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Vinebr53
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2,0
Enviada em 6 de julho de 2025
O filme não explora nenhuma das sua questões e quando aborda simplesmente as esquece. Além de que o próprio filme ser corrido ele mesmo não sabe o que quer ser.
Sábado a tarde e eu procurando algo de aventura e nostalgia. Sim, escolhi esse filme eu com meus 31 anos e tendo crescido numa geração desses filmes. Claramente os antigos são melhores o roteiro, a emoção até o sangue das percas . Os roteiros são os mesmos . Esse eu vendo em 3d foi diferente de modo geral gostei e as imagens no mar foram de altos nível e indico sim o filme mais saiba é mais açãooo , roteiro mais rasooo , menos profundo. Entretenimento.
Filme muito parado, com piadas sem graça nenhuma! Fora uma criança que leva um dinossauro na mochila como se fosse um cachorro! Melhor assistir os filmes antigos mesmo.
Filme incrível! Vale muito a pena assistir o cinema, resgata sim tudo aquilo que JP tem de maravilhoso, não é igual ao 1º, mas tem uma pega surpreendente.
Olha eu achei as críticas do Povo muito pesada Não é para tanto, O filme é bom tem uma pegada de Jurassic Park sim, Principalmente no final que quando o barco está indo embora lembra muito o Jurassic Park 1 quando o helicóptero está indo embora, é um dos melhores Jurassic World que eu já vi, e nós tem que parar com isso de achar que o filme tem que ser melhor que Jurassic Park, Muito bom recomendo e Parem com isso gente, por favor temos que saber julgar bem.
Cara, o filme é muito bom! (Não contém spoiler) Não é um glamour de roteiro, até pq estamos a ver dinossauros tentando comer humanos e não um filme do Christopher Nolan com um novo Oppenheimer. Mas dada as devidas proporções, é relativamente bom. Os atores cumpriram seu papel, o CGI tá lindo e a direção do Gareth Edwards é a melhor pós Spielberg. Ele trouxe ângulos incríveis, o real tamanho dos dinos e também o impacto das mortes (coisa que tava faltando nos últimos filmes, MORTES.) e a apreensão. Eu me diverti, fiquei com medo, angústia, torci e me emocionei muito, principalmente quando toca a trilha clássica. Enfim, não vou me aprofundar muito. Mas uma coisa é certa, não vão na onda de quem tá falando que o filme é um lixo. Lógico, respeitando a opinião dos mesmos. Vá assistir! Vc não vai se arrepender. O filme é muito bom. Principalmente se vc for fã da franquia. No final a sala toda aplaudiu, e eu fiquei com uma sensação ótima que fazia tempo que não sentia. Bom, e essa foi a minha opinião. :D .
E um ótimo filme,vale a pena assistir!,achei a história do filme muito bom,com a escolha de elenco boa,e como todos sabem, sempre vai ter o personagem ganancioso que fica de cara a cara com o dinossauro.spoiler:
O nome do filme deveria se chamar Jurassic Word os Debis e os Lóides, eu nunca vi tanta gente burra em um filme, eles tentam morrer o filme todo, mas o roteiro não deixa. Duas estrelas e meia, foi pela nostalgia da música do primeiro filme.
Jurassic World: Recomeço talvez seja o nome mais honesto que um reboot da franquia jurássica poderia ter. Anunciado três anos após o decepcionante "Jurassic World: Domínio", o novo longa chegou envolto em desconfiança e questionamentos. Afinal, o que mais havia para se contar em um universo tão explorado? A resposta veio com a escolha do diretor: Gareth Edwards. Conhecido por seu trabalho em "Rogue One" e, mais recentemente, pelo elogiado "A Resistência", Edwards tem um olhar apurado para o uso de efeitos visuais a serviço da narrativa. E em uma franquia onde dinossauros convivem com humanos, essa competência técnica é essencial.
Edwards, que iniciou sua carreira como produtor de efeitos visuais, sabe exatamente como posicionar a câmera para valorizar ou disfarçar o CGI. Em "Recomeço", ele faz jus ao título e coloca os dinossauros de volta ao centro da narrativa. Seja pelo detalhamento da renderização ou pelo espaço que eles ganham nas cenas, os animais voltam a ser criaturas imponentes e fascinantes. Edwards os enquadra de maneira majestosa, ora como ameaças, ora como figuras quase mitológicas, como se estivesse redescobrindo a franquia pelo olhar do espanto.
O elenco também contribui para a boa experiência. Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali entregam atuações comprometidas, mesmo quando a trama não exige grandes profundidades. A dinâmica entre o trio é natural e cria bons momentos de humor e tensão, sem cair no exagero. A narrativa, dividida em dois núcleos principais, tem seus altos e baixos. O grupo que busca o DNA dos dinossauros impulsiona a história com mais firmeza, enquanto o arco da família perdida na ilha funciona mais como recurso emocional e como instrumento de urgência para o clímax. Ainda que a ideia seja válida, a alternância entre os núcleos às vezes quebra o ritmo, principalmente quando o filme acelera nas sequências de ação e logo em seguida desacelera com cenas de desenvolvimento dramático.
Apesar de não reinventar a roda, o longa acerta em seus objetivos. O roteiro, ainda que genérico em alguns momentos, tem o mérito de resgatar elementos científicos que estavam em falta nas últimas produções. Há espaço para debates éticos, explicações técnicas e a sensação de maravilhamento científico que consagrou o "Jurassic Park" original. Além disso, o filme incorpora uma leve camada de terror, especialmente em cenas noturnas ou em ambientes fechados, evocando o suspense de "O Mundo Perdido: Jurassic Park".
A direção de Edwards é o grande diferencial. Ele consegue transformar três sequências de ação em momentos memoráveis, com ritmo e composição dignos de grandes blockbusters. A trilha sonora clássica da franquia reaparece com força, arrepiando nas horas certas e reforçando o tom de aventura e nostalgia. O uso dos efeitos visuais é pontual e assertivo, e é possível ver claramente o cuidado estético em cada plano.
Em seus tropeços, "Jurassic World: Recomeço" sofre por abarcar personagens demais. Algumas relações soam superficiais e certas motivações parecem apenas justificativas narrativas para mover a trama. Ainda assim, o saldo final é positivo. Edwards entrega um filme que não tenta ser maior do que a franquia, mas entende o que a fez icônica: o deslumbre diante do desconhecido, a tensão das caçadas e a reflexão sobre a relação entre humanos e natureza.
"Jurassic World: Recomeço" não é o melhor longa da franquia, mas consegue ser o mais equilibrado desde 2015. Resgata a grandiosidade dos dinossauros, apresenta sequências emocionantes e coloca um ponto final digno no ciclo de erros recentes da série. É um novo começo que merece ser celebrado.
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