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4,0
Muito bom
Faroeste Caboclo

Bang bang à brasileira

por Lucas Salgado
"Não tinha medo o tal João de Santo Cristo / Era o que todos diziam quando ele se perdeu / Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda / Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu." Estes são os primeiros de vários versos de "Faroeste Caboclo", obra-prima do rock brasileiro composta por Renato Russo e imortalizada pelo grupo Legião Urbana. São quase dez minutos de música, que tem começo, meio e fim, e por isso sempre foi cotada para chegar aos cinemas. A ideia levou vários anos para se tornar realidade, mas agora finalmente sai do papel.

Faroeste Caboclo - FotoPara a felicidade dos fãs da Legião, o resultado do filme Faroeste Caboclo é pra lá de positivo. Trata-se de um cinema de altíssima qualidade, com boa fotografia de Gustavo Hadba, direção de arte e ótimas atuações de um elenco quase todo formado por desconhecidos. É importante ressaltar para os fãs mais xiitas que não se trata de uma adaptação literal da canção. Ou seja, nem tudo o que vemos na tela está na música e vice-versa. Isso era inevitável, afinal trata-se de um longa com 100 minutos de duração. É possível, neste sentido, que algumas pessoas se incomodem com a mudança na construção da história, mas como adaptação é uma produção bem honesta e eficaz.

Fabrício Boliveira surge com muita força em cena como João de Santo Cristo, um sujeito que se muda para Brasília à procura de uma nova vida. Lá, encontra seu primo Pablo (César Troncoso), um traficante que logo lhe oferece um espaço em seu negócio. Ao lado do parente, ele começa a se envolver na venda de drogas na ala sul da Capital Federal, incomodando um bandido local chamado Jeremias (Felipe Abib). No meio de tudo isso, João conhece Maria Lúcia (Ísis Valverde), com quem começa a viver um grande amor.

Faroeste Caboclo - FotoValverde, que é do elenco jovem é a mais conhecida, se sai muito bem. Além de linda, ela tem uma boa presença nas cenas que necessitam de certo talento dramático. Sua personagem perde um pouco a força no terço final, mas nada que comprometa seu desempenho geral. Quem também rouba a cena é Fabrício Boliveira. Ele está totalmente confortável neste personagem tão desconfortável que é João. O ator se entrega totalmente ao papel, surgindo ameaçador e também delicado, exatamente como sugere a canção.

O elenco conta ainda com as participações de Flavio BauraquiAntonio CalloniMarcos Paulo. Bauraqui é quem se sai melhor do trio veterano. Ele surge em poucos momentos em flashbacks como o pai de João, mas é o suficiente para apresentar uma grande força dramática. Calloni tem um personagem um pouco mais caricato, que é o policial corrupto que persegue João. Ainda assim, se sai bem na função. Paulo também tem uma atuação mais discreta na pele do senador que é pai de Maria Lúcia. Este foi o último papel do ator nas telonas. Ele faleceu no final de 2012, vítima de uma embolia pulmonar.

O grande mérito de Faroeste Caboclo é contar uma história sem ficar preso à obra original. Isso em todos os sentidos, uma vez que a música também só surge nos créditos finais. Na verdade, em determinados momentos podemos ouvir alguns acordes, mas só. Outro ponto positivo está no fato do longa se assumir como um faroeste em várias cenas. Já na primeira sequência temos uma tomada dos olhos de Boliveira que remete diretamente à ícones do gênero como Lee Van CleefClint Eastwood. As referências também estão presentes em tomadas no chão, que destacam os passos e a bota do protagonista, e da própria trilha sonora. Isso sem falar na Winchester-22.

Faroeste Caboclo - FotoCuriosamente, o filme chega aos cinemas na mesma época que Somos Tão Jovens, que conta a história de Renato Russo no início de sua carreira. Por mais que não seja uma cinebiografia, Faroeste Caboclo acaba falando mais sobre a Brasília dos anos 80 do que a outra produção. Aqui, vemos a cidade como um dos principais elementos da história, surgindo quase como um dos protagonistas. Vários cenários de Brasília são abortados e o longa se utiliza ainda de imagens de arquivo do clássico documentário Conterrâneos Velhos de Guerra, de Vladimir Carvalho (que também dirigiu Rock Brasília - Era de Ouro).

Em sua estreia em longas, o diretor René Sampaio fez um bom trabalho, mas também cometeu alguns excessos comuns em primeiros filmes. O ritmo é um pouco desregulado, principalmente no início, que conta com duas grandes passagens de tempo em um período curtíssimo. Exageros à parte, se o filme continuasse naquela pilha teria uma duração menor que a música. Felizmente, a câmera pausa e a produção segue em frente. Outro ponto negativo é a trilha sonora instrumental, que aparece muito mais do que necessário, quase não oferecendo pausas para o espectador respirar. É algo tão evidente que as cenas que surgem sem trilha acabam sendo as mais bonitas.

