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    Luke Cage
    Críticas dos usuários
    Críticas da imprensa
    Média
    4,2
    846 notas e 56 críticas
    distribuição de 56 críticas por nota
    6 críticas
    10 críticas
    12 críticas
    5 críticas
    1 crítica
    3 críticas
    Você assistiu Luke Cage ?
    Yanko Rodrigues
    Yanko Rodrigues

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    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 15 de dezembro de 2019
    A série não é ruim é muito boa, mas tem muitos defeitos. O personagem Luke Cage é muito chato, fica série inteira falando de paz blá, blá, blá, é sério, matou o boca de algodão muito cedo é uma pena era um ótimo vilão, os episódios são longo de mais chega a ser muito cansativo. Mas uma coisa é boa todos os vilões da série são ótimos.
    Eduardo M.
    Eduardo M.

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    Crítica da 2 temporada
    1,5
    Enviada em 29 de julho de 2018
    Temporada muito fraca! Veio de uma excelente temporada que arrecadou diversos fãs do personagem que sequer tinham lido um quadrinho. Deixa todos ansiosos para apresentar uma péssima temporada.
    Fa Waughan
    Fa Waughan

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 2 de novembro de 2020
    Poderia ser melhor achei um pouco fraca para uma série de heroi 😒 , não recomendo tem outras séries de heróis melhores
    Aridionis B.
    Aridionis B.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 13 de agosto de 2018
    uma das melhores séries que eu assistir com tanto com Game of Thrones, Crimm, Supernatural, American Gods,Super girl, Lúcifer,Lost in Space,Dark,Black list, Perdidos no Espaço, Como Treinar Seu Dragão Corrida Mortal, caçador de trolls,The 100,The Originals, Teen Wolf,Suits,Timeless,Reign,Luke Cage.
    Euler A.
    Euler A.

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    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 12 de julho de 2018
    A série é boa mais também deixa a desejar. A primeira temporada, o início é melhor do que da segunda temporada e o fim da segunda temporada melhor do que da primeira. Eu esperava mais do Herói, é um personagem incrível só que as cenas de lutas não são tão agradáveis, [spoiler]só as lutas contra o Bushmaster me agradaram um pouco, parecia mais realista. [spoiler]
    Walter H.
    Walter H.

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    Crítica da série
    0,5
    Enviada em 1 de outubro de 2016
    A série está lotada de clichês, diálogos ruins, falta de carisma, personagens secos, " vilões " piores ainda e muita, mas muita enrolação além de que as lutas mais parecem bêbados brigando do que alguém com " super poderes "; já os pontos positivos foram as músicas e também as referências da hq e do universo marvel, de resto não se salva nada.
    Ronaldo V.
    Ronaldo V.

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    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 2 de outubro de 2016
    Não é de todo ruim, mas também não é nenhuma campeã de audiência. A série que conta a história de Luke Cage, herói da ,marvel criado na década de 70 e adaptado para os dias atuais. Quanto ao roteiro, achei fraco também. Sinceramente depois de duas temporadas avassaladoras de Demolidor e uma temporada de Jessica Jones que superou minhas expectativas, eu esperava mais de LC. A história é tão enrolada que as vezes da impressão que eles estão enchendo linguiça para poder completar os 13 episódios (marca registrada das séries de heróis com o selo Marvels/Netflix). Sobre os diálogos acho que dentro do que é o roteiro eles se igualam. A trilha sonora realmente é boa, tentando nos climatizar quanto ao ambiente do Harlem. As atuações merecem destaques. Dentro de um roteiro enrolado, as atuações de Mahershala Ali e Alfre Woodard, ao meu ver foram muito boas, como os grandes vilões da série. Resumindo, a série é assistível, mas não chega nem aos pés dos seus predecessores. Agora é esperar Punho de Ferro.
    Heitor C.
    Heitor C.

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 2 de outubro de 2016
    Resumindo: O ritmo é lento e o enredo deixa pouca coisa inexplicada. Uma coisa é certa, com certeza haverá uma segunda temporada pois ficou tudo bem amarrado para isso acontecer ou no mínimo acontecerá em Defensores. Uma coisa que me irritou foi a arrogância dos vilões, queriam ter parecido inteligentes, cultos e sofisticados mas foram bem mais para arrogantes do que inteligentes e a forma burra de pensar e agir dos capangas deles. A série faz uma crítica coerente sobre a realidade da vida do negro na sociedade americana, como a violência policial. Vale a pena assistir, fico de acordo com a nota do Adoro Cinema, que foi justa para a primeira temporada.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    Crítica da 1 temporada
    3,0
    Enviada em 12 de setembro de 2017
    Formato bonito, cenário e fotografia idem. Mas.... Muito à quem daquilo que os fãs achavam, Luke Cage é um dos pioneiros da Marvel e não merecia ter uma série tão meia boca como essa, O protagonista não chega nem perto de ser carismático, destaque para Rosário Dawson e Alli. Cenas de ação fracas, cortes de enquadramentos sem noção,mostrando o amadorismo da direção, falta emoção, são 13 episódios que facilmente poderiam ter sido 4, assim eu poderia das um 3,5, mas.. . Uma pena...já confirmada a 2° temporada, vou pensar muito mesmo se vou assistir.
    Alan David
    Alan David

