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Assuero Breckinridge
1 seguidor
29 críticas
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0,5
Enviada em 26 de abril de 2026
Mais um filme do Quentin Tarantino priorizando um final violento. Claro, os nazistas do passado são dignos de todo o nosso repúdio, bem como os indivíduos neonazistas do presente. Mas Bastardos Inglórios ultrapassa o rótulo de raso e consegue se tornar ridículo. Um falatório interminável dos personagens que não leva a lugar algum. Bastardos Inglórios congestiona-se com diálogos mesquinhos apenas para narrar um punhado de situações narrativas irrelevantes. Isso não é talento. E o final, mais uma vez, exultando na violência, como se isso pudesse desencadear algum tipo de catarse. Não há catarse alguma. O clímax, na verdade, é visado o tempo inteiro na narrativa e é bem previsível. Sem falar que é ínfimo em sua duração. E o que dizer dos fatos históricos? Bastardos Inglórios não apenas distorce deliberadamente os fatos históricos, como também os despreza sem pudor. É um filme destituído de política, apenas embromação e diálogos e mais diálogos, como se isso pudesse tornar o filme crível. E nem sequer se assemelha a uma distopia alternativa. Isso iria exigir uma alta dose de criatividade, um tipo de característica que Bastardos Inglórios não exibe. Apenas mostra uma patente vontade de pisotear os fatos históricos como se fossem irrelevantes, sem gerar catarse e sem direção criativa. Como um menino de 8 anos pisando nas uvas para criar vinho. Mas não tem vinho nenhum. Apenas um clímax que poderíamos muito bem e sem medo classificar de ridículo (um pouco de conhecimento de política poderia nos informar de que os nazistas não eram os grandes vilões da Segunda Guerra Mundial). Seria de se jogar fora? Literalmente, uma perda de tempo.
“Quer saber de uma coisa, soldado? Acho que essa foi minha crítica mais impiedosa”.
Sem dúvida é o melhor filme de guerra em relação a diálogos, Brad Pitt e elenco dão show, porque é uma mistura de humor e crueldade ao mesmo tempo, muito bem "temperado". Porém se você está querendo assistir um filme de guerra com ação frenética não irá encontrar aqui, o filme é bem lento neste aspecto. Os personagens são ótimos, um mais figura que o outro. O final do filme é surpreendente, tipo aquele título da Marvel "What if" (E se?...), afinal muitas figuras importantes são exterminadas e o desfecho dos dois personagens principais é muito bom.
A atuação é excelente. Hans Landa (obviamente) foi o melhor neste filme. Sua maneira de transmitir tensão e curiosidade sobre o que acontecerá a seguir é primorosa. Uma das melhores performances e um dos melhores vilões do cinema, mesmo sendo um personagem coadjuvante. A cena do bar com o soldado nazista Major Dieter é outra atuação brilhante. O que mais gostei foi quando ele percebe o impostor depois que este mostra três dedos de uma maneira "não alemã". Sua expressão naquela cena foi incrível; era evidente que algo estava errado, embora eu não tenha entendido a cena de imediato (só a compreendi depois de assistir ao filme). Para mim, as duas melhores atuações do filme foram ótimas. De modo geral, a atuação deles também foi excelente.
O roteiro, a direção, etc.: são incríveis. Mais uma vez, os diálogos de Tarantino são excelentes e bem construídos. Mesmo que as cenas sejam longas, você nem sente o tempo passar, pois está cativado, prestando atenção a cada detalhe. A cena do bar é um exemplo disso. Revendo as cenas, você percebe que cada detalhe importa. Literalmente. É isso que torna essa parte do filme tão brilhante. O desenvolvimento dos personagens até o momento final da morte de todos os nazistas.
Os efeitos práticos são ótimos. Quanto mais pesquiso sobre eles, mais me surpreendo. E revendo esses momentos do filme, fica claro o quão bem feitas as cenas são. As cenas de tiroteio, que Tarantino domina como ninguém, obviamente não deixaram a desejar neste filme. Cenas angustiantes, desde a decapitação dos nazistas até os tiroteios no bar. Muito bem feitas e conferem um grande realismo.
A cinematografia é incrível. Nas cenas de tensão, muitas delas com a presença de Hans Landa, ela é muito bem feita. Sua cena inicial na fazenda é a que mais gostei.
Em resumo, um filme incrível. Mas isso já era de se esperar de um filme de Quentin Tarantino...
Que filme, estou chocada doo quão bom é uma proposta muito interessante, que nos leva a ficar ao mesmo tempo angustiada e no fim aliviada com os ocorridos.
Não vou mentir, no início até o meio, o filme estava com uma mistura de terror e suspense, mas no final senti algo parecido com comédia kkkkkk Tarantino é visionário demais! Uma pena que a espiã e a Shoshana morreram a toa, enquanto o Hans vai vagar vivo por aí com uma suástica na testa...
Que eu me lembre, foi o pior filme do Tarantino que assisti, completamente sem noção, os atores são ótimos, e fizeram um bom trabalho, mas o roteiro, a história em sim é muito ruim.
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