Título original: (O Quatrilho)
Lançamento: 1994 (Brasil)
Direção: Fábio Barreto
Atores: Patrícia Pillar, Glória Pires, Alexandre Paternost, Bruno Campos.
Duração: 120 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Rio Grande do Sul, 1910. Em uma comunidade rural composta por imigrantes italianos, dois casais muito amigos se unem para poder sobreviver e decidem morar na mesma casa. Mas o tempo faz com que a esposa (Patricia Pillar) de um (Alexandre Paternost) se interesse pelo marido (Bruno Campos) da outra (Glória Pires), sendo correspondida. Após algum tempo, os dois amantes decidem fugir e recomeçar outra vida, deixando para trás seus parceiros, que viverão uma experiência dramática e constrangedora, mas nem por isto desprovida de romance.
Ainda não foi desta vez que o Brasil ganhou seu primeiro Oscar. A esperança estava depositada em...
A escolha de Lula, o Filho do Brasil para abrir o 42º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro fo...
A nova animação da Disney lançou cartaz versão brasileira. Você já co...
Rafael Vespasiano em 17/02/2010Nota: 4
O Quatrilho: Esse filme junto com "Carlota Joaquina", consolidaram a Retomada do Cinema Brasileiro. Com destaque para "O Quatrilho", que devido a suas grandes qualidades e produção cuidadosa, foi indicado, merecidamente, ao Oscar de melhor filme estrangeiro de 1996. Mostra a imigração italiana no Brasil, no início do século XX, no sul do país. Dois casais amigos vivem na mesma casa formando "o quatrilho" do título do filme. Trilha sonora, direção de arte e figurino são impecáveis. Reconstituição de época primorosa. Atuações muito boas de Patrícia Pillar e Glória Pires. Participações especiais de Gianfracesco Guarnieri e José Lewgoy. Direção primorosa de Fábio Barreto. "O Quatrilho" é um romance comovente e arrebatador, mostrando o amor, a paixão e a infidelidade, de forma sensível e comovente! nota: 8,0.
Danilo Souza em 06/01/2001Nota: 2
Achei o filme extramamente monótono. Dormir durante meia hora e quando acordei ainda estava a mesma chatisse. Só atribuir essa nota, devido o tema que o filme retrata.
Felipe Leal em 03/01/2001Nota: 5
Realmente, um marco do cinema nacional, mostrando-nos que os diretores e produtores nacionais fazem filmes tão bem quanto os norte-americanos.
Alexandre Steffen em 04/01/2001Nota: 4.5
Mesmo que o texto seja um pouco cansativo, teve a felicidade de representar as condições da época. Um grande filme que soube valorizar a cultura italiana no Rio Grande do Sul. Méritos e felicitações aos produtores, atores e demais participantes do trabalho.
Bruno em 02/01/2001Nota: 5
A EXPRESSÃO DE GLÓRIA PIRES SEMPRE É NOTA 10. SÓ VI POR CAUSA DA GLÓRIA PIRES. SÓ GLÓRIA PIRES BRILHOU NESSE FILME. GLÓRIA PIRES TEM UMA EXPRESSÃO EXCELENTE. GLÓRIA PIRES MERECE OSCAR DE MELHOR ATRIZ.
João Guilherme Kramer Iorra em 07/01/2001Nota: 4
É realmente um bom filme, mas há certa confusão durante o filme. Essa bela obra deveria ser mais apegada ao livro. Muitos fatos ficam perdidos na história, são muito diferentes do texto em que se baseia o filme. Mas no fundo é um bom filme.
Aristides Linhares em 08/01/2001Nota: 5
No geral trata-se de mais uma das grandes obras do cinema nacional. É um daquêles que vemos e não esquecemos mais. Mesmo depois de algum tempo, parabéns a todos que participaram.
Michel V. Cunha em 05/01/2001Nota: 5
A fotografia é belíssima, o roteiro é muito bem estruturado. Gostei das interpretações de Patrícia Pillar e principalmente de Glória Pires. Não houve apelo para cenas de sexo, como é a características de outros filmes nacionais de pouca expressão.
Um clássico dos filmes de açâo!!!Ao contrário do que muita gente pensa,esse primeiro Ram...
por Leandro Tavares Vasconcelos, 12/02/2012 às 22:54
Bom filme.Não virou um clássico como Rambo ou Rocky,mas foi muito bem produzido,com bons e...
por Fê Sanches, 12/02/2012 às 22:41
Bom filme.Clássico filme de comédia romântica em que tudo acaba bem,Aniston sempre igual ...
por Fê Sanches, 12/02/2012 às 22:36
o filme não chega a ser ruim mas ficou muito abaixo dos dois primeiros.Os efeitos são muit...
por guicarraro, 12/02/2012 às 22:32