa! Dá pra sentir na pele o desespero dela, o medo, a dor. É impossível não se emocionar. spoiler: (SPOILER) E sem falar da reviravolta: a filha dela estava morta o tempo todo. Tudo o que ela fazia era fruto do trauma, da tristeza e da negação, do luto que estava sofrendo. Esse plot me destruiu e me fez chorar de verdade!
O filme não é só um drama, ele faz a gente pensar sobre desigualdade social, racismo, saúde mental, mostrando como as pessoas mais vulneráveis são deixadas de lado, sem apoio e sem saída.
Engraçado que as pessoas falam sobre exageros e militância têm o mesmo perfil. O filme traz assuntos dos quais muitas pessoas fingem não existir.
"Até a Última Gota" é um filme forte, emocionante e necessário. Eu super indico pra quem gosta de histórias que fazem a gente sentir e refletir de verdade
É impossível assistir esse filme e não sentir um empatia dilacerante pela protagonista. E o que dói mais é saber que ela é só mais uma no meio de tantas pessoas sofrendo por negligência (do estado, da família, do sistema de todos nós). O filme é perfeito: a cores são ótimas, o movimento da câmera te envolve e cada coisa pequena carrega um simbolismo gigante. Esse filme merece ser visto e revisto pelo maior número de pessoas possíveis. Uma verdadeira obra prima digna de Oscar. Talvez o final triste seja o motivo de alguns considerarem o filme não tão bom. Mas eu amo filmes que se aproximam e que chacoalham a nossa cabeça para uma realidade além da nossa. Porque finais felizes existem em contos, com personagens fictícios e idealizados… nos seres humanos imperfeitos temos que lidar com o que somos e com o que criamos e acho que esse filme retrata não só a fragilidade e vulnerabilidade de pessoas que as vezes podem estar ao nosso lado e não a enxergamos, como também nos confronta com um final que não corresponde 100% às nossas expectativas.
Achei meio apelativo , como dito por alguém, " dia de 48h " , como no momento tudo é racismo , o tema central não se trata de desigualdade racial , mas sim , essência humana , falta de empatia , lembrando , que o gerente , diretora , caixa do banco , dona do cortico ,consumidores da fila do mercado todos negros , que ajudaram o dia dela ser um inferno , portanto racismo não cola , uma mãe solo , lutando para sobreviver com uma filha doente ,provavelmente a personagem protagonista veio de um lar desfuncional , nem para simular ; tipo 2 meses depois , aquele vai e vem no tempo não aconteceu , detestei .
Um filme bobo que a princípio parece envolvente, porém exagera na sequência de tragédias. Nada dá certo para a protagonistaspoiler: , chega a ser muito cansativo. Do meio para o final fui acelerando no controle remoto, já que não gosto de deixar nada pela metade. Não vale a pena assistir!
Sendo sincero apesar do elenco não ser dos melhores o diretor fez um milagre com o pouco da verba que tinha. Pelo que foi gasto e o que foi entregue merece sim nota 5. Não pode ser comparado a um Titanic ou avatar, assim como não se pode comparar um carro popular com um de luxo.
A trama é envolvente, mas a atuação dos personagens secundários é muito ruim. Tinha tudo para ser um excelente filme, mas parece que investiram todo o dinheiro na atris principal e esqueceram os outros kkkkkkkk. Pior filme que vi no ano.
Filme que retrata a realidade de muitas mães solteiras sem uma rede de apoio, sem ninguém com quem contar. Só um ponto que o final poderia ter uma continuação futurista de que tudo ficou bem pra mãe.
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