IT: Bem-vindos a Derry
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4,3
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59 Críticas do usuário

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GABRIEL LEMOS BEZERRA
GABRIEL LEMOS BEZERRA

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 29 de outubro de 2025
A série se passa 27 anos antes do primeiro filme, gostei muito da escolha do elenco, a série me deixou tenso na maioria do tempo mas também conseguiu descontrair com um pouco de comida aqui e ali, estou muito ansioso para os próximos episódios. Ja virou uma das minhas series favoritas
Bruno Bertolan
Bruno Bertolan

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de outubro de 2025
Série começou muito boa, creio que vai ser uma série extraordinária.
Bruno Cardoso
Bruno Cardoso

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de outubro de 2025
O primeiro episódio é complexo e assustador.
Mostra o início do IT e como ele foi ficando cada vez mais forte e aterrorizante.
O final do episódio, dentro do cinema, é bastante intenso; é preciso ter coragem para assistir até o fim.
Depois desse primeiro episódio, quero ver os próximos o mais rápido possível.
Gabriel Santos
Gabriel Santos

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 24 de dezembro de 2025
Terminei de assistir e posso dizer que adorei cada minuto da série. Boa história de forma geral, histórias dos personagens ótimas também, os personagens crianças extremamente cativantes, agente torce por eles todo tempo. A série começa despretensiosamente e vai aumentando a qualidade, com o final espetacular. Nada a reclamar da série a não ser que acabou.
Juan
Juan

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de novembro de 2025
Até o momento gostei bastante da série!! Top demais e ansioso pros próximos episódios. Só o primeiro episódio já valeu bastante e não esperava aquele final, conseguiu me prender bastante do início ao fim.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.231 seguidores 3.205 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 29 de dezembro de 2025
1º temporada de qualidade! Inicia de forma muito produtiva, mas com um ritimo meia boca, até que a partir do 3º epsodio, o bicho pega com cenas de horror puro numa direção de arte fabulosa e fecha no último ato perfeitamente! Grande série
NerdCall
NerdCall

53 seguidores 430 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2025
Depois de atrasos, paralisações nas gravações e muita incerteza sobre seu futuro, It: Bem-Vindos à Derry finalmente chega ao público carregando um peso considerável. Não apenas por expandir uma das franquias de terror mais populares dos últimos anos, mas também por correr o risco de se tornar algo desnecessário dentro de um universo que já parecia bem fechado pelos dois filmes recentes. O que surpreende, no entanto, é que a série não só evita esse destino como se firma como uma peça essencial da mitologia de It, oferecendo um novo fôlego à franquia e abrindo caminhos claros para futuras temporadas e até novos filmes.

Sob o comando criativo de Andy Muschietti, ao lado de Jason Fuchs e Barbara Muschietti, a série demonstra um domínio impressionante da obra de Stephen King. Aqui, o terror não está apenas no palhaço ou nos sustos, mas na própria cidade de Derry, tratada quase como um organismo vivo, cúmplice silencioso de tudo o que acontece. A série entende que It sempre foi mais do que Pennywise: é sobre medo coletivo, omissão, ciclos de violência e uma comunidade inteira que aprende a conviver com o horror.

Os problemas nos bastidores, no entanto, são evidentes e a própria série parece consciente disso. A greve dos atores de 2023 interrompeu as gravações, que só foram retomadas em 2024, criando uma quebra perceptível entre os episódios iniciais e os finais. O crescimento do elenco infantil é notável, assim como pequenas diferenças de tom e ritmo. Além disso, havia a grande dúvida: Bill Skarsgård retornaria ou não como Pennywise? O ator havia manifestado o desejo de se afastar de papéis que exigissem maquiagem pesada, o que gerou insegurança sobre a presença do maior símbolo da franquia.

Essa incerteza impacta diretamente a estrutura da série. Nos episódios iniciais, Pennywise está ausente de forma física. Em vez disso, a entidade se manifesta por meio de outras formas, explorando a ideia de que “A Coisa” pode assumir qualquer aparência. Narrativamente, essa escolha funciona dentro da lógica do universo, mas gera uma frustração inicial compreensível: o público sente falta do rosto mais icônico da saga. Ainda assim, a série aproveita essa ausência para investir pesado na construção de clima, sugerindo constantemente que algo está à espreita, observando e se alimentando do medo.

