Média
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Esqueça as críticas porque eu antes de assistir me decepcionei acreditando nos comentários e achando que o filme seria uma bosta. Me prendeu do começo ao fim que filme MARAVILHOSO. Nota 10 de 10. Assistiria outras vezes. Atuação fantástica de JL e efeitos especiais que não decepcionam. . Avaliei como ruim por irônia de quem foi mais irônico ainda de dizer que esse filme não é bom. 5 ESTRELAS
Sinopse:
Uma brilhante analista em contraterrorismo não confia em inteligência artificial, mas precisa usá-la quando a missão para capturar um robô rebelde dá errado.
Crítica:
"Atlas" claramente decepciona, apesar de seu potencial promissor. O filme traz uma premissa interessante, com Jennifer Lopez interpretando uma analista de contraterrorismo que deve confiar na inteligência artificial, mas rapidamente se perde em seus próprios clichês. O roteiro, escrito por Leo Sardarian e Aron Eli Coleite, parece superficial e previsível, fazendo com que os diálogos soem forçados e artificiais, em vez de provocar reflexão ou tensão.
Simu Liu e Sterling K. Brown, que poderiam agregar camadas dramáticas aos seus papéis, não conseguem resgatar a trama de seus desvios sem sentido. A dinâmica entre os personagens não se desenvolve de maneira convincente, resultando em atuações que parecem mais como caricaturas do que como figuras tridimensionais.
Além disso, a condução da narrativa é desequilibrada, levando o público a uma sequência de eventos desconexos que não se conectam de maneira satisfatória. As cenas de ação, que poderiam servir para elevar a adrenalina, falham em gerar empolgação, enquanto a construção de tensão é apressada e mal executada, fazendo com que a experiência se torne entediante.
"Atlas" também é prejudicado pela sua dependência em clichés de ficção científica. A ideia de um robô rebelde e a hesitação da protagonista em confiar na tecnologia são temas explorados em muitos filmes anteriores, mas aqui se tornam previsíveis e sem originalidade.
No geral, este filme se entrega a um espetáculo que carece de profundidade, inteligência e inovação. O resultado final é um produto que, definitivamente, não cumpre as expectativas, deixando o espectador desiludido. "Atlas" não apenas falha em suas ambições de suspense e ficção científica, como também serve como um lembrete de que, às vezes, a inteligência que se afirma ser inovadora é, na verdade, apenas uma fachada para uma narrativa arrastada e vazia.
Uma brilhante analista em contraterrorismo não confia em inteligência artificial, mas precisa usá-la quando a missão para capturar um robô rebelde dá errado.
Crítica:
"Atlas" claramente decepciona, apesar de seu potencial promissor. O filme traz uma premissa interessante, com Jennifer Lopez interpretando uma analista de contraterrorismo que deve confiar na inteligência artificial, mas rapidamente se perde em seus próprios clichês. O roteiro, escrito por Leo Sardarian e Aron Eli Coleite, parece superficial e previsível, fazendo com que os diálogos soem forçados e artificiais, em vez de provocar reflexão ou tensão.
Simu Liu e Sterling K. Brown, que poderiam agregar camadas dramáticas aos seus papéis, não conseguem resgatar a trama de seus desvios sem sentido. A dinâmica entre os personagens não se desenvolve de maneira convincente, resultando em atuações que parecem mais como caricaturas do que como figuras tridimensionais.
Além disso, a condução da narrativa é desequilibrada, levando o público a uma sequência de eventos desconexos que não se conectam de maneira satisfatória. As cenas de ação, que poderiam servir para elevar a adrenalina, falham em gerar empolgação, enquanto a construção de tensão é apressada e mal executada, fazendo com que a experiência se torne entediante.
"Atlas" também é prejudicado pela sua dependência em clichés de ficção científica. A ideia de um robô rebelde e a hesitação da protagonista em confiar na tecnologia são temas explorados em muitos filmes anteriores, mas aqui se tornam previsíveis e sem originalidade.
