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    Cara Delevingne faz ensaio fotográfico sensual inspirado em Barbarella

    Valerian versão sci-fi erótico?

    Assim como qualquer outro aspecto da vida, o erotismo foi retratado pelo cinema desde os primórdios da sétima arte. É evidente que a representação da nudez e do sexo sempre esteve ligada aos filmes pornográficos, produzidos fora do âmbito dos grandes estúdios e da indústria cinematográfica, mas a situação mudou de figura quando o cinema europeu retomou sua potência no período pós-Segunda Guerra. Com menos pudor e mais desenvoltura narrativa, grandes cineastas fizeram do erotismo o núcleo narrativo de suas obras. Nos anos 50 e 60, destacam-se, entre outros prestigiados filmes, o sueco Mônica e o Desejo, de Ingmar Bergman, e o francês A Bela da Tarde, de Luís Buñuel.

    Com a legitimação trazida pelo cinema de arte, os filmes eróticos logo começaram a romper a barreira imposta pela indústria. A partir da década de 60, inúmeras produções B (longas de "segunda classe") ganharam muita notoriedade e, no Brasil, um gênero específico não demorou a se estabelecer: a pornochanchada, enormemente influenciada pelas comédias italianas da época. Falando em Itália, aliás, é de lá que surgirá uma verdadeira peróla do cinema erótico: Barbarella, de 1968. A ficção científica - que traz uma jovem Jane Fonda no papel principal, uma astronauta que tem a missão de destruir uma "máquina do sexo" -, é a inspiração estética principal para o sensual ensaio fotográfico realizado pela atriz e modelo Cara Delevingne para a revista GQ (confira acima). Relembre o clássico cult com o trailer abaixo:

    Vale lembrar que Delevingne retornará em breve aos cinemas graças à ficção científica (não-erótica) Valerian e a Cidade dos Mil Planetas. Dirigido por Luc Besson e coprotagonizado por Dane DeHaan, Rihanna e Clive Owen, o filme tem previsão de estreia para o dia 10 de agosto.

     

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