Mortal Kombat 2 começa exatamente do ponto onde o anterior parou, então já abre num ritmo acelerado e sem enrolação. Achei que isso poderia prejudicar o desenvolvimento dos personagens, mas o filme consegue equilibrar bem a pancadaria com a evolução de cada um. No fim, praticamente todo mundo tem uma jornada interessante e momentos que funcionam de verdade. A trama da Kitana ficou muito bem trabalhada, as cenas do Baraka conquistam demais, e o Shao Kahn passa uma presença bem ameaçadora e convincente. Dá pra sentir que o filme abraçou de vez a identidade exagerada e brutal da franquia, sem vergonha de entregar fan service atrás de fan service, daquele jeito que diverte quem cresceu jogando e vendo os personagens clássicos. No geral, é uma sequência que entende muito bem o que o público queria desde o começo: luta insana, personagens carismáticos, violência estilizada e um clima bem fiel ao universo de Mortal Kombat. E assim como o primeiro, esse também termina com vontade de quero mais!
Eu achei o filme muito foda e ainda bem que mataram o Cole Young graças a Deus eu não gostei do visual da jade mais tirando isso foi muito legal as lutas tudo foi legal [spoiler]
Filme muito bom! Assistam sem medo! (Legendado de preferência) Ótimas cenas de luta, história legal o suficiente, muitos efeitos especiais maneiros e que mostram a maioria dos poderes dos personagens e claro, Fatallities e referências fiéis aos jogos. Só Assistam. GET OVER HERE!!!
Achei o filme sensacional, com cenas de ação e efeitos especiais muito competentes. Liu Kang poderoso, como deve ser, e Sonia e Kitana com bons arcos e ótimas lutas. Podem assistir sem medo!
Mortal Kombat 2 entendeu o recado. Depois de um primeiro filme que levava tudo sério demais, a sequência simplesmente abraça o caos, a violência e a diversão, exatamente como deveria ser desde o início.
Aqui é tudo mais exagerado, mais barulhento e, principalmente, mais honesto com a própria proposta. A história? Fica em segundo plano sem nem tentar disfarçar. E, curiosamente, isso não atrapalha tanto, porque o filme sabe que o público está ali pelas lutas, pelos personagens e pelo espetáculo.
E aí entra Karl Urban, trazendo o carisma e o humor que faltavam, com um Johnny Cage que rouba a cena sempre que aparece.
No fim, é um filme que entende melhor o que quer ser, abraçando o exagero e a diversão para finalmente entregar algo mais próximo do espírito da franquia.
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