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    Internet – O Filme: Rafinha Bastos conta quem entrou na última hora – e quem ficou de fora do elenco (Entrevista Exclusiva)
    Por Renato Hermsdorff — 23 de fev. de 2017 às 08:23
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    Ao lado do diretor, Filippo Capuzzi Lapietra, o ator, produtor e roteirista revela que pediu aos youtubers que usassem "um tom mais baixo” no filme.

    O material de divulgação de Internet – O Filme avisa: “São 25 loucos no mesmo evento”. Mas bem que poderiam ter sido mais. O produtor, roteirista e ator do longa Rafinha Bastos revelou, em entrevista ao AdoroCinema, que foi procurado por alguns youtubers – amigos dele – interessados em fazer parte do elenco, mas que não "cabiam" mais na trama. “Fechou. Fechou”, foi a negativa que Lucas Lira (do canal “Invento na Hora”) e Luba (“LubaTV”), por exemplo, ouviram do ex-apresentador da BAND.

    Alguns, ele e o diretor estreante Filippo Capuzzi Lapietra conseguiram até “encaixar”. Foi o caso de Lucas do canal “Inutilismo”, Nyvi (“Nyvi Estephan”) e Gordox (“williangORDOx”). Mas ele adverte: são participações tão pequenas, que podem até frustrar os fãs. “Mas é uma maneira que a gente teve de colocar um pouco mais da galera”.

    Sobre aqueles que foram sondados pela produção, mas negaram, Rafinha não cita nomes, mas alega que ouviu como respostas conflitos de agenda ou mesmo de projetos (poderiam estar envolvidos com outro filme, por exemplo). “É até ser injusto da minha parte falar que o cara foi cuzão e não quis participar”.


    Como, desde o início do projeto, a dupla tinha planos de fazer ci-ne-ma (Rafinha é bem enfático) – e não um vídeo longo para internet –, eles pediram para que os youtubers adotassem um tom mais baixo do que o usual do canal de cada um. “Que eles não estivessem escandalosos como eles estão em seus vlogs e no seu trabalho de internet”.

    Somados, os 25 loucos têm um público total de inscritos que equivale a 57 milhões de seguidores. É claro que muitos desses fãs assinam mais de um canal – o que significa dizer que estamos falando de um número menor, no fim das contas –, mas, segundo Rafinha, é bom que o Internet se pague.

    É um filme que é todo financiado com dinheiro próprio. Ele precisa fazer uma bilheteria legal para pagar as contas mesmo”. E pondera: “Mas é um investimento que, mesmo que não bata um super resultado, todo mundo queria fazer. Todo mundo queria ser o pioneiro de fazer esse primeiro com a galera junta”.

    Internet – O Filme chega aos cinemas nesta quinta, 23 de fevereiro.

    Já assistiu nosso papo com o elenco?

     

    O AdoroCinema viajou a São Paulo a convite da Paris Filme.
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