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Carlos Castro
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338 críticas
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3,5
Enviada em 6 de abril de 2026
Eu geralmente não sou fã do quarto filme de uma trilogia. Principalmente de uma boa trilogia como foi Planeta dos Macacos. Mas a ideia de imaginar aquele novo mundo deixado pelo Caesar, é quase impossível de não executar. Esse é o lado bom de ver um filme com a expectativa baixa: o desgosto é mais palatável. Aqui não teve desgosto. O arrojo técnico do filme continua impecável. Mas o gosto insosso veio da falta de profundidade e objetividade que a primeira triologia tinha.
Muito bom, e deixou uma boa continuação da história. O filme deixou de lado o clichê de que todo protagonista vence o vilão com força fisica e lutando melhor, a outras maneiras de se derrotar o mal.
Que sensacional essa continuação! O CGI está impecável. De toda a saga do filme, nenhum é ruim; todos são bons demais. A inteligência dos macacos, durante anos e anos, é impressionante. No filme, eles se tornam cada vez mais dominantes, deixando os humanos fracos. Espero uma continuação desse filme!
É muito chato, já deviam ter parado de fazer estes filmes. Já era ruim na década de 70, agora só piora. A história é qualquer porcaria só para usar o nome, a ação é ruim, melhor parte é quando acaba. Como já disseram outras pessoas. Não façam mais por favor. Chega de macacos.
Estou bem dividido sobre este filme, mas odiei que ele não se deu um final... Ele deixou um espaço aberto para uma sequência porque houve pontas soltas.
A história é boa, mas vai ser necessário a sequência para este filme fazer mais sentido.
Filme: Planeta dos Macacos: Reinado Assistido: 05-01-25 Elenco: William H. Macy, @freyaallan Modelo: #ficção #ação #aventura Duração: 2h 25m Ano: 2024 Minha opinião: Tivemos a 1ª triologia; A Origem (2011), O Confronto (2014), A Guerra (2017), assim fechando a trilogia com Cesar. Agora esta começando uma nova. Aqui ao invés de haver os confrontos na selva é em uma instalação de Banker. E o filme se passa décadas depois da morte de Cesar, que até outros tribos não conhece seu nome. E nasce um novo Líder Noah. Que aqui é um adolescente, mas ao decorrer do filme o faz um adulto, mesmo não havido o tempo passado. Temos o ataque de uma outra tribo de símios que expande seu território, mantando e escravizando outros tanto símius e humanos que aqui são como homens da caverna. Mas existem aqueles que falam e pensam, Mae (Freya) aparece e depois da tribo de Noah ser dizimada e ecravizada. E assim segue a aventura deles, até que encontram onde fica a base do inimigo, e conseguindo vence-los. Noah volta para a selva e Mae segue seu caminho com um HD que faz conexão com outras tribos humanas e assim terminando e dando a liga para a sequência. Um CGI muito bem trabalhado como nos outros filmes. Creio que um filme quase 100% feito de CGI. Noah convence em si tornar o novo líder. Roteiro e enredo já conhecidos e seguiram bem a receita, mudaram da selva para um banker, onde será o novo local de batalha? Vale apena assistir? Sim recomendo Nota: 8
" Efeitos visuais impressionantes e narrativa envolvente." Gerações após o reinado de César, com os macacos dominando a Terra e os humanos relegados às sombras. A trama acompanha Noa, um jovem chimpanzé que começa a questionar as verdades estabelecidas sobre o passado e o futuro de sua espécie. O filme mantém a consistência da franquia, incorporando elementos de western civilizacional e explorando temas de poder, liberdade e coexistência. A direção de Wes Ball é competente, com efeitos especiais de ponta e uma narrativa que, embora não traga inovações significativas, entrega uma aventura cativante e visualmente impressionante.
O filme impressiona com seu visual deslumbrante, cheio de cenários e efeitos que realmente capturam a atenção. No entanto, a história deixa a desejar. Apesar de um começo promissor, o roteiro se perde ao longo do caminho, com partes desconexas que acabam comprometendo a narrativa.
É um daqueles filmes que, apesar de serem agradáveis de assistir, não deixam um impacto significativo. Ele entrega momentos de entretenimento, mas falta profundidade e coesão para torná-lo memorável. Um filme visualmente incrível, mas que, no fim das contas, não consegue ir além de sua beleza estética.
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