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    Fate - A Saga Winx: Veja as principais diferenças entre a série da Netflix e o desenho
    Por Kalel Adolfo — 26 de jan. de 2021 às 14:17
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    Fate - A Saga Winx, série disponível no catálogo da Netflix, está causando algumas polêmicas por excluir personagens queridos do desenho italiano.

    O live-action de O Clube das Winx — Fate: A Saga Winx — está fazendo bastante sucesso no catálogo da Netflix. Protagonizada por Abigail Cowen, a produção acompanha um grupo de garotas aprendendo sobre os seus poderes em um colégio mágico. Ao mesmo tempo, elas precisam enfrentar o passado sombrio do local.

    Diferente da animação criada pelo italiano Iginio Straffi, o seriado aposta em um clima muito mais adulto, com sequências assustadoras e repletas de adrenalina. Porém, algumas decisões estão causando polêmica, como as mudanças bruscas na narrativa e a exclusão de personagens não-brancos.

    Por isso, nós separamos as principais mudanças entre o desenho e o seriado da Netflix. Será que as renovações foram ruins ou boas? Dá uma conferida:

    Fate - A Saga Winx: Crítica da 1ª temporada da série da Netflix

    Musa e Flora estão modificadas
    Musa, de O Clube das Winx.

    Você lembra de Musa, a fada da música? Na animação, a personagem tem nacionalidade chinesa, e foi inspirada na atriz Lucy Liu. O problema é que a série coloca a britânica Elisha Applebaum para interpretar a fadinha asiática.

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    Flora (O Clube das Winx)

    Outra mudança que pegou mal foi a de Flora, a fada com os poderes da natureza. Com raízes latinas e inspiração em Jennifer Lopez, a personagem foi removida da produção e substituída por Terra, fada branca vivida por Eliot Salt.

    De forma bem rápida, a série cita que Terra é prima de Flora. Porém, a fada não aparece em nenhum dos episódios da primeira temporada.

    Fate - A Saga Winx: Quem poderia interpretar Musa e Flora?

    Personagens novos substituindo outras fadas icônicas
    Tecna foi removida de Fate: A Saga Winx.

    Se você é fã do desenho, provavelmente sabe quem são Tecna, Roxy, Brandon, Timmy, e Helia. Na série da Netflix, todos eles foram cortados. Em seus lugares, estão Silva (Robert James-Collier), Rosalind (Lesley Sharp), Dane (Theo Graham) Beatrix (Sadie Soverall) e Sam (Jacob Dudman).

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    Origem de Bloom está um pouco diferente

    No desenho, Bloom é uma princesa fada que foi adotada por uma família humana após o seu planeta ser destruído. Apesar disso ser citado em Fate, os roteiristas excluíram as raízes nobres da personagem e a sua conexão com Alfea.

    Muitos casais não existem em Clube das Winx

    O único namoro fiel ao desenho acontece entre Bloom e Sky. Inclusive, os dois chegam a se casar na animação. Contudo, outros relacionamentos como o de Riven e Musa são exclusivos do live-action.

    Stella não era uma personagem tão má

    Você provavelmente já sentiu raiva de Stella (Hannah van der Westhuysen) em Fate: A Saga Winx. Porém, além da fada não ser má no desenho, ela também não havia sido criada por uma mãe abusiva.

    Os vilões macabros de Fate não existiam no desenho

    Os Queimados de Fate — aqueles zumbis sinistros que causam infecções severas em suas vítimas — foram criados exclusivamente para a animação. Há algumas teorias de que eles sejam inspirados no Lord Darkar, o principal vilão da animação, mas não há nada confirmando isso.

    O mundo de Clube das Winx foi reformulado em Fate

    No Clube das Winx, Alfea existe na Dimensão Mágica, que é um universo paralelo capaz de comportar diversos planetas mágicos. Na série da Netflix, o local foi substituído pelo “Outro Mundo, que funciona como um espelho da Terra.

    Lançamentos da Netflix nesta semana (22/01 a 28/01)

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    Comentários
    • Mendy Lira
      Xuxus, revisem o texto. Em duas situações vocês colocam live-action no lugar de animação e animação no lugar de live-action.
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