Tido como uma canção "inadaptável", "Faroeste Caboclo" chega muito bem aos cinemas, oferecendo ação, romance e suspense. Tudo isso sem ser pudico ou esconder a realidade daquela juventude, regada à sexo, drogas e muita violência.
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Comentários

  • Jo?o K.

    "Seu primo Pablo"?!Q?

  • Frederico Zanitti

    Sim amigo, PRIMO PABLO, é só interpretar o trecho da música:

    "E conhecia muita gente interessante
    Até um neto bastardo do seu bisavô
    Um peruano que vivia na Bolívia
    E muitas coisas trazia de lá
    Seu nome era Pablo e ele dizia
    Que um negócio ele ia começar"

  • Whasen P.

    to doido pra assistir, eu e todos os fãs do Renato néh

  • Marcelo Augusto F.

    Gostei da crítica, e é um filme que quero muito assistir, como fã da Legião que sou.

    Uma dúvida: na última frase do antepenúltimo parágrafo da crítica está escrito "vários cenários de Brasília são abortados (...)". Na verdade você quis dizer "abordados", confere?

  • Paulo H.

    Quando eu coloco o mouse em cima de certos links, sem ao menos clicar, a página é redirecionada. Isso acontece com mais alguém, apenas comigo isso?? Tenho mt raiva pois tenho que voltar novamente para a critica, isso acontece sempre, pois gosto de ler as coisas colocando o ponteiro mouse em cima do texto.

  • Luiz Ricardo S.

    Vocês já assistiram o filme?
    Como?!

  • Celso L.

    não se iludam da musica não tem nada no final.. a inspiração foi ruim demais.. falta roteiro... os personagens surgem e não se sabe porque estão ali...  é ruim o filme.. pena pq a musica ainda tem seu mérito

  • Diogo B.

    simplesmente o filme é ruim.

  • Diogo B.


    Longe de mim querer ser desmancha prazer, mas a estreia nacional deste feriado é ruim e ponto final. Faroeste Caboclo, do esforçado diretor René Sampaio, Brasil, 2013, consegue estuprar a canção do Renato Russo. Talvez por ter sido o primeiro longa do diretor, mas como critico tenho o papel de escrever: o filme é uma merda: nem sequer consegue ser fiel a letra metendo cenas inexistentes e cortando outras importantes, portanto estupro é a melhor palavra em simbolizar o tremendo equivoco cinematográfico. Por entrevistas pescadas antes de conferir o filme o seu protagonista afirmara que João do Santo Cristo seria o alter-ego de Renato Russo. Isso de fato é verdade, porém a forma como o alter-ego se fez é que pegou mal, não pela atuação do baiano Fabrício Boliveira em seu primeiro papel de protagonista em sétima arte (ele até que se sai bem), mas pelo alter-ego ser tão pastoso no sentido de ser um humano tão frágil e mentiroso. Quando ouvia a música o João do Santo Cristo para mim era um puta super-herói, não aquele personagem que presenciei no cinema em uma pré-estreia vazia. Gostei da ousadia do diretor em colocar duas épocas: uma na infância e outra no tempo atual do seu protagonista com outros personagens da trama: deu um ar frenético a fita e isso sim lembrou a música. Outra coisa que me deixou totalmente amargurado fora o fato do antagonista da trama ser um completo idiota, devidamente vivido por questões de roteiro pelo ator Felipe Abib. Quando ouvia a música imaginava tal antagonista (o Jeremias maconheiro sem vergonha.. ) como um cara esperto, arteiro e comedor de mocinhas , não o panaca do filme que só queria cheirar cocaína. Enfim: foram tantas as decepções por assistir uma coisa que tanto significou minha adolescência que não tenho como escrever bem dela. Aos críticos de cinema: vamos tentar ser menos puxas-sacos e mais honestos com o nosso cinema, pois só assim conseguiremos nos aproximar da Argentina, nem que seja um pouquinho, em qualidade. Li algumas criticas valorando esse filme. Pra que isso: onde vamos chegar com tanta bajulação, por acaso alguém paga vocês para falar bem de um filme “estuprador” como esse?  Acho que não e a única forma de crescer nosso cinema tupiniquim é contar a verdade. Fora tudo isso a Issis Valverde continua linda fazendo a Mária Lúcia.

  • Claudio A.

    Concordo com Diogo B. o filme é uma verdadeira decepção, chato demais. Gastei dinheiro a toa indo assistir.

  • Fabiana R.

    Bem, existem opiniões negativas e positivas. Só assistindo para conferir. Não é porque uma ou outra pessoa não gostou que o filme é ruim. E quanto ao primo Pablo, eu entendo que na realidade um neto de seu bisavô seria um tio e não um primo, né??

