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    15 séries que se destacaram no primeiro semestre de 2017
    Por Lucas Salgado — 1 de jul. de 2017 às 08:54

    Metade do ano já se foi... Relembre os destaques das telinhas.

    Julho começa. E com ele, a segunda medade de 2017. Aproveitamos para fazer uma mini-retrospectiva com as séries que se destacaram neste primeiro semestre do ano. Diferentemente da nossa lista de Melhores Séries do Ano, aqui não temos ainda uma ordem de preferência.

    É apenas um início de conversa... Então, confira a galeria e deixe nos comentário as séries que te conquistaram até aqui em 2017.

    Master of None (segunda temporada)

    A primeira temporada de Master of None já foi incrível e a segunda está ainda melhor. Tem episódio em preto e branco, momentos na Itália, muito romance, comédia e representatividade, e, é claro, tem Aziz Ansari super inspirado, seja como ator, seja como roteirista.

    The Leftovers (terceira temporada)

    "Muitas são as séries que desafiam o intelecto do público e se propõem a apresentar um intrincado quebra-cabeças a fim de se transformarem na próxima obsessão do público do ambiente virtual. Mas The Leftovers nada contra esta corrente, e em momento algum pede ao seu público que entenda, mas que sinta. Inevitavelmente, a sensação de acolhimento leva à compreensão, e são raras as tramas que equilibram tão bem a perfeição técnica (com atuações premiáveis, a câmera impecável de Mimi Leder na hora final e uma trilha sonora selecionada a dedo) com tamanha inspiração poética. Esta série foi  responsável por fazer as pessoas se sentirem mal sem nem entenderem direito o porquê, e a encarar o luto de frente, e a perceberem que as obsessões pessoais de cada um são maneiras diferentes de se lidar com a perda, ou apenas mais um ciclo da eterna busca por alguma coisa (qualquer coisa) que é a própria existência", destaca a crítica do AdoroCinema, escrita pela redatora Laysa Zanetti.

    Better Call Saul (terceira temporada)

    "Vince Gilligan foi um louco em fazer um spin-off de Breaking Bad. E transformou o limão numa limonada, portando um legado muito sofisticado de construção visual, narrativa e psicológica para tornar o caricato Saul Goodman um personagem complexo, com uma história de origem massacrante. Ao fim sombrio e corajoso de sua terceira temporada, Better Call Saul prova mais uma vez que seus principais conflitos e qualidades existem independentemente da série original, e assim alcança algo impensável há três anos: o seu mesmo patamar de excelência", destaca o redator Rodrigo Torres.

    Big Little Lies (primeira temporada)

    Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley lideram o grande elenco desta série da HBO. Uma segunda temporada ainda está longe de ser realidade, mas o certo é que esse primeiro ano de Big Little Lies já foi o bastante para chamar a atenção do público.

    Feud: Bette and Joan (primeira temporada)

    "Nova aposta de Ryan Murphy, Feud contou a marcante rivalidade entre Bette Davis e Joan Crawford nas filmagens de O Que Terá Acontecido a Baby Jane?. Porém, seu grande trunfo surge ao focar nos motivos por trás do conflito, abordando o contexto machista de Hollywood - que julga a todos por gênero, aparência e idade. Contando com vários nomes talentosos, é difícil não apreciar a entrega do elenco feminino, nas atuações incríveis de Jessica Lange, Susan Sarandon, Judy Davis e Jackie Hoffman", afirmou nossa redatora Katiuscia Vianna.

    American Gods (primeira temporada)

    "Mesmo com alguns pontos de estranhamento, a primeira temporada de American Gods é um desafio pelo qual vale a pena se aventurar. Curiosamente, o material de divulgação pediu ao público que acreditasse. “Believe”, lê o cartaz. E a temporada mostrou, definitivamente, por que merece a atenção e um segundo olhar. Agora, prossiga", destaca a crítica de Laysa Zanetti.

    Legion (primeira temporada)

    "Para contar essa história da maneira que ela merece ser contada, Noah Hawley embarca (e leva todo mundo consigo) em uma viagem quase alucinógena. A narrativa beira o confuso quando ele passa episódios inteiros mostrando o que se passa em uma realidade que não é de fato real, mas a diferença mora no uso inteligente dos recursos estilísticos. Absolutamente tudo se presta a contar a história, seja a fotografia, a direção, as referências ao cinema mudo, a Bollywood, aos quadrinhos, o uso das cores e da trilha sonora", destaca nossa crítica.

    The Americans (quinta temporada)

    É verdade que a quinta temporada de The Americans foi uma das mais fracas da série, mas isso não é o bastante para retirar a produção da lista de destaques do ano. Atuações inspiradas de Keri Russell e Matthew Rhys, além de um trabalho primoroso de produção.

    Dear White People (primeira temporada)

    Adaptação de filme homônimo, Dear White People é uma das séries mais importantes do ano até o momento. A produção da Netflix centra sua atenção no dia a dia de uma tradicional universidade de elite americana, em que os conflitos étnicos ainda estão presentes de forma significativa.

    Twin Peaks (terceira temporada)

    Mais de duas épocas após deixar a programação das telinhas, o louco drama policial/aventura filosófica e psicodélica de David Lynch está de volta. E o tempo fez bem à série. Após uma segunda temporada irregular, a produção retorna com um novo ano repleto de referências e temas impactantes. Um deleite para os fãs do cineasta.

    Silicon Valley (quarta temporada)

    A comédia da HBO tem um público bem menor do que produções conhecidas do humor, como The Big Bang Theory, 2 Broke Girls, Mom etc, mas oferece um padrão de qualidade muito superior. A série se cercou de comediantes jovens, mas muito talentosos e o resultado é algo leve, mas muito especial.

    The Young Pope (primeira temporada)

    "Há muito suspense e intriga política. De certa forma, estamos diante de um 'House of Cards do Vaticano'. Os cenários são clássicos e suntuosos, mas Sorrentino faz questão de quebrar sempre que pode com algo da modernidade. Isso pode ser visto logo na primeira cena, em que Pio XIII acorda em um quarto clássico, com um rádio antigo, mas usando o despertador do iPhone. Em outro momento, o Papa, com seu figurino tradicional, anda sozinho pelos ambientes escuros do Vaticano, apenas para se deparar com uma onde de turistas com seus celulares e câmeras fotográficas", diz a matéria do AdoroCinema sobre os primeiros episódios da série.

    13 Reasons Why (primeira temporada)

    "Com um grande número de atores jovens, 13 Reasons Why traz um elenco sincronizado e uma trilha sonora que vai agradar seu público alvo. Outro toque interessante é a mistura natural de elementos modernos (o vício pelas redes sociais e o impacto que causa em seus usuários) com objetos considerados 'retrôs' (Clay só anda de bicicleta por aí, enquanto Hannah utiliza fitas cassetes para transmitir sua história)", destaca a crítica da série mais comentada e polêmica do ano.

    Riverdale (primeira temporada)

    Está longe de ser uma série tão boa quanto a maioria das citadas aqui, mas é inegável sua eficiência com o público que pretende atingir. O canal CW abraçou a ideia de Twin Peaks  Gossip Girl e o resultado foi no mínimo interessante.

    One Day at a Time (primeira temporada)

    A série passou despercebida pela maioria das pessoas, mas está disponível completamente na Netflix. Uma das produções mais inclusivas do ano e das mais bem sucedidas em mesclar humor e drama. O elenco é ótimo, com destaca para a EGOT Rita Moreno.

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