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Luís Oliveira
1 crítica
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1,0
Enviada em 5 de agosto de 2021
Na verdade, o filme é baseado no longa Italiano Mine Vaganti de 2010 (muito melhor) - “O primeiro que disse”, com fotografia e elenco muito superior. . No filme italiano, até dei umas boas gargalhadas, a despeito da apelação homofóbica. Riccardo Scamarcio poderia dar uma aula de atuação para o Daniel Rocha (fraquinho fraquinho)
Uma pena que uma ideia excelente seja tão mal executada. Clichês são bem vindos em uma comédia, mas é duro assistir mais do mesmo e que pretensamente queira ser inovador. Premissa fantastica, inspirado em uma peça. O filme é conservador e piegas. Não compreendi, siunceramente, as cenas calientes e com beijos ardentes ficam restritas ao casal normativo (homem e mulher) quanto aos gays somente gags e quase lá. Sou fã de todo elenco, gosto da premissa, mas a execução é uma vergonha. Um filme que não precisava existir. Ficou muito complicado utilizar a suspensão da descrença enquanto que o roteiro é forçado, não se sustenta. Até a ideia da cerveja rosa é forçada, se o caminhar é ruim, a finalização é dolorosa. Existem filmes com esta temática muito superiores: Me Chame Pelo Seu Nome, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, Com Amor, Sam entre outros.
Lado bom: mostra sobre o preconceito homofóbico e etc, bem legal! Lado ruim: é preconceituoso com o povo Gaúcho, defende um lado e generaliza outro... Vai entender.
Excelente filme!! Quem assistiu e analisou direito esse filme viu que ele procura quebrar rótulos e paradigmas de uma sociedade machista e preconceituosa, trazendo uma mensagem positiva de o importante é ser feliz ao lado de quem amar não ter vergonha de si.
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