  • Gabi B.

    Uma lástima a interpretação do diretor René Sampaio. Conseguiu transformar o herói de Santo Cristo no preconceituso personagem clichê brasileiro do “neguinho” fodido, ignorante e coitado.
    René Sampaio codinome Jeremias, fantasiando o burguesinho da cidade. Volta para a publicidade, de Tarantino você não tem nada. Tem muito que aprender sobre a alma dos anti heróis. 

  • ?di B.

    Olá pessoal.

    Assisti o filme ontem. Na minha opinião o mesmo tem muitos méritos, e de fato surpreende positivamente as adaptações, que de uma forma ou de outra, tentam manter o espírito da música, especialmente ao recriar o ambiente da época e produzir um verdadeiro clima de faroeste. Me emocionei muito em vários momentos.

    Mas, desculpem a sinceridade, se o meu lado intelectual vê muitos méritos, a minha sensação no final foi de frustração... Não me passou a mesma emoção da música, no sentido mais político e social que ele vem a bater nas nossas mentes e corações... 

    Talvez seja uma problema meu mesmo, por esperar muito do filme, ou querer ver a música no filme (ou pelo menos algumas cenas que sempre povoam nosso imaginário ao ouvi-la), mas sentimentos são sentimentos... Eu concordo com outro colega, pois colocaram o herói humano (ou comum) demais, e o herói da música, real ou não, é uma inspiração para nós, para a gente nos superar, e a superação de uma realidade também não é ser humano?

    Enfim, para mim ficou uma certeza, a genialidade de Renato Russo, imortalizada nessa música, é insuperável.

    Melhor frase do filme para mim: "rico projeta, e pobre constrói".

  • keka

    Olá!

    Eu estava ansiosa pela estréia deste filme. Desde quando soube das gravações, fiquei mega empolgada. Ontem, assisti e imaginava que seria O FILME. Porém, saí de lá decepcionada. Existem muitas cenas 'nada a ver' e o filme foca somente na rincha dele com o Jeremias e no amor com Maria Lúcia. Porém, a música fala da vida inteira de João de Santo Cristo. Já que era pra fazer uma readaptação da música, que fosse quase 100% igual. Todos os atores trabalharam muito bem. Ísis Valverde, como sempre, linda demais! Fabrício Boliveira mostrando a que veio, tem muito talento. Porém, a história fugiu demais da letra. Para mim, decepção total. E esperei tanto por essa estréia...

  • Juliana B.

    Oi Gente.

    Acabei de voltar do cinema, fui finalmente ver o filme que eu estava tão ansiosa para assistir. Até agora eu estou me perguntando como conseguiram deixar aquela estória tão fraca. Muitos detalhes importantes que a música narra foram simplesmente deixados para trás. Em compensação, colocaram coisas que não encaixam na estória. Fiquei decepcionada.

  • Felipe B.

    A interpretação que eu tenho da música é mais voltada para a política e social, nunca achei que João fosse um herói ou coisa assim, pra mim ele é apenas mais um resultado da sociedade em que vive e que recebe um traço de herói no final da música, mas só isso.
    Com isso quero dizer que eu gostei do filme, mas acho que deixou a desejar em alguns aspectos, inclusive no final, acho que o final deveria ser mais impactante. Sempre sonhei em ouvir nas telas do cinema: "Jeremias eu sou homem, coisa que você não é e não atiro pelas costas não, olha pra cá filho da puta, sem vergonha..." mas em geral eu gostei do filme!

  • Tati M.

     Fui ver Faroeste Caboclo e saí muito decepcionada do cinema.
    Achei o roteiro preguiçoso e pobre, eu sei que todo roteiro que se
    baseia em alguma obra não é totalmente fiel, mas ter pouca fidelidade é
    péssimo. A letra por si só é um excelente roteiro. Passei minha
    adolescência ouvindo e cantando a canção e sempre falei que ela deveria
    virar um filme pela riqueza da história contada pelo Renato Russo e
    vê-la reduzida a um roteirinho fraco foi decepcionante.

  • Ver?nica S.

    Acabei de assitir... E discordo de muitas das queixas que acabei de ler. Não entendo o que querem dizer quando relatam que o filme não foi 100% fiel ... que Santo Cristo era (somente)  heroi... Pra mim, aliviaram e muito a barra do João na telona...

    Exceto pelas cenas do final, gostei bastante do filme. Houve explicação para a atitude de Maria Lúcia de casar-se com Jeremias, coisa que na letra não ficava explícito. A galera tá reclamando que a música tem começo, meio e fim e que o filme deveria seguir ao pé da letra, esquecendo-se que a canção tem alguns desses momentos de "obscuridade" ou livre interpretação.

    As referências  ao faroeste ficaram muito bacanas. Confesso que lembrei de Django em vários momentos...

