No streaming: Uma maratona de fantasia de 4 horas apresentando uma reinvenção de um dos personagens mais lendários de todos os tempos
Iris Dias
Amante dos filmes de fantasia e da Beyonce. Está sempre disposta a trocar tudo por uma sitcom ou uma maratona de Game Of Thrones.

A história da vilã mais icônica dos contos de fada ganhou vida nas mãos de Angelina Jolie — ao ponto de sua própria filha sentir medo da caracterização!

Os fãs de fantasia encontram em Malévola uma das releituras mais interessantes que a Disney produziu nos últimos anos. Lançado em 2014, o filme reinventou a clássica vilã de A Bela Adormecida ao colocá-la no centro da narrativa, apresentando uma origem mais complexa, emocional e surpreendentemente humana para a fada má interpretada por Angelina Jolie. A aposta deu certo: o longa conquistou o público, arrecadou mais de 750 milhões de dólares em bilheterias mundial e abriu caminho para uma nova franquia dentro do estúdio.

Está é a história do primeiro filme sobre a vilã

Malévola (Angelina Jolie) é a protetora do reino dos Moors. Desde pequena, esta garota com chifres e asas mantém a paz entre dois reinos diferentes, até se apaixonar pelo garoto Stefan (Sharlto Copley). Os dois iniciam um romance, mas Stefan tem a ambição de se tornar líder do reino vizinho, e abandona Malévola para conquistar seus planos.

A garota torna-se uma mulher vingativa e amarga, que decide amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, Aurora (Elle Fanning). Aos poucos, no entanto, Malévola começa a desenvolver sentimentos de amizade em relação à jovem e pura Aurora.

Malévola - Dona do Mal coloca mais uma vez a fada malvada da em destaque

Em Malévola - Dona do Mal, cinco anos após Aurora (Elle Fanning) despertar do sono profundo, a agora rainha dos Moors é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson). Ela aceita o pedido e, com isso, parte rumo ao reino de Ulstead ao lado de Malévola (Angelina Jolie), no intuito de conhecer seus futuros sogros, John (Robert Lindsay) e Ingrith (Michelle Pfeiffer). O jantar entre eles deveria ser de celebração entre os reinos, mas os interesses de Ingrith vêm à tona quando é criado um atrito com Malévola e os demais seres mágicos.

Dirigido por Joachim Rønning, o segundo longa amplia a mitologia apresentada no original, investe em cenas de ação mais grandiosas e aprofunda o debate sobre preconceito, pertencimento e identidade.

Embora tenha divido opiniões, Malévola: Dona do Mal ainda assim se mostrou um sucesso comercial, arrecadando cerca de 491 milhões de dólares em todo o mundo e consolidando a personagem como uma das figuras mais marcantes das adaptações live-action da Disney.

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