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Mioko Sato
2 críticas
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5,0
Enviada em 16 de maio de 2026
Assisti 3 vezes e chorei do início ao fim todas as três vezes. Uma verdadeira obra de arte do cinema. E mais que recomendo assisti-la. Muito além da impecável produção, o filme é sensível e cada vez que assisti, percebi um aspecto diferente. Assista. Apenas assista. E aprecie. E viva-o.
É um filme muito bonito, porém, difícil de assistir e entender pois há palavras não verbalizadas e é bastante escuro. É para adultos mesmo! Um filme marcante.
Uma obra prima! Sem dúvidas, impossível não chorar nesse filme, com atuação de todos sendo espetacular, destaque aos dois principais, a história é triste do início ao fim praticamente, mas o final é mais emocionante, ninguém se levanta no final da sesão, simplismwnte perfeito, um roteiro muito bom, e a história genial
Filme que vale bastante a pena. Fazia um tempinho não via um filme tão poético podemos dizer como eses. spoiler: basicamente quando o homem saiu do teatro e foi chora, parecia que eu ja senti a dor daquele choro dele. Me fez chorar, foi lindo e recomendo demais
Filme acima da média, daqueles dramas de época (idade moderna) que marcam e se tornam uma referência. O filme é sobre o luto enfrentado pela família do William Shakspeare, com a morte prematura de seu filho e todo impacto que isso causa, principalmente na mãe. Aqui, a trajetória do Shakspeare como dramaturgo, propositalmente é coadjuvante mas serve como pano de fundo pro tema do luto ser amplamente explorado. O filme é de uma sensibilidade absurda e Jessie Buckley entrega uma atuação perfeita. Elenco muito bom, fotografia nota dez e a cena final é uma das melhores do cinema nos últimos anos. Merecia mais reconhecimento.
Apesar de ser, em termos gerais, bem construída, a obra é inundada de uma monotonia emocional, que, por sua vez, gera uma comoção flácida. O apelo dramático se fincou apenas no acontecimento – sem que as atuações, o andamento, em resumo, se vinculassem.
Alguns filmes parecem feitos sob medida para o circuito de premiações: estética refinada, atuações intensas e uma narrativa profundamente introspectiva. Hamnet, lançado em 2025 e com aproximadamente 124 minutos de duração, é exatamente esse tipo de produção — um drama histórico que busca mergulhar na vida pessoal do maior dramaturgo da língua inglesa.
Inspirado no romance de Maggie O'Farrell, o filme aborda o período anterior à criação da tragédia Hamlet, explorando o luto que teria inspirado William Shakespeare a escrever sua obra mais famosa.
Gêneros: Drama histórico, Biografia, Drama psicológico
A produção ganhou enorme reconhecimento crítico, conquistando 8 estatuetas no Academy Awards de 2026, reforçando seu perfil claramente voltado ao cinema de prestígio.
Principais atores e personagens Agnes Shakespeare — Jessie Buckley William Shakespeare — Paul Mescal Hamnet Shakespeare — Jacobi Jupe Enredo
A narrativa acompanha Agnes, esposa de William Shakespeare, e sua relação com o filho Hamnet em uma Inglaterra do século XVI marcada por tradições, espiritualidade e perdas familiares.
A história se desenvolve muito mais pelo olhar de Agnes do que pelo do próprio Shakespeare. O filme se concentra na vida doméstica da família, nas fragilidades emocionais e no impacto devastador da morte de um filho — evento que teria marcado profundamente a vida do dramaturgo.
Somente no terço final do filme é que Shakespeare passa a ganhar maior presença na narrativa, surgindo como o artista que transforma dor pessoal em criação literária.
易 Estória e desenvolvimento
O grande foco do filme é o luto silencioso e a maneira como diferentes pessoas lidam com a perda.
Durante grande parte da trama, acompanhamos a jornada emocional de Agnes, interpretada com enorme sensibilidade por Jessie Buckley, que constrói uma personagem carregada de dor, espiritualidade e força interior.
O roteiro opta por uma narrativa contemplativa, cheia de silêncios, metáforas visuais e momentos introspectivos. Esse estilo pode ser fascinante para quem aprecia cinema autoral, mas também pode tornar a experiência monótona para parte do público.
No último terço do filme, finalmente vemos Shakespeare assumir um papel mais central, recitando trechos de suas poesias e dando pistas de como sua tragédia pessoal se transforma em inspiração artística.
Filmes semelhantes
Produções com abordagem histórica e dramática semelhantes incluem:
Shakespeare in Love The Favourite Elizabeth
Todos exploram figuras históricas com forte foco em drama e atmosfera.
⭐ Avaliação Final
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet é um típico filme de premiações: tecnicamente refinado, com ótimas atuações e uma abordagem artística muito cuidadosa.
A atuação de Jessie Buckley como Agnes é, sem dúvida, o ponto mais forte da produção e justifica o reconhecimento recebido nas premiações. Ela carrega grande parte da carga emocional do filme.
Por outro lado, o ritmo extremamente contemplativo pode tornar a experiência cansativa para quem espera uma narrativa mais dinâmica.
É o tipo de filme que divide opiniões: admirado pela crítica, mas nem sempre acessível ao grande público.
Vale a pena assistir? Sim, especialmente para quem aprecia dramas históricos e cinema de prestígio. Mas prepare-se para um filme lento e contemplativo.
lindíssimo, emocionalmente potente, as fotografias são dignas da telona, retrata o amor em todas suas fases, que inclui a perda, a dor, o luto por um ser que você trouxe ao mundo e pouco conviveu.
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