EUA vivenciam explosão de bebês batizados como 'Kylo' e 'Rey', na esteira do sucesso de Star Wars VII

“Kyyyyyyyyyyyyyyyyyyylo, tira já o dedo dessa tomada!”

Na esteira do sucesso de Star Wars – O Despertar da Força, nunca antes na história deste país – no caso, dos Estados Unidos –, os norte-americanos viram nascer tantos Kylo´s e Rey´s. A informação foi publicada pelo ScreenCrush, com base em dados do BabyCenter, para o qual, esse comportamento representa uma “enorme tendência”.

Antes de o filme estrear, em dezembro de 2015, o nome Kylo ocupava a 3.774ª posição entre os preferidos dos estadunidenses; agora, é o 1.165º. “Rey” deu um salto ainda maior, pulando da 14.172ª posição para o número 2.784 – e, sim, ainda há gente que batiza os filhos como Jedi (3.392º da listagem) e há quem chame o pimpolho(a) de Rogue (2.089º), antecipando o primeiro spin-off da saga, Rogue One, previsto para estrear no fim de 2016.

A popularidade de Rey é compreensível. A personagem interpretada por Daisy Ridley é uma heroína forte, que simboliza o sinal dos tempos do empoderamento feminino. Agora... considerando que Kylo (Adam Driver) é spoiler: um líder sanguinário que assinou sem dó o próprio pai, fica a pergunta: EM NOME DE JESUS, QUE PAI TEM CORAGEM DE COLOCAR ESSE NOME NO PRÓPRIO FILHO?

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