No geral, este filme se entrega a um espetáculo que carece de profundidade, inteligência e inovação. O resultado final é um produto que, definitivamente, não cumpre as expectativas, deixando o espectador desiludido. "Atlas" não apenas falha em suas ambições de suspense e ficção científica, como também serve como um lembrete de que, às vezes, a inteligência que se afirma ser inovadora é, na verdade, apenas uma fachada para uma narrativa arrastada e vazia.
Atlas mais um filme da lacrolandia, onde coloca a mulher como a mais inteligente, a mais forte, a mais tudo. Inferiorizando o homem em posições medianas e fracos. Até gênero "ela/dela" tem no filme. Jennifer Lopes passa o tempo todo na cápsula do robô gemendo ou gritando. Enquanto tudo se acaba em bomba ela discute com robô sobre sentimento, quase uma sessão de terapia familiar. Ruim e uma nota boa p esse filme.
[05/01/2025 Torrent]
E não é que eu gostei do filme.
Gostei da história que foi contada e de como o roteiro levou a construção do personagem em sua jornada do herói.
Longe de ser um filme perfeito mais agradou.
Gostei da J.Lo como atris principal. Fazia muito tempo que eu não assistia a um filme com ela...
E não é que eu gostei do filme.
Gostei da história que foi contada e de como o roteiro levou a construção do personagem em sua jornada do herói.
Longe de ser um filme perfeito mais agradou.
Gostei da J.Lo como atris principal. Fazia muito tempo que eu não assistia a um filme com ela...
Produção de alto orçamento, mas roteiro clichê e previsível.
Em um futuro próximo, uma analista de contraterrorismo desconfia de inteligências artificiais. Após uma missão fracassada para capturar um robô desonesto, ela percebe que a IA pode ser sua única esperança.
Apesar de um elenco talentoso liderado por Jennifer Lopez, o filme recebeu está muito aquém das expectativas, uma trama previsível e falta de originalidade. No entanto, alcançou sucesso comercial, liderando as listas da Netflix em diversos países.
Em um futuro próximo, uma analista de contraterrorismo desconfia de inteligências artificiais. Após uma missão fracassada para capturar um robô desonesto, ela percebe que a IA pode ser sua única esperança.
Apesar de um elenco talentoso liderado por Jennifer Lopez, o filme recebeu está muito aquém das expectativas, uma trama previsível e falta de originalidade. No entanto, alcançou sucesso comercial, liderando as listas da Netflix em diversos países.
Achei que só eu havia chorado nesse final, filme TOOOOOOOOP, cé é loco. E falo mais, cabe um filme 2 viu, tem lacunas a ser preenchida.
Alguns filmes da ficção científica, já exploraram o perigo da inteligência artificial criar vontade própria e ameaçar a humanidade. É o que acontece nessa produção da Netflix com o robô Harlan (Simu Liu). A renomada cientista Atlas (Jennifer Lopez), tem a missão de combater o robô terrorista, uma versão de Sarah Connor do filme Exterminador do Futuro. Atlas possue uma conexão com Smith, uma máquina de guerra com "sentimentos" para acabar com a ameaça.
Eu acho que ninguém da Netflix assistiu esse filme antes de ser lançado. Chega a ser ridículo. E mais agravado pela atuação de J.L. Ridícula. O filme parece um catado de atores ruins que se reuniram para gravar em cima de uma história péssima e um roteiro pior.
Não estava esperando nada por esse filme mas confesso que ele me surpreendeu.
No quesito enredo, é óbvio que o clichê de máquinas criando autoconsciência e se voltando contra a humanidade alegando estar protegendo o mundo de ser destruído, bem como proteger a humanidade de si mesma, já é algo bem batido quando já vimos isso em "O Exterminador do Futuro" e "Eu, robô".