    Por fim, deixo minha impressão: gostei! E quanto aos expectadores que queriam um filme na ordem dos versos da música, deixo minha opinião: imaginem a cena... vocês na poltrona do cinema com um radinho no ouvido vendo as cenas na tela e acompanhando a canção... estilo tiozinho em jogo de futebol escutando a rádio globo... Isso sim seria feio, fraco e caricato = /

  • Vinicius R.

    Só acho que o filme deixou a desejar sim, acredito que todos que foram ver esperavam ver o que retrata a letra mesmo, não creio que fosse possível seguir tudo como é escrito ou teríamos este filme como "parte um de dez", mais pontos chaves como a relação de "João com os boyzinhos da cidade" por isso começou a roubar a proposta que o senhor de alta classe faz a ele, enfim trechos que qualquer fã de verdade ( leia-se conhecer mais de Legião que o CD Mais do Mesmo) esperava ser retratado em te-la, acredito que o filme tenha-se resumido e fugido de alguns pontos, como era esperado, exatamente como acontecem com os livros, assim como Somos Tão Jovens, faltou filme pra que eu saíssemos impressionados da sessão de cinema.
    Claro que opiniões iram divergir, deixo a minha de  fã de Legião Urbana, conhecedor de toda a discografia, inclusive das chamadas "raridades"

  • Rebeca M.

    Adorei, mesmo não sendo uma cópia fiel da música...valeu super a pena!!!

  • Aline L.

    Olha o filme é bom, os atores deram show... Mas esperava muito mais, eles mudaram mtas coisas, principalmente o final, que era o que estava esperando mais para ver ... Acho que eles se preocuparam mais com o casal Maria lucia e joao do que com a trama que retrata o sofrimento dele por toda a vida, o que levou ele a ser quem ele era =/

  • Sonia L.

    Muito Bom . Adoro Westerns , e esse é ótimo. Incrível que seja o primeiro filme do diretor. O protagonista é ótimo. É normal que os adoradores do Renato Russo façam restrições. Mas o filme é melhor do que Somos tão Jovens. Gostei MUITO.

  • Grace A.

    Muito difícil sair totalmente sair satisfeito do cinema quando a gente já vai lá com o filme pronto na cabeça...é como a adaptação de um livro!!!! Mas chorei, pq esse "João" era o que eu tinha na minha cabeça desde os meus 7 anos de idade...quando ao me arrumar pra ir pra escola minha mãe colocava na radio Transamérica (sim, foi ela me ensinou a gostar dessa música gente!!!) todo santo dia as 06:00 quando tocava religiosamente essa música e eu ia pra escola pensando nessa história...   Só senti falta de mais detalhes da infância dele... foi muito resumido...

  • Priscila S.

    Gostei do filme. Boliveira deu um show na pele de João do Santo Cristo passando os sentimentos descritos na canção. Senti falta de mais detalhes na cena final, o tanto esperado duelo no Lote 14 já que se tratava de dois traficantes de renome da região. Achei um final súbito e sem muita emoção, ao contrário dos detalhes da canção no momento de sua morte. Senti falta de terem explorado um pouco mais a infância dele. No mais, um bom filme.

