"Como eu fiz isso?": Ridley Scott reassistiu ao filme de guerra que ele fez há 24 anos e está muito surpreso
Nathalia Jesus
Nathalia Jesus
-Redatora e crítica
Jornalista apaixonada por cinema, televisão e reality show duvidoso. Grande entusiasta de dramas coreanos e tudo o que tiver o dedo de Phoebe Waller-Bridge.

Ewan McGregor e Josh Hartnett estrelaram este filme de guerra, que rendeu ao cineasta uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor.

Ridley Scott tem quase 30 filmes em seu currículo. Com um número tão grande de projetos, é natural que o cineasta tenha se esquecido um pouco de seus trabalhos anteriores. Por isso, o diretor ficou surpreso ao assistir a um de seus filmes do início dos anos 2000.

Há 24 anos, Scott dirigiu o filme de guerra Falcão Negro em Perigo (2001). Estrelado por Ewan McGregor, Eric Bana e Josh Hartnett, a história é sobre 160 soldados de elite americanos enviados à Somália para capturar dois senhores da guerra.

"Como eu fiz isso?", Scott contou ter pensado ao assistir novamente Falcão Negro em Perigo. Além disso, o cineasta admitiu à Variety que considera o cinema moderno medíocre. "O número de filmes sendo feitos hoje, literalmente no mundo todo: milhões. Não milhares, milhões... e a maioria deles é uma porcaria", disse ele.

Ridley Scott tem três indicações ao Oscar

Ridley Scott dirigiu Falcão Negro em Perigo — disponível na HBO Max — após dirigir filmes como Thelma & Louise (1991) e Gladiador (2000), cada um dos quais lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor.

Falcão Negro em Perigo marcou sua terceira indicação na categoria de direção. O filme também terminou entre os indicados para Melhor Fotografia e Melhor Edição, levando apenas o último prêmio.

Falcão Negro em Perigo
Falcão Negro em Perigo
Data de lançamento 8 de março de 2002 | 2h 23min
Criador(es): Ridley Scott
Com Josh Hartnett, Ewan McGregor, Tom Sizemore
Usuários
4,3
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O filme de 2001, cuja produção custou 92 milhões de dólares, não foi um sucesso comercial, arrecadando 172,9 milhões em todo o mundo. No entanto, foi bem recebido pela crítica. A imprensa especializada o elogiou como "um retrato visceral e emocionante da guerra, elevado pela magnífica habilidade técnica de Ridley Scott". No lado negativo, eles também notaram que o filme "carece de desenvolvimento de personagens e empatia cultural".

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