É apenas nos episódios finais, já com Skarsgård oficialmente de volta, que Pennywise retorna de forma plena. E é nesse ponto que a série cresce de maneira impressionante. A presença do ator não apenas conecta Bem-Vindos à Derry aos filmes, como também permite uma expansão profunda do passado do personagem. A série mergulha na história do “Pennywise humano”, antes de ser tomado pela entidade, e explora diferentes períodos, como 1908, 1935 e 1962, revelando como A Coisa se adaptou ao longo do tempo até assumir definitivamente a forma do palhaço.

Essa exploração do passado é um dos maiores trunfos da série. Tudo aquilo que os filmes apenas sugeriram ou deixaram em aberto aqui ganha contexto. A série explica por que Derry é como é, por que seus moradores parecem ignorar ou esquecer eventos traumáticos e como o ciclo de violência se perpetua geração após geração. As motivações da entidade, sua relação com o tempo e até sua forma de se alimentar do medo são apresentadas com cuidado, sem tirar o mistério, mas enriquecendo o universo de maneira consistente.

Outro grande acerto está na introdução e desenvolvimento de Dick Hallorann, personagem conhecido de O Iluminado e Doutor Sono. A série não apenas o insere de forma orgânica na narrativa, como cria uma conexão direta entre diferentes obras de Stephen King. Hallorann surge como uma figura fundamental, alguém que entende, ainda que parcialmente, a natureza do mal que habita Derry. Chris Chalk entrega uma atuação sólida, que evolui da confiança inicial ao desespero absoluto conforme o terror se intensifica. Ao lado de Pennywise, ele se torna um dos personagens mais marcantes da série.

O elenco infantil também merece destaque. A química entre as crianças é genuína, e suas atuações sustentam boa parte da carga emocional da história. Matilda Lawler, Clara Stack e Arian S. Cartaya conseguem equilibrar inocência, curiosidade e medo de forma convincente, fazendo com que o espectador se importe com aquele grupo e tema por seu destino. A série entende que, assim como nos filmes, o terror funciona melhor quando existe empatia real pelos personagens.

Ainda assim, Bem-Vindos à Derry não é isenta de problemas. A fragmentação causada pelas mudanças de roteiro e pela chegada tardia de Skarsgård é perceptível. Alguns episódios iniciais sofrem com efeitos visuais abaixo do esperado e com um ritmo menos envolvente. Além disso, quem espera uma sucessão constante de sustos pode se decepcionar. A série opta claramente por um terror mais atmosférico, menos focado em sustos rápidos e mais interessado em construir uma sensação contínua de ameaça.

Essa escolha, embora coerente com a proposta, cria um contraste com os filmes, onde o equilíbrio entre ambientação e sustos era mais evidente. Aqui, o medo vem mais da ideia do que da execução imediata. Ainda assim, a série não suaviza sua abordagem: o tema central continua sendo um palhaço que ataca crianças, e Bem-Vindos à Derry não foge disso. Há cenas perturbadoras, momentos gráficos e uma abordagem mais pesada, que reforça o desconforto e o horror psicológico.

No balanço final, a série consegue transformar desconfiança em surpresa. O que parecia um projeto arriscado e potencialmente dispensável se revela uma expansão rica, bem amarrada e cheia de significado para a franquia. Andy Muschietti, após um tropeço recente em The Flash, reafirma aqui seu entendimento profundo do universo de Stephen King. Bem-Vindos à Derry mostra que It nunca foi apenas sobre um palhaço assustador, mas sobre uma cidade amaldiçoada, ciclos de medo e histórias que atravessam séculos.

Mesmo com problemas pontuais de ritmo, fragmentação e efeitos visuais nos episódios iniciais, a série se consolida como uma das grandes surpresas de 2025 e uma das melhores produções do ano. Ela não apenas expande o passado, como desperta curiosidade genuína sobre o futuro, especialmente com as próximas temporadas ambientadas em 1935 e 1908. A franquia ganha uma nova sobrevida nas mãos de um diretor que entende sua essência e de um ator que prova, mais uma vez, que nasceu para dar vida a Pennywise.
Igor C.
Igor C.