  • lilian

    o Santo Cristo não queria sair para ver o mar nem as coisas que ele via na televisão....pois ele não tinha televisão,ele nunca guardou dinheiro para poder viajar MAS por escolha própria escolheu sim a solidão,ele não ia pra zona da cidade gastar todo seu dinheiro de rapaz trabalhador ,ele ia era ganhar dinheiro fazendo o que o seu tio Pablo lhe ensinou,O Santo Cristo,nunca entrou em uma igreja, aliás nem de longe a gente vê uma igreja nessa trama ,ele jamais roubou o dinheiro que as velhinhas colocavam na caixinha do altar,a única menininha da cidade que ele comeu foi aquela menina tão doce chamada maria Lúcia, reformatório!!! não. pra que se no tempo em que essa Estória é contada existia a FEBEM....a cidade de SALVADOR aqui,nem de longe ... aqui é direto pra Brasilia mesmo. E AI SIM ELE FICOU bestificado vendo as luzes da cidade,afinal de contas era natal e a cidade esta mais iluminada do que nunca... ele santo cristo de fato não aprendeu a roubar,a unica coisa que aqui ele roubou foi doces no bar momentos antes de com um tiro do soldado viu o pai morrer.....e mesmo assim se tornou BANDIDO TEMIDO E DESTEMIDO NO DISTRITO FEDERAL,ODIAVA POLICIA ,PLAYBOY e não existe nem um general nessa trama, o único senhor de alta classe que aqui apareceu é o pai da Maria Lúcia e a unica proposta indecorosa que a ele(santo cristo) é feita é que saia de sua casa (pai de maria Lúcia).....o futuro de santo cristo realmente era incerto porem ele não se embebedou nem ficou sabendo que havia outro trabalhando em seu lugar.... pois apesar de tudo seu tio Pablo era um homem grato...e santo cristo nunca voltou a sua casa pra ver aquela menina tão doce a quem de fato jurou o seu amor....ele realmente chorou ao saber que aquela menina tão doce havia se casado e com jeremias e que um filho com ela ele ia ter..... ele foi pro inferno dos homens e maior inferno foi a da sua mente da sua ira.....e ficou sabendo disso por que uma foto jeremias lhe mandou quando ele santo cristo esta preso na cadeia ...... santo cristo sabia exatamente o que fazer...pois NÃO HAVIA gente da tv filmando tudo ali,deram folga pro sorveteiro,e esqueceram de mandar o povo com as bandeirinhas irem lá só pra aplaudir. o que havia era SANTO CRISTO ,JEREMIAS,03 SACOS de PÓ,duas traves em um campinho de futebol com chão de barro vermelho e muito ódio...e aquela menina tão doce que aparece em meio ao matagal trazendo a Winchester-22........a arma que o tio Pablo deu ao Santo Cristo...e a alta burguesia da cidade...! ha! me desculpe quem é essa gente mesmo?e nessa estoria jamais um negro Chamado João da cidade de Santo Cristo veio do sertão pra Brasilia com o objetivo de falar com o presidente a fim de ajudar toda aquela gente que sofre por lá...ele veio cheio de ódio,de magoa no coração .com a mente cheia de rancor, afim de fazer porra nenhuma por gente nenhuma.........acho que o filme poderia ter sido mais.......sabe menos drogas..menos sexo, a música poderia ter sido mais explorada ....................

  • Renato R.

    Carambahhh... Imaginamos algo totalmente diferente ao ouvir a musica... acho que a falta de criatividade e o baixo custo da produção do filme denegriu de mais a Imagem que temos ao ouvir a musica... Filme muito resumido fugiu muito do contesto do que Renato Russo tentou passar atravéz da musica

    Concordo plenamente com o que a Lilian postou neste post... Nem tv , nem igreja etc... etc..

  • Amanda Nunes

    Achei regular.
    Deixou muito a desejar. A letra da música é riquíssima. Dava pra fazer algo melhor, mesmo sem ficar preso a canção do início ao fim. Faltou criatividade. 
    Somos tão jovens não foi fidelíssimo a história do Renato, tinha até mesmo uma personagem que não existia na vida real do Renato e mesmo assim foi um filme belíssimo.

  • Mauricio B.

    O filme tem várias sacadas legais, bela fotografia, algumas frases bacanas, atuações que ficaram maiores que o papel mas isso não se traduziu em uma grande obra. Independente da música ter sido seguida em sua totalidade ou não, o motivo de não virar um grande filme e se tornar, como a música, em um marco é que o roteiro não convence. Talvez porque ficou entre ser uma história ou registrar o que está na música. Aí não conseguiu ser nenhum dos dois. Daí fica óbvio a sensação de quem assiste: faltou ritmo e clareza em mostrar a história do Santo Cristo. A sensação que tive é que o diretor se perdeu no meio do filme e encheu a tela de pó e fumaça o que ficou chato e repetitivo. As passagens da história eram muito rápidas e os cortes repentinos. E o mais importante que é o Grand Finale ficou frio e sem graça. Como alguns comentaram, o filme é regular. A produção e a atuação foram ótimas, mas a história ficou fraquinha. Infelizmente.

  • Aiam B. Domingues

    Para quem viveu a música "Faroeste Caboclo"  em sua juventude  vai se decepcionar muito. Muito mesmo! Tudo
    bem, não dá para esperar fidelidade integral à letra de Renato Russo, mas todo
    mundo tinha a impressão que o roteiro já estava ali... Qualquer jovem da década
    de 80 dizia: "essa letra dá um belo filme!" Mesmo com a atuação
    fantástica dos atores, com uma boa direção de cenas, aquilo que parecia garantido
    previamente foi o pior: o roteiro. Na música original o "João de Santo
    Cristo era santo porque sabia morrer”... Nunca vi um filme em que o herói
    (ainda que fosse um anti-herói) fosse tão esculachado, obteve tão pouco poder
    de reação e o pior: teve uma morte inglória. Triste! Os vilões espezinharam o
    herói, um deles (o policial corrupto) teve morte rápida e sem um revés sequer e,
    no fim, o Jeremias morreu no mesmo plano do João de Santo Cristo e Maria Lúcia.
    Todos se igualaram. Filme frustrante! Viva Django e Quentin Tarantino... 

