Não recomendado para menos de 12 anos
Aos 80 anos, Claude Lherminier (Jean Rochefort) já não é mais o grande industrial de antigamente. Aposentado, ele sofre com a perda de memória, e não consegue viver sem a ajuda de enfermeiras. Mesmo assim, insiste em morar sozinho, afugentando todos que tentam ajudá-lo. A filha Carole (Sandrine Kiberlain) não quer colocá-lo num asilo, mas se preocupa com as manias e obsessões do pai. Em especial, Claude não para de falar na visita da outra filha, Alice, que não vem vê-lo há quase dez anos.
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3,0
Legal
A Viagem de Meu Pai
O homem excêntrico
por Bruno Carmelo
O ponto de partida desta comédia dramática é uma peça de teatro, “Le Père”, que se passa num único espaço, com apenas três personagens. A versão cinematográfica, no entanto, lembra a adaptação de um grande romance, com dezenas de personagens, idas e vidas no tempo, vários espaços e símbolos com os mais diversos significados.
O cartaz e o título nacional podem remeter a um road movie, mas a narrativa aborda justamente a imobilidade. Claude Lherminier (Jean Rochefort) é um homem de 81 anos de idade, que mora sozinho com a ajuda de enfermeiras. Teimoso e agressivo, ele recusa a ajuda das pessoas ao redor. Sua filha Carole (Sandrine Kiberlain) tenta assisti-lo, mas o pai pensa apenas em outra filha, Sarah, que nunca vem visitá-lo. Para explicar a estrutura psicológica deste homem com perda de memória, o diretor Philippe Le Guay adota uma narrativa no mínimo ambiciosa. Acostumado às comédias
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6 Notícias e Matérias Especiais
Um drama angustiante e muito bom, que te prende na frente da tela e faz pensar o que vai acontecer na próxima cena e principalmente te faz refletir sobre como é ser responsável por cuidar de um familiar com uma doença grave e sem cura. Até que ponto você abdica da sua vida pela de uma pessoa ama. Jean Rochefort está impecável cria uma boa empatia com o público, já Sandrine Kimberlain prova mais uma vez que é uma ótima atriz dramática.
A VIAGEM DE MEU PAI (FLORIDE no original) é uma comédia dramática francesa de 2015 que trata de um tema difícil: a senilidade no avançar dos anos. Embora excessivo no uso de 'flashbacks' e na galeria das personagens, possui momentos de grande ternura e outros de risos inevitáveis. O elenco é um show, a fotografia caprichadíssima e há diálogos crus intercalando-se à leveza de outros. Percebe-se o cuidado dos realizadores de não tornar ...
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Filme apresenta a demência de forma didática, mostrando as ligações imperfeitas, perdas, distorções e as dificuldades com a família.
O diretor Philippe Le Guay, com quem já trabalhou com Jérôme Tonnerre em As Mulheres do Sexto Andar e aqui roteirizam uma peça de Florian Zeller, sabe contar uma história do ponto de vista do espectador. Ao quebrar o tempo em fragmentos de passado, futuro e um presente incerto, ele nos transporta para as sensações do velhinho Claude Lherminier, que interpretado por Jean Rochefort de maneira irrestrita, nos entrega um filme sobre como é ...
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Nacionalidade
França
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Francês
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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