14 seguidores 395 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2025
Não há muito o que acrescentar, porque a série fala por si. É simplesmente perfeita em todos os aspectos: roteiro afiado, produção impecável e uma execução magistral que raramente se vê na televisão atual. Cada episódio é conduzido com precisão, intensidade e propósito, resultando em uma obra que entrega cinema em sua forma mais pura. Absolute Cinema em estado máximo.
Everton Luís
Everton Luís

5 seguidores 101 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 10 de janeiro de 2026
Série chata demais, roteiro confuso e direção arrastada, você cansa de tanto diálogo e pouco suspense. Se a intenção foi surpreender o público, falharam miseravelmente.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 280 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 18 de dezembro de 2025
Primeira temporada concluída!

Enredo bom, um terror que assusta em muitas vezes, porém tem muitos efeitos forçados... fora isso muito bom.
Neia Santos
Neia Santos

1 seguidor 34 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 25 de novembro de 2025
A série tá muito boa.. roteiro e elenco de primeira..tá mais aterrorizante que os filmes.
Hauahauahauajau
Bruno Oliveira
Bruno Oliveira

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2025
Serie sensacional, do inicio ao fim, pqp.
spoiler: o setimo e o oitavo episodios são os melhores, no final tem um plot twist monstruoso
Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

148 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 2 de novembro de 2025
A série "It: Bem-vindos a Derry" acerta em cheio ao expandir o universo de Stephen King, oferecendo uma prequela atmosférica e envolvente que aprofunda as raízes do mal na cidade. Os dois primeiros episódios conseguem estabelecer um clima de tensão e mistério, transportando o espectador para a década de 1960 com uma estética visual impressionante, que lembra o trabalho de Andy Muschietti nos filmes anteriores.
O ponto alto é a construção gradual do horror, que não depende apenas de sustos fáceis, mas sim da sensação de que algo profundamente errado permeia a comunidade. A narrativa, que revisita eventos do ponto de vista de diferentes personagens, é engenhosa e mantém o espectador interessado em desvendar as conexões com a história principal. O retorno de Bill Skarsgård como Pennywise é um trunfo, e as novas dinâmicas familiares e o contexto social da época (incluindo o racismo e a insubordinação militar) adicionam camadas ricas e complexas à trama.
LIzandro Felipe Camargo
LIzandro Felipe Camargo

24 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2026
IT: Welcome to Derry parte de uma premissa que imediatamente remete a Stranger Things: um grupo de jovens começa a perceber acontecimentos estranhos na cidade enquanto investiga o desaparecimento de um colega. A grande diferença está no tom — aqui, o suspense dá lugar a um terror explícito, com cenas angustiantes e uma atmosfera muito mais pesada.

Ambientada antes dos eventos dos filmes, a série transforma Derry em um espaço opressor, onde o medo parece fazer parte da rotina. As manifestações da entidade It são constantes e perturbadoras, explorando diferentes formas de horror psicológico e físico. Ainda assim, é quando a criatura assume a forma do palhaço Pennywise que a série atinge seu melhor nível, entregando momentos verdadeiramente assustadores e memoráveis.

A narrativa aposta menos no mistério gradual e mais no impacto direto, o que pode dividir o público: fãs de terror mais intenso tendem a se envolver mais, enquanto quem espera algo mais leve pode estranhar o tom sombrio. O ritmo nem sempre é equilibrado, mas a ambientação e a proposta compensam.

No geral, IT: Welcome to Derry funciona como uma expansão interessante do universo criado por Stephen King, oferecendo uma experiência mais brutal e sombria. Não tem o mesmo apelo nostálgico de Stranger Things, mas se destaca por assumir sem medo sua identidade como série de horror, especialmente quando Pennywise entra em cena.
Lívio Chaves
Lívio Chaves

10 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 29 de novembro de 2025
No meu ponto de vista é uma das melhores séries de Terror que eu já vi, isso também inclui o fato de que a série é muito fiel aos livros de Stephen King.