  • lilian

    ai Renato R....eu estava super  ansiosa por este filme ,e quando fui ao cinema nossa meu coração foi a mil,mas...ai quando o filme começou veio aquela sensação de ""nossa""' não era isso que eu queria ver.... sabe.....o filme poderia ter sido mais leve ,poderia ter tido mais proveito da letra da música,imaginei que seria algo que poderia  causar nas pessoas vontade de lutar pela vida ou por algo ...e não que fosse simplesmente falar de vingança,ódio,e rancos,afinal de contas pra isso já temos as NOVELAS não é mesmo, mas fazer o que.....quem sabe algum dia lá na frente alguém resolva fazer uma nova versão de FAROESTE CABOCLO,fazendo valer o que a música diz.

  • Marcela C.

    achei o filme extremamente focado no romance de João e Maria Lúcia... me decepcionei... estava tão ansiosa... e não era aquilo que queria ver, e o protesto político da música???? #chatiada

  • Marcela C.

    e detalhe... meu sonho era ver o João falando:
    Jeremias eu sou homem, coisa que vc não é e não atiro pelas costas não... olha pra cá filho da puta sem vergonha, dá uma olhada no meu sangue vem sentir o teu perdão!!!!
    e pior que isso, o João acerta 3 tiros em três sacos de pó... fica de cara com o Jeremias e deixa ele lhe acertar de frente??? WTF????
    e o sorveteiro, e as bandeirinhas... o povo aplaudindo... a tv??? a burguesia??? 
    e João de Santo cristo sendo declarado santo pq sabia morrer????
    e o que ele queria falar pro presidente???? 
    ao invés disso... ele, maria lúcia e Jeremias mortos num campinho sem ninguém perceber...
    A mensagem do filme: João imaginando e se ele tivesse feito tudo diferente... lalala... WTF??? que porra de diferente... João não tinha que ter nada de diferente... ele foi criado e imortalizado por Renato Russo e pronto!!! 
    o que me decepciona são pessoas que não conhecem a obra do Renato ficar achando que João de Santo Cristo era esse merda... Definitivamente conseguiram transformar João de Santo Cristo em Macabéia!!!

  • Ronni P.

    Kem disser q esse filme é bom ou ótimo tá de sacanagem, tinha mais sacanagem e maconha do que enredo. Se eu tivesse dinheiro, eu mesmo faria essa merda, mas não custava nada fazerem o filme DE ACORDO COM A MÚSICA, pq geral que conhece a música vai pro cinema kerendo ver exatamente o q é cantado.
    Esse filme foi uma bosta brasileira, com cenas de sexo que não tem nada a ver com a porra da música ! Não conta a história de q "até o professor com ele aprendeu"; Nem aparece ele na rodoviária indo pra brasília......gastaram dinheiro a toa pra fazer o filme e eu pagando minha entrada no cinema !

  • Aline L.

    decepção!!o filme ja começa todo errado,se  o Renato Russo estivesse vivo acho que ele iria proibir em lançar esse filme,pois fugiu totalmente da letra da musica,nossa era só fazer conforme a letra que seria um grande filme,pois quem já conhece a letra vai assistir o filme esperando algo e vê algo totalmente diferente.é decepcionante !!!!

  • Em?lia M.

    Decepcionada com "Faroeste Caboclo", muitas contradições em relação a música. Onde foi parar a parte em que João fica rico e acaba com todos os traficantes? e a parte em que ele é bandido, destemido e temido no distrito federal?E a parte em que Jeremias atira pelas costas? E o noticiário, as bendeirinhas, o sorveteiro e o povo aplaudindo? Isso, e muitas outras coisas.. ://

  • Leandro P.

    Ao contrario de quem não gosto, achei o filme muito bom. As
    partes que não dizem na musica ficaram boas, até por que se ficasse idêntico a
    musica acho que ficaria sem um ar de surpresa, lembrando que partes da musica apóiam
    João, ao contrario do filme que apenas retrata a realidade de um negro sofrendo
    preconceito pela sociedade ainda mais na época que o se retrata o filme, teve
    criticas que falaram sobre ele não ter morrido como um herói no final do filme,
    mais o filme mesmo mostra que só ouve coisas ruins feitas por ele e feitas por
    outras pessoas preconceituosas por se tratar da realidade da época, até por que
    se fosse ao contrario não seria um filme sofredor e realista, seria apenas mais
    um filme sem sentido onde um Traficante que só trata bem uma pessoa no filme
    inteiro (MARIA LUCIA) e sai impune das barbaridades que acontecem até nos dias
    de hoje, que é a falta de oportunidades e o preconceito empregado pelas
    pessoas.     

    Filme Muito Bom Recomendo!

    Meus parabéns aos produtores e atores!

  • Tha?s L.

    Muito bom, e para as pessoas que defecaram pela boca aqui embaixo,  o filme é INSPIRADO NA MÚSICA, ENTENDERAM??? INS-PI-RA-DO. 

