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Quanto Vale ou é por Quilo?

titulo original: (Quanto Vale ou é por Quilo?)

lançamento: 2005 (Brasil)

direção: Sérgio Bianchi

atores: Ana Carbatti , Cláudia Mello , Myriam Pires , Leona Cavalli , Umberto Magnani

duração: 104 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Quanto Vale ou é por Quilo?
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 44 min
  • ano de lançamento:2005
  • site oficial:http://www.quantovaleoueporquilo.com.br
  • estúdio:Agravo Produções Cinematográficas S/C Ltda.
  • distribuidora:Riofilme
  • direção: Sérgio Bianchi
  • roteiro:Sérgio Bianchi, Eduardo Benaim e Newton Canitto, baseado no conto "Pai Contra Mãe", de Machado de Assis
  • produção:Patrick Leblanc e Luís Alberto Pereira
  • música:
  • fotografia:Marcelo Copanni
  • direção de arte:Renata Tessari
  • figurino:Carol Lee, David Parizotti e Marisa Guimarães
  • edição:Paulo Sacramento
  • efeitos especiais:

imagens - 10

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sinopse:

Uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que forma uma solidariedade de fachada. No século XVII um capitão-do-mato captura um escrava fugitiva, que está grávida. Após entregá-la ao seu dono e receber sua recompensa, a escrava aborta o filho que espera. Nos dias atuais uma ONG implanta o projeto Informática na Periferia em uma comunidade carente. Arminda, que trabalha no projeto, descobre que os computadores comprados foram superfaturados e, por causa disto, precisa agora ser eliminada. Candinho, um jovem desempregado cuja esposa está grávida, torna-se matador de aluguel para conseguir dinheiro para sobreviver.

elenco:

