Não recomendado para menos de 16 anos
Pierre descobre que sua família não é biológica quando a polícia prende sua mãe. Confuso, ele vai atrás de seus parentes verdadeiros, que o conhecem como Felipe, e a nova realidade faz com que o rapaz encontre finalmente sua real identidade.
3,5
Bom
Mãe Só Há Uma
Um passinho atrás
por Renato Hermsdorff
Há uma grita no cinema nacional que, não é de hoje, clama pelo filme médio, ou seja, aquele tipo de produção que não trata o público como acéfalo (caso de muitas comédias televisivas), nem tampouco sobrecarrega o cérebro do pobre coitado depois de um dia de trabalho com uma história tão hermética que nem Foucault daria conta de interpretar (a turma wannabe Glauber Rocha).
Isso, no entanto, nunca foi um problema para Anna Muylaert. Desde que estreou no comando de um longa-metragem, em 2002, com Durval Discos, passando por É Proibido Fumar (2009), e culminando com o incrível Que Horas Ela Volta?, de 2015, a diretora mostrou que é possível, sim, fazer um cinema nacional que entretém e, ao mesmo tempo, não subestima a inteligência do espectador. Dentro dessa curva, Mãe Só Há Uma é, no entanto, um passinho atrás. O longa parte de uma história real que ganhou o noticiário nacional na década de
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Tenho me impressionado pela qualidade da presença feminina nas artes. Sofia Coppola em ‘’Maria Antonietta’’ é um exemplo marcante da sensibilidade no audiovisual. Julie Taymor sempre causa impressão, enche nossos olhos com detalhes em seus figurinos, locações e suas opções de enquadramento e produção de seus longas. É uma das grandes diretoras da atualidade, fazendo fama ao dirigir Selma Hayek no belíssimo ‘’Frida’’ ...
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Mais um belo filme de Anna Muylaert. Excelente direção de arte, roteiro bem pensado e reflexões sobre tolerância e aceitação.
Tenho me impressionado pela qualidade da presença feminina nas artes. Sofia Coppola em ‘’Maria Antonietta’’ é um exemplo marcante da sensibilidade no audiovisual. Julie Taymor sempre causa impressão, enche nossos olhos com detalhes em seus figurinos, locações e suas opções de enquadramento e produção de seus longas. É uma das grandes diretoras da atualidade, fazendo fama ao dirigir Selma Hayek no belíssimo ‘’Frida’’ ...
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Tenho me impressionado pela qualidade da presença feminina nas artes. Sofia Coppola, em “Maria Antonietta”, é um exemplo marcante da sensibilidade no audiovisual. Julie Taymor sempre causa impressão, enche nossos olhos com detalhes em seus figurinos, locações e suas opções de enquadramento e produção de seus longas. É uma das grandes diretoras da atualidade, fazendo fama ao dirigir “Selma Hayek” no belíssimo “Frida”, onde ...
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Família
Naomi Nero é sobrinho do ator Alexandre Nero.
Troca
O filme estava programado para ser produzido antes do sucesso Que Horas ela Volta?.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
1 800 000 USD
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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