  • El?dia B.

    é uma adaptação da música, mas não deixa nada a desejar das questões sociais que afligem nossa atual realidade de como o pobre e o negro é visto pela sociedade. Que eu acredito que é o teor da construção dessa história escrita tão poeticamente pelo Renato Russo.

  • Wallace M.

    Maravilhoso o filme, a cena do duelo é sensacional. Boa fotografia, bom roteiro e Renbé estreou muito bem como diretor acredito que ele vai ser um grande diretor!

  • Natan B.

    Tudo bem que o filme serviu apenas de inspiração e que algumas coisas seriam alteradas, mas  a história deixou de ser um protesto e virou um romance... Maria Lúcia uma burguesa? Ela fez o que fez pelo bem do João? O João era um merda no filme enquanto na música ele 'toca" o terror... Queriam um romance? Por que não fizeram então baseado em Eduardo e Mônica!! Se é para estragar, não faz!!

  • Anna Clara E.

    Até entendo que a música tinha alguns furos e não dava pra adaptar tudo, mas algumas partes não podiam ser ignoradas, esperava mais do personagem João,  talvez algo parecido com O Troco ou Django, mas o que se vê são apenas alguns atos isolados que não dão a verdadeira dimensão da posição original da música.
    No final  o filme erra de novo ao não mostrar no duelo, o caráter traiçoeiro do Jeremias, este também que poderia ser mais inteligente e se mostrou mais como um cheirador bobão.

  • Joel Paulo De S.

    o filme muda muito tudo o q é contado na história de joão para mim foi horrivel ver durante uma hora e meia destruirem a estrutura narrativa que sempre amei

  • Fabio de Melo.'.

      Tecnicamente o filme é muito bom principalmente a fotografia.
    Porém e infelizmente o que era para ser um espetáculo esperado, por mim pelo
    menos, ha muito tempo ficou medíocre, monótono e sem sal. Fazer o que... Quem
    sabe daqui a uns anos alguém faça um “remake” e tenha a “coragem”
    de contar e mostrar quem foi “João de Santo Cristo” como idealizou seu criador.

  • Carla J.

    Faroeste Caboclo é uma das canções que mais me emociona, entre
    milhares de letras espalhadas pelo mundo. Primeiramente não quero desmerecer
    ninguém, muito menos os fãs da Legião Urbana que esperavam que fizessem uma
    "caricatura" de Faroeste. Mas pra quem gosta de música em geral, sabe
    que todas as letras, além da letra em si, possui um objetivo a ser passado, que
    nem sempre são decifrados, como exemplo a música "flightless bird american
    mouth - iron & wine", que particularmente adoro, mas que possui um
    nível master de complexidade na sua letra. Que não é o caso de Faroeste e
    espero que todos os fãs dessa maravilha criativa, saibam e entendam o que o
    brilhante Russo queria passar através dela. Que é a história de um homem que
    passa a ter sentimentos de revolta e ódio pelas circunstâncias que a vida lhe
    oferece e que não entende a discriminação por ser negro e pobre vivida por
    muitos brasileiros, mas que ao mesmo tempo possui uma fragilidade e
    sensibilidade notória. João quer justiça e solucionar os problemas, mas acabou
    se envolvendo e trilhando por caminhos errados, quando na verdade seu desejo
    era ajudar e chamar atenção das autoridades para a realidade. Queira ou não a
    música reflete um “Faroeste Romântico”, tendo em vista que João se arrepende de
    todos os seus “pecados” por um amor. Música muito bem composta, com uma
    história que reflete os tempos contemporâneos, na qual revela um país onde se
    trabalha “até a morte” e se ganha tão pouco que quase não da pra se alimentar,
    e políticos são corruptos ao ponto de sempre colocar aquela velha história de
    promessas falsas em custo de eleição. É perceptível que na letra fala sobre a
    fase que ele passou na cadeia pelo verso: “Já no primeiro roubo ele dançou, pro
    inferno ele foi pela primeira vez. Violência e estupro do seu corpo "vocês
    vão ver, eu vou pegar vocês”“. O inferno referido á a prisão, inferindo a
    violência e estupro que são ocorridos em presídios, tendo base nessa afirmação pode
    concluir que na parte que fala ”Chegando em casa então ele chorou e pro inferno
    ele foi pela segunda vez com Maria Lúcia Jeremias se casou e um filho nela ele
    fez”, não retrata que ele estava preso, mas que sentiu o mesmo sentimento de
    quando foi, de decepção, ódio e justiça, tanto que chama Jeremias para um
    duelo. Enfim, não vou ficar decifrando a letra e sinceramente creio que as
    músicas de Renato Russo não são feitas para serem interpretadas ou se quer entendida,
    cada um tem sua opinião e o que importa mesmo, é a emoção que a música nos
    transfere.  Mas sobre o filme o enredo SE
    BASEIA na letra da música, mas não é a transposição literal da história
    imaginada por Renato, por isso devemos ressaltar o grande trabalho de René
    Sampaio que evita fácil o recurso e tentador de citar frases completas da
    extensa letra nos diálogos, Sampaio torna o filme autêntico e nada gratuito. Um
    exemplo claro acontece logo no início, quando João, interpretado com primor por
    F. Boliveira chega à Brasília no período natalino e, ao ver as luzes
    decorativas, é apenas enquadrado pela câmera enquanto a sua mente imagina as
    possibilidades que ele encontrará na capital federal - nada de o personagem
    abrir a boca e declamar um “Saindo da rodoviária fiquei bestificado com as
    luzes de Natal, meu Deus mais que cidade linda, no ano novo eu começo a
    trabalhar”. Como citado por Ricardo
    Seelig. Além de que o filme usa com frequência cenária áridos, que
    remete a um clima de Faroeste, trazendo um grande elenco que brilhou,
    destacando Flavio Boliveira e Ísis Valverde. Ressaltando que o filme é baseado
    na canção, mas não é literal a ela.  Uma
    trama muito mais autêntica e dolorosa, a trajetória de João de Santo Cristo é
    ainda mais cruel que a de Russo, fazendo com que muitas pessoas se identifiquem
    com a história do personagem, o filme traz a tona a realidade com cenas fortes,
    intensificando o clima de realidade que transborda pela tela. Como toda grande produção Faroeste
    também possui algumas falhas, mas nada que ofusque seu brilho. Enfim como
    amante de cinema e música, recomendo muito esse longa.  Os 130 min mais bem gastos nesse ano, com
    cinema. Então é isso aí galera! Espero que vejam e curtam muito esse filme
    inspirador Faroeste Caboclo.Beijos.