Porém, a questão é que o filme trouxe outros elementos que ainda assim o tornaram interessante, a começar pela forma como foi trabalhada a interação entre um humano e a IA (Smith), que foi muito bem feita a ponto de se tornar cativante e até identificável com o público, uma vez que spoiler: Atlas tem mágoas pelo pai tê-la abandonado e também por não gostar, nem confiar nas pessoas porque elas já a magoaram muito. Pergunta: quem nunca teve de lidar com um ou outro problema como esses? É possível identificar no Smith a figura paterna que a Atlas se queixou de ter perdido contato. Smith é paciente, se mostra compreensivo e interessado nos sentimentos da Atlas. Ele consegue cativá-la muito bem a ponto de conseguir sua confiança e fazê-la superar o medo de ter que confiar em uma IA novamente.
Posso dizer que o filme conseguiu prender minha atenção muito mais por essa conexão entre a Atlas e o Smith do que pelas cenas de ação. Cheguei a dar boas risadas dos diálogos com pitadas de xingamentos de ambas as partes.
No quesito produção e CGI, não tenho críticas a fazer. Foi bem feito e as cenas de luta foram convincentes, bem como a ambientação do planeta de outra galáxia.
Só não dou nota máxima porque spoiler: apesar de a Atlas ter dito que ainda tem fé que a humanidade possa se recuperar, ela não parecia estar fazendo progresso na interação com os humanos quando voltou a Terra. A Atlas ainda me pareceu muito mais entusiasmada para voltar a interagir com o novo Smith do que com as pessoas e acho que isso foi "bola fora", pois apesar de terem feito um bom trabalho ao "humanizar" ao máximo o Smith para que essa conexão entre eles pudesse ser tão envolvente,
sabemos na realidade que esse tipo de relação profunda não é possível de acontecer faticamente entre uma IA e um humano.
spoiler: Outra "forçação de barra" é que o Smith chegou a se considerar "vivo" e "possuidor de alma" como se estivesse em par de igualdade com a humanidade só porque poderia aprender sobre sentimentos, motivações e coisas complexas. Sabemos bem que isso não é o suficiente para tornar algo vivo ou humano. Também não é verdade que a humanidade está programada, como o Smith disse que estava. Podemos fazer escolhas ainda que sejam irracionais. Sei que uma IA também pode fazer escolhas, mas o que o Smith chama de escolha é apenas um cálculo entre probabilidades e ela escolhe àquela que é mais viável com base na pura razão ou lógica. Uma máquina não tem capacidade de decidir com base nos sentimentos, nem em prioridades ou em princípios. Também não tem a capacidade de sonhar e fazer planos futuros.
Penso que por mais que as pessoas nos decepcionem, existem aquelas que valem à pena confiar e é necessário dar uma chance a elas. spoiler: Depositar essa chance numa máquina ao invés de uma pessoa real foi forçado demais e fez com que o filme entrasse em contradição entre a mensagem de esperança que a protagonista disse ter sobre a humanidade e sua atitude ainda distante dela.
Tem também a questão da programação preditiva. Sei que há quem considere isso apenas teoria da conspiração ou papo de religioso, mas a verdade é que essa história de quererem fundir humano e IA/robô já é bem conhecida.
Se chama transumanismo (mais conhecido como a "Marca da Besta") e querem vender essa ideia como sendo a esperança e salvação para a humanidade a fim de torná-la mais forte, resistente a doenças e mais inteligente.
A verdade é que sabemos que esse tipo de coisa vai alterar o DNA humano, retirando a marca que Deus pôs na humanidade transformando-a numa criatura que nem é humano e nem é máquina. Nem tá vivo e nem tá morto. Tais pessoas não herdarão o reino dos céus como diz a Bíblia.
Portanto, aconteça o que acontecer, continuem humanos e não aceitem essa fusão.
No quesito enredo, é óbvio que o clichê de máquinas criando autoconsciência e se voltando contra a humanidade alegando estar protegendo o mundo de ser destruído, bem como proteger a humanidade de si mesma, já é algo bem batido quando já vimos isso em "O Exterminador do Futuro" e "Eu, robô".
