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Ingrid Nucci
2 críticas
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0,5
Enviada em 29 de janeiro de 2026
Pesado, triste, decepcionante! Me arrependi de ter assistido com minha família. Ficamos todos tensos depois desse filme. Poderia ser abordado o tema de outra forma mais leve e bonita, não da forma que foi feito. Pessimo! Nem vou perder tempo em assistir o 3.
O primeiro amei por isso assisti o 2. Mas me arrependi
Nosso lar 2: os mensageiros segue o segundo livro da coletânea de Chico Xavier. O filme seguiu com a direção de e roteiro de Wagner de Assis. Agora André Luiz (Renato Prieto) segue na colônia espirita Nosso lar, porém agora decide entrar pra um grupo chamado de mensageiros, liderado por Ancieto (Edson Celulari). Eles vão para a Terra para acompanhar uma missão que acabou fracassando. A missão tinha um propósito de ligar o mundo espiritual e a Terra. Passando então acompanhar 3 pessoas. Porém a missão sofre alguns problemas causados principalmente pelo espirito de Otávio (Felipe Carolis), um dos 3. Após 14 anos, o longa tem sua sequência, dessa vez o nosso protagonista fica mais na função de narrador e com poucos minutos de tela. André Luiz acaba sendo muito mal aproveitado. Como um aprendiz na nova função poderia se utilizar da perspicaz e curiosidade do personagem que o fez no primeiro filme. No lugar dele, Vicente (Fábio Lago) acaba ganhando mais destaque. O filme novamente se perde em colocar sempre os personagens como ministros, governador e o próprio Ancieto em tom professoral. Outro ponto negativo é a direção de arte que deixou a desejar quando comparado com o primeiro filme. Aqui temos muito efeito gráfico desnecessário e mal feito. Poderiam ter caprichado melhor nisso, pois boa parte do filme se passa na Terra e não em Nosso lar. O filme poderia ter apostado mais nos diálogos de Otávio com os demais personagens. O filme se perde claramente em uma falta clara de protagonismo e pelo excesso de lições didáticas.
"Visualmente bonito, mas com limitações narrativas." Dirigido por Wagner de Assis, Nosso Lar 2: Os Mensageiros dá sequência ao filme de 2010, trazendo novos personagens e explorando a conexão entre o mundo espiritual e o material. A produção se destaca pelos belos efeitos visuais e conceitos espirituais cativantes, mas peca em profundidade e narrativa envolvente. A trama acompanha André Luiz (Renato Prieto) em uma missão como mensageiro, sob a liderança de Aniceto (Edson Celulari). Eles interagem com Otávio (Felipe de Carolis), um médium, Isidoro (Mouhamed Harfouch), líder de uma casa espírita, e Fernando (Rafael Sieg), um empresário, cujas histórias se entrelaçam. Embora instigante para quem aprecia o espiritismo, o filme carece do impacto emocional e da fluidez do primeiro, resultando em uma adaptação que não alcança o potencial do livro.
Um filme que não responde a pergunta que não quer calar: para que servem os espíritos? Não estou perguntando como se evoluem, mas para que servem? Qual sua utilidade? Tenho certeza de que terei explicações iguais as que recebo de ufólogos por questionar os ETs que se dão o trabalho de virem de tão longe e não se mostrarem. Espíritas e ufólogos compartilham a mesma resposta: não estamos suficiente evoluídos para saber então tudo vira mistérios insondáveis revelados para poucos que por sua vez se transformam em Joões de Deus e Thomazes Green Morton.
Meio sem pé e sem cabeça, filme chato, bem diferente do primeiro em qualidade, gráficos, efeitos especiais, tudo, não agradou. O primeiro filme levou ao entendimento espírita ou espiritual, esse já não dá vontade de continuar assistindo ou entendendo o que se passa, não gostei do empenho dos atores, muito seco. Talvez outras pessoas fariam melhor o filme, difícil entendimento. Um ou outro ator/atriz desempenhou bem, mas o foco no ator principal matou o filme. Quem era Emanuel, cadê o André Luiz, Chico Xavier, sei lá talvez o problema está em mim, não entendi o filme.
Há uma preocupação clara e alcançada sobre a mensagem do filme, uma obra que não perde o foco de passar a mensagem sobre perdão e o amor, aceitação e resiliência. Há oportunidade de melhorias na fotografia e nas atuações, mas essas "falhas" não são suficientes para impactar a nota que é alavancada fidelidade a recortes da obra original e persistência em levar a mensagem espírita de forma contextual e didática.
Maravilhoso, o fato dos efeitos especiais não serem de primeira qualidade nunca vai manchar uma mensagem tão bonita e emocionante. Não podemos esquecer que filmes brasileiros não tem o mesmo orçamento do que os filmes famosos dos EUA.
Horrível. Histórias mal contadas, atores PÉSSIMOS, efeitos especiais exagerados, sem explicação de nada, aleatório, horrível mesmo, a única coisa q salvou foi a atuação do divo Fabio lago e as vezes Felipe de Carolis. Além disso o personagem do André Luis participou como figurante apenas, sendo q o querido tinha sido protagonista no primeiro filme.
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