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André Trabuco
2 críticas
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3,0
Enviada em 1 de agosto de 2025
Infelizmente, os novos filmes não conseguiram replicar o impacto do primeiro Jurassic Park. Foram produções até divertidas, mas repletas de erros básicos e decisões questionáveis. A fórmula que fez o original ser um sucesso parece ter se perdido ao longo do caminho.
O último filme — Jurassic World: Rebirth — até tenta resgatar o espírito do primeiro, mas sem sucesso. Algumas cenas são praticamente cópias do original, mas sem a mesma força ou emoção. Faltou um bom roteiro, faltou suspense… Os personagens principais já lidam com dinossauros como se fossem cachorros de estimação. Mal demonstram surpresa ou medo, como se já estivessem acostumados com aquilo tudo.
A diferença é gritante quando a gente lembra do primeiro filme, em que os atores pareciam genuinamente assustados. E com razão: boa parte dos dinossauros ali estavam realmente presentes no set, graças ao uso de animatrônicos impressionantes. Já nesse último, embora digam que os animatrônicos foram usados novamente, em muitas cenas o CGI deixa a desejar — dinossauros com pouco detalhe, movimento artificial, textura estranha… E isso quebra a imersão.
No fim das contas, o que falta mesmo é aquela sensação de maravilhamento e medo real que o primeiro filme transmitia tão bem.
O Cinema pós moderno se apega a movimento, imagens, explosões... o roteiro é esquecido.
Fui assistir com minha esposa e, sinceramente, o filme decepcionou. Parece uma colagem apressada de elementos e cenas recicladas dos filmes anteriores, como se subestimassem a inteligência do público. As cenas são curtas e aceleradas, claramente pensadas para chamar atenção em redes como o TikTok, sem dar tempo para criar qualquer envolvimento emocional. Falta tensão, falta profundidade — sobram piadinhas bobas que quebram o clima o tempo todo. Já não se fazem mais filmes sérios como nos anos 90 e início dos anos 2000. É lamentável ver uma franquia que já deveria ter encerrado sendo espremida até a última gota, apenas por lucro.
Filme: Jurassic Park 7: O Recomeço @jurassic_park_movie #jurassicpark Assistido: 27-7-25 Elenco: @scarletjohanssonworld @jbayleaf @lunablaise @mahershalaali @rupertfriend @edskrein @audrinammiranda @bechirsylvain Modelo: #aventura #fantasia #suspense Duração: 2h 13m Ano: 2025 Minha opinião: A 1ª triologia 1- Jurassic Park: Parque dos Dinossauros (1993), 2- O Mundo Perdido (1997), 3- Jurassic Park 3 (2001), a 2ª triologia 4- Jurassic Wolrd: O Mundo dos Dinossauros (2015), 5- Reino Ameaçado (2018), 6- Domínio (2022) e agora será que teremos uma nova triologia? E este filme é a menor arrecadação Jurassic no ínicio de uma º 1,1 bilhões, 2ª 1,6 bilhões e agora 660 milhões. Temos Zora (Johanson) e sua equipe para levar o dr. HEnry (Bailey) e o investidor Martin (Rupet), com o objetivo de tirar sangue de um dinossauro marinho, terrestre e voador. E com isso poder produzir remédios para todo tipo de doença. E para sempre termos uma criança, uma família deriva, que acaba sendo salvo pela expedição. E estando no mar encontram um dinossauro marinho onde coletam a 1ª ampola. Mas quando estão perto da costa são novamente atacados e dividindo as equipes. Mas para chegar até aqui demorou mais de 40 minutos ou ⅓ do filme, só criando narrativa do filme, que não precisa de tudo isso. Aqui não temos aquelas cenas que mostra grandes horizontes ou os dinossauros em grande diversidade. Falta aquele suspense que nos outros filmes sempre nos deixaram tensos e presos na poltrona. Sem nada novo a apresentar, a não ser a atuação dos atores, mas também deixaram a desejar. Na parte final, creio que este é o mais fraco de todos. Vale apena assistir? Para os fãs. Nota: 6
Um filme cheio de ação, aventura e uma pitadinha de suspense. A beleza e os deralhes fica por conta da computação gráfica em paisagens de tirar o fôlego.
Dirigido por Gareth Edwards e com roteiro assinado por David Koepp – roteirista do Jurassic Park original – Jurassic World: Recomeço tenta reiniciar a franquia com um olhar que mescla nostalgia, consciência ecológica e um forte apelo visual. O filme resgata elementos fundamentais da saga iniciada por Spielberg em 1993, sem depender exclusivamente da nostalgia para se sustentar.
Visualmente, o filme é um dos mais consistentes da franquia. As locações reais na Tailândia substituem o excesso de CGI de capítulos anteriores e criam uma ambientação mais crua e imersiva. A fotografia de John Mathieson destaca-se pelas composições amplas, onde a natureza e os dinossauros compartilham espaço com os humanos de forma equilibrada. Há uma busca clara por devolver à franquia o senso de maravilhamento perdido nos episódios mais recentes.
O design de produção também merece destaque. O filme introduz novos dinossauros, como o Dementus Rex, com ótimo acabamento visual e sem exageros. A cena do ataque submerso do Mosassauro, por exemplo, é impactante e bem construída, lembrando o cuidado técnico que consagrou o primeiro Jurassic Park. Ainda assim, alguns momentos pontuais com uso de chroma-key não passam despercebidos.
A trilha sonora de Alexandre Desplat consegue transitar com equilíbrio entre o respeito aos temas clássicos de John Williams e uma identidade própria. Desplat imprime um tom mais sombrio e contemplativo, que funciona especialmente bem nas cenas de suspense e nos momentos de maior introspecção.
O elenco surpreende positivamente. Jonathan Bailey, no papel do paleontólogo Henry Loomis, entrega uma atuação carismática e cheia de nuances. Scarlett Johansson interpreta Zora Bennett com firmeza, evitando cair em arquétipos. Mahershala Ali e Rupert Friend cumprem bem seus papéis, trazendo credibilidade e densidade ao elenco de apoio.
Se o roteiro não traz grandes inovações, pelo menos acerta em manter o foco temático. Questões como o impacto ambiental, o limite da engenharia genética e a relação humana com o planeta voltam a ser centrais – e são tratadas com mais maturidade do que nas últimas sequências da saga. O discurso de Loomis, por exemplo, sobre a fragilidade da espécie humana diante da natureza, funciona como o ponto reflexivo que faltava aos filmes anteriores.
Jurassic World: Recomeço talvez não reinvente a franquia como prometido, mas certamente a reposiciona. Ao apostar em direção cuidadosa, efeitos visuais mais orgânicos e personagens com alguma profundidade, o longa representa um passo à frente para uma série que por vezes parecia perdida entre sua própria grandiosidade e a necessidade de agradar a todos.
Para quem é fã da saga como eu, há momentos de puro encantamento. Para quem procura uma boa aventura escapista com peso técnico e visual, é um retorno digno às origens jurássicas.
A experiência de assistir no cinema foi MUITO BOA, eu nao conseguia parar de tremer a perna enquanto assistia, e os momentos engraçados renderam boas risadas com minha familia e as outras pessoas no cinema, 10/10, RECOMENDO MUITO, ASSISTA AGORA!!
Por mais que o foco não pareça ser em si os dinossauros, mas sim, a busca pelo antídoto que salvará várias pessoas, eu achei maravilhoso, pois é de uma crítica incrível em relação as indústrias.
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