  • Rafaela A.

    Pra começar foi um dos piores filmes que já assisti, e não digo isso por conta da expectativa que cultivei com a música, mas sim pela falta de verdade na história. Primeiro, não mostra com tanta critica quanto se espera as desigualdades sociais que levam o João a se tornar "o" traficante. Segundo, não mostra como a música pinta a corrupção da época, que engloba não só a polícia como também políticos entre outros... Não dá nem pra expressar tamanha decepção com o roteiro. Enfim, destruíram um clássico que retrata tão bem a realidade brasileira.

  • Cleidson A.

    Nota de falecimento...

    Morreu aqui minha esperança em ver Faroeste Caboclo na telona. Foi uma morte trágica, monótona em cerca de 1h40. Uma em que Brasilia era cenário de uma mutação de ideias foram as inspirações de Renato Russo, que não construiu um romance nesta obra, e acredito que se fosse o caso os produtores seriam mais eficazes em adaptar a letra de "Eduardo e Monica". Renato que quis em sua musica retratar de forma bem critica e politizada a historia de um homem que não teve nada e sua luta por uma vida melhor. O romance em si é parte da historia, não sua totalidade.

    Admito que a Brasilia apresentada não foi desastrosa, muito menos a fotografia do filme. Pena que faltou profundidade ao protagonista. Maria Lucia(Isis Valverde) se apresenta intensa por quase todo o filme, mas perdendo-se no fim.

    Bem, obvio que é um critica de fã, que desde de que ouviu essa canção pela primeira vez, indicado por um amigo que não esta mais entre nós, ansiava por uma homenagem digna a obra de Renato. Acumula-se a Somos tão Jovens no que diz a filmes fracos e rasos. Nem de longe comparáveis a obra de Renato Russo.

  • Lucas L.

    Filme fraco e chato. E não precisava "xerocar" a musica como alguns aqui disseram... bastava apenas ter mais a ver com a essência politica e de ação que a musica passa do que um romance meloso lento e chato, e tb não precisavam mudar partes básicas da musica pelo menos. Tem que colocar um Tarantino da vida para fazer uma obra digna para retratar o João de Santo Cristo.

  • Maisa T.

    Baixei este filme no sábado, que decepção!!! Ainda bem que não fui ao cinema para assistir. Concordo com os comentários acima.

  • ArlindoOrsini

    jovem , aprende a respeitar a opinião de outras pessoa , segundo , sim o filme foi inspirado em versos da musica , e não baseado na historia real , acho que não só ele mas todos que deram uma opinião negativa sobre o filme , acho que vocês tem que se informar antes de falar um monte de merda , quem não tem noção de cinema fala um monte de besteira , acha que viu mais de 1000 filmes e ja é um crítico ?

  • Tiago Brambilla

    Eu gostei muito do filme, sei que foi uma adaptação, mas acho que poderiam ter explorado bem mais a letra da canção. Fora isso é um filme muito bom!

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