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Silviaracosta
3 críticas
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4,0
Enviada em 15 de março de 2026
Gostei do filme, ele aprendeu bastante sobre leitura, tinha muita solidão, vingança, mas acho que quem ficou com o celular foi aquele último senhor que veio prestar meus sentimentos.
Um leve terror psicológico com algumas cenas tensas,que me agradaram,uma história boa e com uma ótima seleção para o elenco,só sinto que esse filme faltou algo a mais,como um terror a mais para ser mais impactante,a idéia é muito boa,e de certa forma você se apega ao personagem principal,mais só a execução que ficou mais fraca,mais não deixa de ser uma boa obra/Adaptação.
O filme não é ruim mas o gênero está mal classificado. Não é um Suspense/Terror. É um Suspense/Drama. O filme conseguiu prender minha atenção, mas confesso que esperava um final diferente do sobrenatural.
spoiler: Até porque quem entende um pouco sobre esse mundo sobrenatural, sabe que nenhum morto tem poder para continuar atuando no mundo dos vivos e muito menos podem matar alguém, principalmente se tratando do Sr. Harrigan, que se morreu sem arrependimento pelas coisas que fez em vida, àquela altura já deveria estar sofrendo no Sheol.
spoiler: Ao menos o filme passou a lição de que a vingança e a morte de alguém são coisas ruins e que não devem ser desejadas nunca, por maiores que sejam os nossos motivos, porque até quem as deseja e as consegue, sofre sentindo muito remorso com isso depois.
spoiler: Talvez essa tenha sido a dor oculta do Sr. Harrigan, que na tentativa de não ser feito de bobo por ninguém, se tornou implacável e lutou para perceber que era a dor do remorso que o consumia nos últimos dias de sua vida.
Acho que só depois da morte, o Sr. Harrigan percebeu que o que tinha feito era ruim e quis voltar atrás com relação ao conselho que tinha dado ao Craig.
E por falar no Craig, o que dizer dele? 殺 Um jovem de bom coração, paciente, que não tinha aversão para aprender sobre as lições da vida com adultos, idosos ou figuras de autoridade. Tinha sensibilidade e inteligência emocional. Enfim...um personagem incrível, que tem qualidades que fogem dos garotos convencionais como ser reservado, profundo e empático. Confesso que tive uma quedinha por ele...hehe!❤️
A propósito, o ator que o interpreta também foi fenomenal e vem despontado bastante em sua carreira. Tinha a ligeira sensação de que já conhecia o rosto dele, só não lembrava de onde... pesquisando um pouco sobre sua filmografia, descobri que ele atuou no filme "Entre Facas e Segredos" como o universitário de direita. Ele é talentoso e creio que sua carreira promete decolar ainda mais.
Não é nenhum filme memorável, mas é um bom filme e cumpre o que promete principalmente por ser baseado em conto do mestre Stephen King, esse que pode ser encontrado e lido em seu livro intitulado " Com Sangue". Boas atuações e consegue prender o telespectador até o final.
Então, eu estava adorando o filme. Me emocionei muito, no começo. Mas quando o desenrolar partiu para algo totalmente sem nexo, eu já fiquei com o pé atrás. E então eu fiz: hã? 浪
Achei o Telefone do Sr. Harrigan único. Drama psicológico moderno; horror tecnológico, eu acho. No início, você é guiado por uma narrativa muito lenta sobre Craig e seu relacionamento com o Sr. Harrigan. Esta parte do enredo é o desenvolvimento do personagem. Depois de uma virada perto do último terço da história, o horror se instala.
Embora Steven King tenha escrito o conto original, este não é um filme de terror, embora o filme tente manter o tom de terror ao longo de toda a sua duração. Este filme é sobre o desenvolvimento do personagem e como lidar com a morte e os tempos difíceis.
Acho que este filme é uma adaptação digna do conto. No entanto, a história em si provavelmente não é a melhor de King.
O filme prometeu, mas não cumpriu. Para começar não é um filme de terror e sim suspense e é bem arrastado. A história tem uma abordagem interessante, mas depois perde o encanto devido à falta de enredo, acontecimento e propriamente o "terror". O garoto foi muito bem representado pelo Jaeden Martell que ficou conhecido pelo filme "IT", mas no geral não conseguiu tirar mais do personagem pelo desenrolar da trama.
O conto ‘’Com sangue’’ de Stephen King, um dos atuais mestres do terror moderno foi uma ótima ideia para adaptação da Netflix, sob direção de John Lee Hancock.
Atualmente a experiencia do cinema também se encontra no aconchego do lar, já não é vergonha dizer que assistiu ‘’Tubarão’’, clássico filme de 1975 assinado por Steven Spielberg, devorando um M&Ms no sofá da sala de televisão.
O streaming é hoje uma das formas de se apreciar o cinema. Quem diria que em algum futuro poderíamos somente apreciar filmes, como ‘’ O telefone do Sr. Harrington’’ somente pelo aconchego de nossos sofás!?
Talvez estivesse em algum sci/fi de James Cameron, mas sinceramente, eu não me lembro em qual.
Pois ‘’O telefone do Sr. Harrington’’ parte desta interação cinematográfica, com uma grande aposta da Netflix em trazer um conto ingênuo e entroncado, sobre o relacionamento de Craig com o temido e afortunado Sr. Harrington (belamente construído por Donald Sutherland).
O relacionamento através dos livros vai se tornando cada vez mais apavorante, quando cada moral dos enredos dos livros, vão se tornando aterrorizantes.
Um novo celular nas mãos de Craig, dado de presente pelo então generoso Sr. Harringtan, leva a trama a uma direção, digamos, ‘’onde será que este filme vai nos levar?’’
Do mesmo diretor de Fome de Poder (o péssimo título em português para The Founder com Micheal Keaton) John Lee Hancock, tudo o que a trama vai trazendo como um longa interessante cheio de mistérios, suspenses, nos deixando com vontade de levar um susto no final, perde seu encanto com a revelação final.
Fiz esta exceção as regras das minhas resenhas cinematográficas, de dar spoiler e revelar que o personagem morre no final (ou será que não?), só para afirmar que o melhor de viajar a praia não é a praia, mas as paisagens no caminho, as rodoviárias e as árvores.
A dupla Jaeden Martell e Donald Sutherland contracenam muito bem, dando uma atmosfera para o thriller de inocência, mas não se enganem, é um conto assinado por Stephen King.
Não sei se o longa será lembrado pelas gerações atuais, já que não é vibrante como as readaptações de IT a coisa, ou outro longa famoso como ‘’A espera de um milagre’’ ficaram para a eternidade, mesmo assim, neste conto de Stephen King, sutil e sensível não ao terror, mas as emoções, comove a plateia com as sutilezas de um roteiro reescrito com fidelidade as raízes literárias.
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