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Pedro P.
1 crítica
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1,0
Enviada em 3 de janeiro de 2026
Um completo desserviço. Filme cheio de clichês homofóbicos e retrata um homem gay como "confuso"! Assistir foi uma experiência constrangedora. Perderam a chance de fazer um filmaço!
Filme ridículo, normaliza traição, representa os personagens gays de forma caricata e ofensiva, retrata bissexuais como promíscuos e infiéis, além de que nem os atores em si são lgbt. A cena em que a personagem "coach" diz pra um homem gay que ele não quer trans4r com ela por "preconceito por ela ser mulher" é simplesmente ridícula e lembra as terapias de conversão, mas com a roupagem do poliamor pra deixar tudo "politicamente correto", afinal, não tem nada problemático em seu namorado te trair com outro gênero e depois te manipular pra aceitar tudo... Um filme horrível, escrito por gente retardada, o melhor exemplo desse roteiro tosco é quando a personagem "coach" (n sei porque esses roteiristas de soft porn escolheram representar essa laia de charlatões) tem a ideia "genial" de que uma cerveja ROSA vai atrair o público LGBT e salvar a empresa (estamos em 2005?), como se todos os gays do mundo fossem um projeto Regina George da vida. Claramente uma ideia criada nos confins de uma faculdade de cinema de baixo nível, escrita por mulheres fetichistas e gente bem bitolada no assunto relacionamentos e representatividade...
A despeito da participação (sempre brilhante) da Nanny People, que filme desnecessário. Em que universo os roteiristas acharam ok banalizar traição pra colocar isso na conta de uma suposta autodescoberta bi/pansexual? E o que é pior, praticamente sem consequências. Um filme confuso, contraditório, que até tem uma ou outra cena mais engraçada, mas, no geral, não diverte e só reproduz clichês. Se me dissessem que foi escrito por um cara hétero, eu acreditaria
O enredo foi interessante, a trilha sonora foi péssima, trimbres desagradáveis, faltou mais realidade e impanas cenas, como beijo dos protagonistas, ficou muito dentro do armário, um certo medo de chocar. Mas num geral foi muito bom, cenas cômicas, ficaram bem divertidas. Vejo um bom comecona dramaturgia brasileira, precisa ser mais ousada e mais verdadeira, sem meias verdades.
Achei engraçado porém um elenco inteiro hetero branco cis? exceto a nany people, é claro. Que é trans. mas nossa? TODOS os gays são feitos por atores heteros???? que merda. Não critico os atores, mas nota dó pela escalação deles.
O filme começa com abordagens provocativas e mesmo com os abusos de clichês, parece que vai fluir... mas isso não acontece. Simplesmente se perde em diálogos confusos e sem nenhuma profundidade! Os personagens ficam suspensos no ar e o fim tenta dar um ar de continuidade... em vão. Produção equivocada, mas que se salva pelas cenografias, fotografia e produção musical. Só.
Divertidissimo! Depois que perdermos Paulo Gustavo finalmente poderemos respirar aliviados que existem ainda tantos outros atores, diretores, roteiristas etc a continuar esse legado genial LGBTQIA+ que ele abraçava nas suas obras, é um fôlego, uma continuidade do seu legado! Não levem nada muito a sério, é uma comédia, divertida, com ótimas piadas e truques! Parabéns a todos envolvidos!
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