comentários

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Edmundo Santiago
02/01/2005
nota:Rate08
"E as ONGs boas?" Essa tem sido a a principal critica ao filme. Tão desnecessaria quanto falar de tais ONGs. O filme nos faz voltar a atenção para esse assunto tão pouco discutido: da mercantilização do social. Sobre as "boas" (se realmente é possivel existir, uma vez q o fato de ter-las - e serem tão incentivadas - já é por si só mal) já se fala demais! Acho que poderia ter falado um pouco mais sobre os males do trabalho voluntario ... essa é a unica critica q tenho.
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Nadimea
03/01/2005
nota:Rate08
O filme é fortíssimo, às vezes nem dá para acreditar o que estamos vendo!!! É uma crítica àcida incomparável com qualquer obra cinematográfica no país. Fiquei me perguntando se ainda há esperança de um mundo melhor!No entanto, não gostei como os pobres são tratados no filme, mesmo que seja para tornar a situação surreal, achei um tanto preconceituoso. Mas vale a pena. Melhor que Cronicamente Inviável.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
04/01/2005
nota:Rate07
O diretor paranaense Sergio Luis Bianchi volta a empunhar artilharia pesada contra as instituições brasileiras que ao invés de diminuirem o hiato entre as camadas mais favorecidas e as menos favorecidas economicamente, acabam por amplificar a miséria. ONGs, políticos corruptos, pilantras de toda espécie, enfim, ninguém escapa dos tiros da metralhadora giratória sob o comando de Bianchi. De acordo com os dados da arrecadação das aproximadas 20.000 organizações não governamentais, num prazo de dois anos todos os moradores de rua poderiam receber um apartamento. A crítica corrosiva do diretor atinge as ONGs, que são caracterizadas como uma sub-espécie de serviço público, repletas de mamatas, ou seja, os mesmos vícios que o estado brasileiro carrega no seu ventre desde o início da colonização. A analogia entre a sociedade escravocrata do século XVIII e os tempos atuais é o recurso que Bianchi utiliza para evidenciar que nada mudou em termos sociais na história brasileira. A polarização entre os exploradores e explorados não se modificou no transcurso dos últimos cinco séculos. O filme é uma mistura de documentário com ficção, que faz uso de um humor negro, que, por sinal, não poupa o politicamente correto relacionado aos pobres e negros (a cena em que as crianças são escolhidas para um comercial de uma ONG, cujo percentual de 75% de meninos negros é exigida pelo diretor dessa organização). Não pensem que é uma visão leninista-trotskista. Até mesmo o pessoal da esquerda leva chumbo, fato que corrobora com o que vem acontecendo no seio de nosso poder legislativo, em Brasília. O trabalho de atores é o que menos importa. Portanto, os atores Herson Capri, Caco Ciocler, Myriam Pires, Lázaro Ramos, Joana Fomm e toda a molecada que aparece são meros coadjuvantes diante do roteiro que dinamita a hipocrisia institucionalizada em nosso país. E tudo com muito humor.
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Aidaa
05/01/2005
nota:Rate010
Convite para o filme do Bianchi " Quanto vale ou é por quilo?" Qual tarifa queremos pagar, para estarmos vivos e com projetos? Provocando a todos, e aos mais diretamente interessados - os brasileiros, Bianchi reuni esforços e "escreve com luz " ( foto-grafia) com dor e o "in-suportável" (aquilo que falta suporte), perguntas sobre a ultima industria do capitalismo - a da miséria, onde cultuamos os vícios dantescos da violência. Deixar de ver o filme e esse convite para vermos a realidade, já nos aponta para uma posição tomada, é uma forma canhestra de continuar a afirmar o que vai contra nossa integridade . É insistir na cantiga infindável onde fica boiando a interrogação de:- porque continuamos a afirmar a estrutura da escravidão, e as suas estúpidas opções de laços sociais? e ainda mais porque inserimos aperfeiçoamentos macabros que vem da exacerbação do individualismo, que faz crer que somos senhores de tudo e de nos mesmo tomando porções mágicas ( salvem Asterix, o gaulês!) prescindindo dos laços com o outro. Temos uma divida, com esse insano diretor que insiste no seu direito de artista, de atar uma luz em nosso olhos, para deduzirmos os fatos,quem quer permanecer sem ver, pode marcar uma consulta num oftalmologista, mas ainda vai ficar com a fraude e os despojos que nutrem essa exploração moderna feita para garantir a pilhagem e a lei da exploração. Talvez um colírio possa dar um descanso aos nossos olhos que tanto choram ou que mesmo já deixaram de chorar, brincado de que estamos salvos do estupor e do lamentável dia de amanhã, que esconde a possibilidade estatística de fazermos parte da imensa maioria de ultrajados. Mas, por outro lado, pensarmos sobre as leis que "desavisada- mente" confirmamos, como propõe Bianchi, possa conectar aqueles que querem agir e que sozinhos são indefesos. Recrutar esforços, elaborar novos laços , onde a diferença interrompe a confirmação ingênua do monologo de falar consigo mesmo, e assim gesta formas menos cansadas de vida, inclusive a econômica. Provocativo? Transgressivo? Sim, artista brasileiro que curvado à miséria mantém a opção artística de dizer que deslumbrados por promessas vãs do capitalismo, submergimos às leis da ética do inconsciente, transcritas por Freud - a transgressão, em nome do