Uma cidade costeira no norte da Espanha sofre com seu isolamento quando seus estaleiros começam a ser fechados, deixando vários trabalhadores desempregados à mercê de pequenas ocupações temporárias. Entre eles está Santa (Javier Bardem), um machão rebelde e auto-suficiente que se recusa a admitir o fracasso. Mas a verdade é que ele e seus companheiros, dos quais ele se torna uma espécie de líder, são perdedores completos, mergulhados no alcoolismo e em crises familiares.


O tempo passa e a história de Segunda-feira ao Sol ganha cada vez mais força. Afinal, como se vê nos extras, não se trata de um filme baseado em uma história real mas em milhares de histórias reais. Por esse motivo é impossível não se comover, entristecer, rir e se indignar junto desses personagens tão reais. Parabéns ao diretor Fernando León de Aranoa por ter dado voz àqueles que tiveram suas chances e vidas destruídas.
E mais uma vez o cinema espanhol prova ser competente no que faz. Depois de "Lucía e o sexo", "Segunda-feira ao sol" vem para destruir - com toda a competência possível - a cretinice pós-moderna imposta pelo capitalismo. Excelente roteiro dirigido com segurança e maestria. Personagens e cenas antológicas. Apenas uma palavra: imperdível.
Vários
- Foi o representante da Espanha ao Oscar 2003 de melhor filme estrangeiro.- Exibido na mostra Panorama, do Festival do Rio 2003.- O orçamento de Segunda-Feira ao Sol foi de US$ 4 milhões.
Nacionalidades
Espanha,
França,
Itália
Distribuidor
-
Ano de produção
2001
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
3 354 000 EUR
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
35mm
Cor
Colorido
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
1.85 : 1
Número Visa
-
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