Multidões continuam lotando as salas de cinema para conferir o mais recente trabalho de Christopher Nolan, A Odisseia. As sessões em IMAX são as preferidas do público, e agora o épico alcançou um recorde histórico impulsionado pelo formato premium.
Ao ouvir o nome de Christopher Nolan, a maioria dos frequentadores de cinema logo presta atenção. Afinal, o cineasta de 56 anos assina alguns dos maiores sucessos de bilheteria dos últimos anos, incluindo obras-primas como A Origem, Oppenheimer e Interestelar.
Por isso, o grande entusiasmo dos fãs para o lançamento de seu trabalho mais recente, A Odisseia, não foi surpresa. Além de contar com Nolan na direção e um elenco repleto de estrelas como Matt Damon, Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Robert Pattinson, o épico de visual impactante traz um grande diferencial: A Odisseia é o primeiro filme da história gravado inteiramente com câmeras IMAX.
Como esperado, o interesse pelas exibições no formato premium foi gigante. Semanas antes da estreia oficial, ocorrida em 16 de julho de 2026, diversas sessões em IMAX já estavam com ingressos esgotados. Todo esse sucesso refletiu diretamente nas bilheterias, garantindo um marco histórico para a produção.
A Odisseia quebra recorde do IMAX
Segundo informações do veículo especializado The Wrap, A Odisseia tornou-se o filme de maior arrecadação na história do IMAX. Dos cerca de 1,1 bilhão de dólares arrecadados globalmente pelo épico até o momento, aproximadamente 289 milhões de dólares vêm de exibições no formato premium.
Com esse resultado, A Odisseia superou o antigo líder Avatar, de James Cameron. O sucesso de ficção científica mantinha o recorde no formato com cerca de 256 milhões de dólares arrecadados.
Christopher Nolan filmou A Odisseia em uma ilha italiana para seguir a visão de Homero para o protagonista da históriaO épico deve ampliar ainda mais o seu triunfo nas próximas semanas, já que diversas sessões em IMAX pelo mundo estão esgotadas até setembro. Além disso, o longa ainda não estreou em mercados importantes como China e Japão, onde a expectativa é de atrair um grande público às salas de cinema.