imperdível da aventura humana. Qual o código humano mais revolucionário a ser decifrado? Certamente, deixou de ser o genoma, como foi no auge da fantasia de controle, que parecia iminente. Quais são os códigos para expropriar os efeitos da ilusão e conhecer o valor da transgressão e o quanto nos traímos em nome dela. Transgredir, sim! Como Bianchi e sua turma, para buscar autoria, por isso o primo irmão do artista, o psicanalista, insiste: você é senhor do que? Da fantasia de domínio? Só os artistas autênticos conseguem o domínio e ainda que evanescente, os demais mortais conseguem uma autoria, daí no discursos burguês existir essa baboseira de todos sermos artistas, descorados, rompendo com o compromisso de honrarmos as diferenças Por isso confirmo que ao atender a esse convite de ver o filme, para pensar nessa errância, que nos submetemos ( in) voluntariamente, ao elegermos salvadores e nos desrresponsabilizarmos de nosso atos e suas conseqüências, nos convoca à dignidade e digno é uma palavra que nos remete à escolha, pelo menos dentro dos dicionários!
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Rodolfo
06/01/2005
nota:Rate08
Um filme que mostra muito bem a realidade em que vivemos no brasil e no mundo pois a corrupção esta ficando cada vez mais absurda aonde iremos parar desse jeito.
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Luigi Barrichello
07/01/2005
nota:Rate08
Um belo filme, de primeira. Um tapa na cara da elitezinha idiota, perdida, deslavada e "boazinha", que faz "favores" à população necessitada e chama de "emprego". Fora a questão histórica que o filme aborda, que faz toda diferença. Vale a pena!
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Pablo César Teixeira
08/01/2005
nota:Rate08
Nos conduz ao passando fazendo ver o presente cruel. Quanto vale ou é por quilo retratou cenas fantásticas, numa perspectiva ilárica e ao mesmo tempo séria conduz aos que o assistem a uma viajem para o presente cruel, duro de se ver e de se enfrentar, mas que não se pode negar vivenciado no nosso dia a dia, o filme desmascara a sociedade que o tempo todo se enfeita, uma alerta/chamada para todos que realizam ou apoiam obras sociais com destaque para si, procurando atender uma camada popular, numa visão elitista, individualista, vaidosa e não coletiva com a realidade das classes baixas. A possibilidade deixada de fazer escolhas tornou o filme brilhante!
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Rogério Luiz
09/01/2005
nota:Rate010
É um filme que todas as pessoas devem assistir, é um misto de história e estória, ficção com documentário, faz-nos refletir muito depois de assistir e enxergar melhor o está por trás de tantas ong's hoje existentes no nosso país.
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Romer Fraga
10/01/2005
nota:Rate09
É um filme forte que nos faz refletir sobre a conciencia humana e a evolução da miséria através da história. Sinto-me indignado e impotente frente ao marketing capitalista que sobrevive a partir da miséria e da dor.
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Amauri
11/01/2005
nota:Rate09
A mais pura realidade oculta dos programas de assistência sociais "filantrópicos" brasileiro.Não só no brasil mas também a nível mundial.Quanta coisa a gente não percebe, mas que acontece por trás das faixas propagandísticas das inúmeras ONG's que surgem atualmente.Senti um pouco de nojo e decepção ante as cenas que vinham se desenvolvendo na minha frente.Isso tudo é no mínimo deplorável.É uma verdadeira vergonha social querer lucrar com a imagem do pobre marginalizado`.É por essas e outras que esse país não vai pra frente!
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Thyago Marcel
12/01/2005
nota:Rate09
Sergio Luis Bianchi dá ao telespectador a oportunidade de se ver o outro lado - não exposto pela grande mídia. Uma realidade que muitas vezes passa desapercebida pelos olhos humanos, mas não pelas lentes do cinema. Parabéns, excelente filme.
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Raphael
13/01/2005
nota:Rate010
Trata-se de um filme excelente. A mistura das temporalidades e a ausência de uma linearidade fixa representa bem a situação do Brasil: a ausência da memória, a corrupção moral (além da política), o crime indo muito além do assalto armado ou do cargo político, atingindo os valores dos indivídos nesta sociedade fruto de escravidão, estupros, e desigualdades sociais gritantes. Parabéns ao Sérgio Bianchi por outro filme bruto!
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Janaínaa
14/01/2005
nota:Rate010
Não mais estamos no período em que o Brasil utilizava-se da mão de obra escrava de negros,porém ainda os negros são reprimidos,ainda são (juntamente com os brancos pobres) explorados...somos escravos sim,mas não de um senhor e sim do capitalismo,do tempo,do sistema...enfim,isso é uma questão social muito gritante! Sergio transferiu isso para as telas do cinema,provando mais uma vez que o Brasil tem alguma poucas,mas excelentes produções!!!este filme não é uma analise superficial da sociedade em que vivemos,e sim uma grande reflexão que vale ser lembrada e que eu,certamente,assistirei muitas vezes!
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Lisete de Sílvioa
15/01/2005
nota:Rate010