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    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 4 de setembro de 2017
    Começa bem, mas desanda no meio da temporada, porque toma uma decisão de mudança de vilão que não emplaca.
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 28 de fevereiro de 2017
    Gueto, Black Music e Harlem. Ao contar com uma licença que permite explorar diversos personagens da Marvel, a norte americana Netflix tem ampliado seu catálogo com séries baseadas em universos ainda não explorados pelo cinema, como é o caso de Luke Cage. Cage é um típico morador do Harlem, humilde, pobre e capaz de tudo para defender os menos favorecidos, sendo eles próximos ou não. Embora seja dotado de força e resistência sobre-humanas, o roteiro não tenta explorar em excesso essa característica, pois cairia no lugar comum deixando o personagem praticamente imbatível. Ao contrário disso, temos um sujeito psicologicamente abalado com seu passado, fragilizado pelo fato de ser diferente e amplamente frustrado com suas responsabilidades dentro do bairro. A ideia de usar esse elemento mais humano remonta ao que foi visto no primeiro filme do homem aranha, uma vez que grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Não que isso crie drama em demasia, mas ajuda a compilar um herói que serve de contraponto a suas habilidades. Apesar do foco no drama, trata-se de uma série de ação, entretanto, são poucas as sequências para caracterizar esse elemento e muitas são simplistas e mal dirigidas, dando a sensação imensa de artificialidade (sem falar dos efeitos visuais amadores). Na primeira metade dos treze episódios, pouco se vê de agitação, o que melhora um pouco na segunda metade, incluindo o ritmo da história que se torna menos arrastado. No elenco, além do (fraco) protagonista Mike Colter somos agraciados com o excelente (oscarizado) Mahershala Ali fazendo o vilão Cornell “Cottonmouth” Stokes, um homem temido e capaz de usar a violência na menor das circunstâncias quando é desafiado. Fazem parte também Rosario Dawson e Sonia Braga. Contando com uma boa fotografia e uma narrativa mais voltada a dramas pessoais, LUKE CAGE pode não agradar a muitos e deixar a desejar em diversos aspectos, mas é um bom entretenimento para quem quer algo bem roteirizado.
    Vitor Araujo
    Vitor Araujo

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    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 8 de fevereiro de 2017
    Gueto. Musica. Corrupção. Tráfico. Irmãos. Injustiça. Força. Marvel. Ação. Lenta. Polícia. Interessante. Legal.
    Jóckisan A.
    Jóckisan A.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 15 de outubro de 2016
    Luke Cage é uma ótima série, a melhor das séries da Marvel na Netflix até agora. Seu drama não é chato e nem pesado como o das outras séries, e ele usa seus personagens muito bem. Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
    Marcelo S
    Marcelo S

