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anderson j
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5,0
Enviada em 13 de novembro de 2018
O filme máximo do cinema Nacional. Um dos grandes marcos da história do cinema mundial, sim!...A direção do filme é perfeita por captar a simplicidade do modo de vida dos personagens e por ser cheias de inventividade e precisão, não fica a sensação de estar vendo um filme e sim de estar vivenciando tudo aquilo, é desse nível!. A construção do filme é algo monstruoso, sua estrutura narrativa é sensacional, o roteiro simples e sólido é fortalecido por excelentes personagens e diálogos viscerais, sem contar a crueza das atuações e da brutalidade mostrada em cena, que é de um realismo tão impactante que ao mesmo tempo que choca, consegue ser em muitos momentos engraçado, justamente por seu realismo e por seus personagens 100% humanos e compreensíveis, além de ter uma reconstrução de época impecável, a transição de década é fluída e muito precisa. A grandeza de cidade de deus está muito além dos padrões de filmes brasileiros costumeiros. Pena não haver muitos filmes nacionais desse patamar.
Um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Excelente crítica política e social sobre drogas, favela e violência. Porém, o excesso de violência (ou realidade) pode desagradar algumas pessoas.
Sensacional, um dos melhores (se não o melhor) filmes brasileiros de todos os tempos, uma edição sensacional, muitas cenas chocantes e atuações fortes. Um clássico imperdível.
Em Cidade de Deus, Buscapé narra sua história em uma comunidade do Rio de Janeiro, onde ele convive com a violência e o tráfico de drogas, mas para contar sua história, também precisamos conhecer Dadinho, Mané Galinha, Cenoura, Bené, e alguns outros personagens que de certa forma fazem parte de sua vida.
Buscapé é um menino que não quer viver aquela realidade do tráfico, isso fica claro desde o início do filme, ele usa seu talento como fotógrafo para tentar fugir daquela realidade. Já Dadinho desde criança mostrou que ia seguir o mundo do crime, quando ele completa 18 ano, se torna Zé Pequeno, um traficante perigoso que não precisa de muitos motivos para matar alguém.
Cidade de Deus nos apresenta de forma muito realista o que os moradores da favela presenciam, e como crianças, que já nascem dentro daquela realidade dificilmente saem daquele lugar, são poucos que se destacam como o personagem Buscapé. Além do tráfico, questões como uma polícia corrupta e a mídia marrom, sensacionalista, está envolvida nessa realidade também.
As atuações também são ótimas, Leandro Firmino da Hora, que interpreta Zé Pequeno soube dar vida ao personagem, ele consegue nos passar toda personalidade do traficante, junto com a energia pesada que ele carrega consigo, o ator que interpreta Dadinho, Zé Pequeno quando criança, Douglas Silva, também fez um bom trabalho.
O filme é de 2002, então sua qualidade técnica pode não ser a melhor, mas a forma como a história de Buscapé é narrada, desde a história do Trio Ternura até o dia em que ele consegue um estágio como fotógrafo, é muito bem montada, não há nenhuma grande falha. Assim como a fotografia do filme, que também foi muito bem trabalhada, inclusive a forma como eles trabalham as fotos de Buscapé na edição são um diferencial da obra.
filme sensacional. edição impecável. reunião atributos originais e também técnicas de filmes do cenário internacional sem dever nada em termos de qualidade. obra espetacular. talvez o maior ponto a se lamentar é que tamanha grandiosidade teve como matéria prima a desigualdade e violência que assola o Brasil.
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