O filme é saudavelmente angustiante por defrontar-nos com a realidade do país, sem qualquer tipo de condescendência ou melodrama. Inteligente por não ser maniqueísta, o que se nota pelo jogo dosmesmos atores em vários papéis e escancarando a flacidez com que o ser humano se rende ao poder e ao dinheiro. Mais que um drama, parece um "documentário" da história do Brasil.
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Rafael Coruja
16/01/2005
nota:Rate010
O filme é ótimo, pois apresenta um paralelo entre o período da escravidão e os dias atuais, mostrando que só se muda os métodos, a exploração continua a mesma. Assim observamos que para o modo de produção capitalista movido pelo capital pouco importa as classes que por ele foram marginalizadas, o importante é como essas podem gerar o tão sonhado lucro.
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Fernandaa
17/01/2005
nota:Rate010
Achei o filme fantástico! Tem uma pitada de humor, de irônia, de tristeza, de tudo em torno da crítica social que Sérgio Bianchi faz em relação ao Terceiro Setor no Brasil. Creio que é o tipo de filme que todo cidadão brasileiro deveria assistir e fazer uma longa reflexão a partir do que é relatado ali. Fantástico!
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Márcia Matos Rodriguesa
18/01/2005
nota:Rate09
Este filme retrata a realidade do povo brasileiro que sempre luta para conseguir algo melhor só que nunca alcança isso porque a classe trabalhadora é sempre inferior e que é por situações iguais ás existentes no filme que hoje há tanta desigualdade social.Os mais favorecidos quando ajudam aos pobres na verdade usam de uma falsa solidariedade. É incrível a comparação na sociedade do século XVII com a atualidade e observar que continua a mesma.A situação brasileira foi muito bem apresentada nesse filme.
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Jackson Raymundo
19/01/2005
nota:Rate010
O filme é absolutamente ousado e original em muitos aspectos. Ao desmascarar coisas tidas como consensuais hoje em dia, como o papel do chamado "Terceiro Setor", ele faz do filme denúncia social, mas não de forma panfletária, e sim sutil e fugindo do maniqueísmo "bemXmal". É um filme imperdível, que angustia e incapaz de deixar qualquer pessoa indiferente.
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Gerusa Maiaa
20/01/2005
nota:Rate08
Infelizmente, o filme não teve uma boa divugação. Ele mostra uma realidade que ainda vivemos e não abrimos os olhos para essa questão. Será que a escravidão acabou mesmo??? Temos de olhar o mundo com os olhos mais críticos. Vale a pena ver esse filme, eu recomendo.
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Marcelo Luiz Zepelini
21/01/2005
nota:Rate07
O filme dispara tiro para todos os lados: pobres, ricos, classe média, Governos, Entidades "Assistenciais". A corrupção e interesses pessoais correm soltas no filme, é duro ter de admitir que é uma verdade cruel. O filme é um recorte da realidade, o que quer dizer que não é assim em todos os casos, mas nos abordados percebemos a metáfora da vida brasileira. As histórias de escravos que se entremeiam na história atual dão uma perspectiva interessante há história. A narrativa baseada nos documentos do Arquivo Público do Rio de Janeiro são bastante atuais. Vale há pena a história para percebermos como podemos, enquanto seres humanos, ser mesquinhos e cruéis com nosso próximo. Enquanto isso a vida segue.
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Douglas Martins
22/01/2005
nota:Rate08
Gostei e muito. Porque o filme é crítico até a raiz, mesmo que parcial, já que há muitas Ongs boas. O problema são os institutos ligados a empresas, multinacionais, que agregam valor aos seus produtos e marcas através de ações sociais.
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Ana Karina de Carvalho Oliveiraa
23/01/2005
nota:Rate010
Extraordinario!O filme incomoda, te tira da poltrona, te doi em algum lugar...Parece que fica nos perguntando o tempo todo o que, daquilo tudo, nos ja fizemos, falamos, pensamos. Alem de tudo, eh tecnicamente muito bem realizado.
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Samanthaa
24/01/2005
nota:Rate05
Não sou critica de cinema nem tão pouco acho que tenho bagagem para criticar, mas gostaria de deixar minha opinião pois nesse filme acredito que faltou uma ponte maior entre hoje e ontem, em alguns momentos fiquei confusa com os personagens que entraram em cena é preciso muita atenção para uma compreender a mensagem que são varias, o filme foi muito bem planejado a analogia muito bem feita mas faltou um pouco de coesão entre as histórias e o final ficoou vago é um tema profundo e que deve ser abordado com mais profundidade e mais simplificado para facilitar o entendimento a todos. A idéia muito boa!
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Mariana Régiaa
25/01/2005
nota:Rate010
O filme retrata muito bem a realidade concreta das coisas. Desmascara todo o jogo capitalista que, para manter-se, se utiliza da miséria dos outros. O filme nos mostra uma dura realidade que por vezes passa despercebido entre nós.
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Antônio Andrade Mota
26/01/2005
nota:Rate010
Quanto vale ou é por quilo é uma aula de verdades. Comparação como esta jamais foi apresentada no Brasil. Ele traduz um país real, cruel e injusto, mas com possibilidades de ser menos injusto e mais humano.

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