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    Crítica da 1 temporada
    5,0
    Enviada em 9 de setembro de 2017
    Quando estava no meio da temporada de Luke Cage eu já tinha cravado, era a melhor série da Marvel/Netflix, e, a melhor série original do serviço feita até então. Luke Cage é um super-herói da Casa das Ideias do quinto ou sexto escalão, alçado ao estrelato graças á uma mini-série lançado no EUA que deu outro tom para o personagem (usado na série) e também graças á sua entrada nos Novos Vingadores. A série da Netflix, inteligentemente criada por Cheo Hodari Coker, foge da obviedade de ser tratada como uma série de super-heróis (como Demolidor) para ser um retrato do seu tempo no quesito em se tratando da história negra americana.É claro, é uma série de herói, mas tudo o que cerca a série, tudo o que a sustenta, vem da cultura negra, antiga e atual. Nós temos diversas referências aos heróis negros americanos que já fazem parte da história, como Martin Luther King e Malcolm X, artistas negros da cultura POP também são saudados como Muhamad Ali, Myke Tyson, Notorius B.I.G, Tupac, Merry Floryweather, Wu Tang Clan e por aí vai... A série não é só boa em roteiro, mas na trilha sonora, ela é SOBERBA. Há um clube em Harlem onde se passa a série chamado "Harlem's Paradise" onde o dono, 'Cottomouth' (Mahershalla Ali) realiza seus negócios sujos, e sempre leva grandes músicos para se apresentarem em seu clube, já famoso no bairro. O mais legal é que em cada episódio nós temos um músico se apresentando no clube enquanto o episódio se desenrola, e eles performam sua música na íntegra. O ponto alto da série, pois além desses artistas serem mais do que talentosos, são lendários e significam algo para a cultura musical negra americana. Temos nomes como Raphael Saadiq no 1º episódio, Faith Evans (viúva de B.I.G) no 2º, Charles Bradley com um Funk pesadaço e performático no 3º, Jidenna no 5º, D-Nice que é um DJ BeatBoxer no 7º, The Delfonics um trio de R&B sensacional no 9º e Sharon Jones & the Dap-Kings com uma música incrível no último episódio. O elenco é predominantemente negro, Mike Colter manda muito bem como 'Luke Cage', apesar do personagem ser totalmente descaracterizado da versão dos quadrinhos, mas não compromete a série. Simone Missick interpreta 'Misty Knight', outra que ficou bem descaracterizada das HQ's, mas Missick dá um show de interpretação, rouba a cena todas as vezes que aparece, sem falar que tem uma cena de quase sexo ardente com Luke Cage no primeiro episódio, muito bem dirigida. Frankie Faison que interpreta 'Pop', mentor de Like e dono da barbearia, aparece em dois episódios e poderia levar um Emmy de ator coadjuvante, tamanha atuação feita na série. Rosario Dawson retorna como 'Claire Temple', muito melhor aqui na série, se encaixa bem na história de Luke. Sonia Braga interpreta a mãe dela 'Soledad'. Erik LaRay Harvey faz 'BlackDiamond' outro que está ótimo. Porém destaco três atores que pra mim roubaram a cena; Alfre Woodard (de Desperate Housewives) faz 'Mariah Dillard' e tem uma atuação impecável, que mulher, que vilã, com uma reviravolta de deixar qualquer telespectador de boca aberta e pasmo. Theo Rossi que faz 'Shades', começa com o freio de mão puxado, muito pelo roteiro, depois da reviravolta, fica dez mil vezes mais interessante, um vilão raiz mesmo, e que você acaba torcendo por ele pelo fato de ser esperto e pensar rápido. Atuação monstra de Theo muito focado na interpretação facial. Já, o melhor da série DISPARADO... Mahershala Ali (de Moonlight e Estrelas Além do tempo) como 'Cottonmouth-Boca de Algodão', O VILÃO... mal, frio, sangrento, esperto, um passo á sua frente sempre, ameaçador, sarcástico, carismático. Desde a hora em que ele aparece não tem como voçê não ter carisma pelo personagem de Ali, com seu sorriso sarcástico e falas de forte impacto, Cottonmouth é o vilão que todos amamos odiar e não conseguimos. Ali não deixa a interpretação cair em nenhum momento, e se a atuação dele em Moonlight não convenceu algumas pessoas para levar o Oscar, aqui em Luke Cage, ele não deixa dúvidas do quão bom ele é com um papel de destaque e liberdade criativa. Nota 1000 para Mahershala. Não darei Spoilers Alerts, assistam e se surpreendam, não vão se arrepender. A série é bem desenvolvida e segue num ritmo muito bacana... á partir do momento que Luke e Claire retornam para a antiga prisão de Luke, a série perde um pouco de fôlego, mas tudo ali é necessário para o desfecho da trama. Apenas o último episódio realmente deixa a desejar, pois o vilão 'BlackDiamond' de LaRay Harvey, chega no meio da série no melhor estilo arrasa-quarteirão, Pica Grossa, senta o pé na porta e mostra a todos quem é o bambambam de verdade, entrada muito boa na série e construção de personagem excelente... mas aí no final, resolvem transformá-lo literalmente em um vilão de quadrinhos de terceira categoria, com uniforme bobo e tudo, com uma briga com Luke bem mal coreografada e nada convincente e bem desencaixada com o desfecho. Neste quesito, ponto negativo. Ainda assim, Luke Cage é uma obra de arte, direcionada á cultura Negra americana de ontem e de hoje, seja na cultura POP, na política ou em outras questões como o assassinato gratuito de policias americanos em bairros mais perigosos e a omissão das autoridades quanto a isso. Não sou de notas... mas nota 10!!!
    Renan S.
    Renan S.

    Segui-los 66 seguidores Ler as 124 críticas deles

    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 8 de outubro de 2016
    Onde esse nível de herói urbano que Cheo Hodari Coker quis estabelecer com Luke Cage fala mais alto é, claramente, na trilha sonora da série. Em composições que conversam com e dão uma faceta blaxploitation à Luke Cage, a série demonstra com serenidade o que há em seu âmago e qual sua índole. Embalando dos piores aos melhores momentos, a trilha sonora parece ter recebido muito mais atenção que todo o restante na série. Toda sua classe e seu estilo sintetizam algo que Luke Cage aspira a ser, mas ainda não é. As leis da rua se fizeram valer, agora falta à série fazer jus a elas.
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