Porém, a questão é que o filme trouxe outros elementos que ainda assim o tornaram interessante, a começar pela forma como foi trabalhada a interação entre um humano e a IA (Smith), que foi muito bem feita a ponto de se tornar cativante e até identificável com o público, uma vez que spoiler: Atlas tem mágoas pelo pai tê-la abandonado e também por não gostar, nem confiar nas pessoas porque elas já a magoaram muito. Pergunta: quem nunca teve de lidar com um ou outro problema como esses? É possível identificar no Smith a figura paterna que a Atlas se queixou de ter perdido contato. Smith é paciente, se mostra compreensivo e interessado nos sentimentos da Atlas. Ele consegue cativá-la muito bem a ponto de conseguir sua confiança e fazê-la superar o medo de ter que confiar em uma IA novamente.
Posso dizer que o filme conseguiu prender minha atenção muito mais por essa conexão entre a Atlas e o Smith do que pelas cenas de ação. Cheguei a dar boas risadas dos diálogos com pitadas de xingamentos de ambas as partes.
No quesito produção e CGI, não tenho críticas a fazer. Foi bem feito e as cenas de luta foram convincentes, bem como a ambientação do planeta de outra galáxia.
Só não dou nota máxima porque spoiler: apesar de a Atlas ter dito que ainda tem fé que a humanidade possa se recuperar, ela não parecia estar fazendo progresso na interação com os humanos quando voltou a Terra. A Atlas ainda me pareceu muito mais entusiasmada para voltar a interagir com o novo Smith do que com as pessoas e acho que isso foi "bola fora", pois apesar de terem feito um bom trabalho ao "humanizar" ao máximo o Smith para que essa conexão entre eles pudesse ser tão envolvente,
sabemos na realidade que esse tipo de relação profunda não é possível de acontecer faticamente entre uma IA e um humano.
spoiler: Outra "forçação de barra" é que o Smith chegou a se considerar "vivo" e "possuidor de alma" como se estivesse em par de igualdade com a humanidade só porque poderia aprender sobre sentimentos, motivações e coisas complexas. Sabemos bem que isso não é o suficiente para tornar algo vivo ou humano. Também não é verdade que a humanidade está programada, como o Smith disse que estava. Podemos fazer escolhas ainda que sejam irracionais. Sei que uma IA também pode fazer escolhas, mas o que o Smith chama de escolha é apenas um cálculo entre probabilidades e ela escolhe àquela que é mais viável com base na pura razão ou lógica. Uma máquina não tem capacidade de decidir com base nos sentimentos, nem em prioridades ou em princípios. Também não tem a capacidade de sonhar e fazer planos futuros.
Penso que por mais que as pessoas nos decepcionem, existem aquelas que valem à pena confiar e é necessário dar uma chance a elas. spoiler: Depositar essa chance numa máquina ao invés de uma pessoa real foi forçado demais e fez com que o filme entrasse em contradição entre a mensagem de esperança que a protagonista disse ter sobre a humanidade e sua atitude ainda distante dela.
Tem também a questão da programação preditiva. Sei que há quem considere isso apenas teoria da conspiração ou papo de religioso, mas a verdade é que essa história de quererem fundir humano e IA/robô já é bem conhecida.
Se chama transumanismo (mais conhecido como a "Marca da Besta") e querem vender essa ideia como sendo a esperança e salvação para a humanidade a fim de torná-la mais forte, resistente a doenças e mais inteligente.
A verdade é que sabemos que esse tipo de coisa vai alterar o DNA humano, retirando a marca que Deus pôs na humanidade transformando-a numa criatura que nem é humano e nem é máquina. Nem tá vivo e nem tá morto. Tais pessoas não herdarão o reino dos céus como diz a Bíblia.
Portanto, aconteça o que acontecer, continuem humanos e não aceitem essa fusão.
J. Lo de heroína num “Transformers” B? Pouco verossímil. Sempre me pergunto por que gastam dinheiro em tantas produções duvidosas.
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