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Bachira124 Bachi
1 crítica
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1,0
Enviada em 30 de agosto de 2026
E mais um filme espacial e genérico. Falta profundidade nos personagens, e o protagonista é vazio. O roteiro é fraco é não se inova em nada. O vilão é ridículo e derrotado do nada. O objetivo dele é patetico e sem sentido para a história. Tudo gira em torno do Buzz, os personagens são deixados de lado para ele sempre estar no centro de tudo. O filme é extremamente apressado em contar sua história. O começo é horrível de se assitir, você não sente nada do começo ao fim. O único personagem bom é o maldito gato. Um robô é mais cativante do que todos os personagens humanos do filme e isso é bizarro. Resumindo: assita se quiser ver algo que só fica bom no minuto 50:40.
PENSO QUE NÃO DEVERIA TER ASSUNTOS RELACIONADOS A SEXUALIDADE DOS PERSONAGENS, ISSO E FALTA DE CRIATIVIDADE E OBJETIVO DE INCLUSÃO DESNECESSÁRIA. PERSONAGENS DEVEM MEXER COMA IMAGINAÇÃO DAS CRIANÇAS, NÃO COM A SEXUALIDADE. spoiler:
Tinha de tudo pra ser bom mas ficou péssimo,Tão achando que colocar conteúdo LGBT num filme para crianças vai ser bom, é a toa que uma animador cristão saiu,na verdade,foi muito antes de filme ser lançado,eles saiu mais ou menos em 2000,vendo o rumo que a Disney estava tomando
Honestamente, não gostei do filme. Simplesmente um filme chato, e não explica muito sobre a origem do Buzz e como ele virou patrulheiro. Além disso, possui piadas massantes. Sinto que se fosse um filme sobre um personagem original desvinculado de Toy Story eu até poderia entender a superficialidade
Lightyear tinha tudo para ser um bom filme de ação e aventura, mas se perdeu ao tentar “atualizar” o discurso da franquia. O erro não está apenas na cena pontual, mas na intenção por trás dela: a tentativa de introduzir discussões sociais em um espaço que deveria ser neutro e voltado à fantasia. Infância não é espaço para militância: não é medo de diversidade, mas a sensação de que a infância está sendo usada como campo de teste para temas que cabem em outro tipo de narrativa. Em suma, Lightyear não respeita a fronteira entre o que é próprio do universo infantil e o que pertence ao mundo adulto. E, para um filme com classificação livre, isso é uma falha grave.
O filme é uma boa introdução a ficção científica para as crianças. A animação tem boa qualidade, mas a história não tem o apelo a todas as idades como os clássicos da Disney, sendo a história realmente justificativa para as aventura de Buzz e seus companheioros e nada mais. Honestamente nós aqui em casa não reparamos que havia um casal de mulheres se beijando. Quando abri a crítica ao filme estranhei a média baixa, mas agora vejo que provavelmente algum influenciador que ganha a vida em cima de polêmica chorou e pessoas que jamais colaborariam com a crítica de um filme vieram aqui obedecendo a um rosto aleatório que aparece no celular deles.
Sinopse: O lendário Buzz Lightyear e sua tripulação cumprem a missão mais difícil de todas até agora. Eles devem aprender a trabalhar juntos para escaparem do malvado Zurg e de seu exército de robôs.
Crítica: "Lightyear" é uma animação que traz um novo olhar sobre o icônico personagem Buzz Lightyear, mas seu impacto é um tanto contraditório. A trama, que foca na origem do lendário patrulheiro espacial, é cheia de ação e visualmente impressionante, características que são marcas registradas da Pixar. A animação é de alto nível, com sequências que evocam uma estética semelhante à da saga "Star Wars", o que pode agradar aos fãs do gênero.
No entanto, o roteiro peca pela lentidão e repetitividade em alguns momentos, o que pode causar desinteresse em partes do público. A narrativa, apesar de apresentar temas relevantes, como amizade e perseverança, parece não conseguir se aprofundar o suficiente, fazendo com que alguns espectadores se sintam desconectados da história.
No geral, "Lightyear" consegue expandir a mitologia de Buzz Lightyear, fornecendo uma nova camada ao personagem que cativou gerações em "Toy Story". Os fãs provavelmente apreciarão as referências e conexões, mas o filme deixa uma sensação de que poderia ter explorado mais a fundo sua narrativa, integrando melhor suas mensagens com a ação envolvente. A experiência visual é inegavelmente rica, mas a história poderia ter sido mais cativante e menos arrastada.
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