Sinceramente esperava ser um filme Bom Mas pensa em um filme cansativo...mais de 2 horas Sem quase ação nenhuma não superou os outros nunca Bem confuso precisa prestar muito atenção pra entender NÃO VALEU A PENA INFELIZMENTE NÃO É O QUE SE ESPERA DEPOIS DE VER O TRAILER.
Matt Reeves passa o bastão da direção dos planeta dos macacos para Wes Ball que tenta, dentro de suas condições, seguir temas e tons que já foram antes definidos nessa nova franquia. Vale lembrar que é o primeiro filma sem o macaco César e com um longo salto temporal de gerações, na qual é possível verificar que a espécie humana está praticamente extinta. O salto temporal deu a possibilidade de todos os macacos conseguirem se comunicar normalmente, enquanto os humanos praticamente perdem o dom da fala. A grande problemática do filme permanece sendo a mesma: a batalha pela civilização ou sobre o que restou dela, e que tipo de sociedade nascerá dela, uma de conciliação ou de violência? O roteiro depara um pouco em ter melhorado o aproveitamento de alguns personagens como o intelectual macaco interpretado por William H. Macy que apareceu apenas para apresentar os princípios de César e dar uma profundida moral no filme. Por fim, o reinado não parecer ser um derivação ou repetição dos filmes antecessores dessa franquia e sim um passo adiante para novos filmes.
Nunca fui um grande fã dessa franquia, porém assisti alguns. É possível nitidamente ver a progressão de qualidade da imagem dos macacos. Para quem conhece pelo menos quem é Cesar dos filmes anteriores, já dá pra ter uma boa noção e assistir esse tranquilamente. Bom filme.
A mais recente adição à franquia Planeta dos Macacos, intitulada O Reinado e lançada em 2024, apresenta-se como uma continuação ambiciosa dos eventos estabelecidos na trilogia anterior. Este quarto filme retoma a narrativa após a libertação dos macacos e a quase extinção da humanidade, momentos que culminaram com a morte de César, líder revolucionário da espécie símia. Séculos após esses eventos, a trama conduz o público a uma sociedade liderada pelos descendentes de César, imbuída de ensinamentos passados, ainda que, ao longo do tempo, distorcidos por diferentes facções.
O protagonista, Noa, é membro do Clã da Águia, um grupo de anciãos que tenta manter viva a sabedoria do antigo líder. Entretanto, a destruição de sua aldeia e a morte de seu pai o forçam a uma jornada de vingança e redenção, onde ele busca resgatar seus amigos e enfrentar Proximus César, um líder autoproclamado que personifica a corrupção dos ensinamentos originais de César. Acompanhado por Raka, um orangotango fiel às verdadeiras ideias de César, e Mae, uma das últimas humanas sobreviventes, Noa representa o conflito central entre diferentes interpretações da liderança de César e a luta pelo poder.
O filme, com 2 horas e 25 minutos, possui uma estrutura longa, mas envolvente, combinando elementos de ação e aventura em um cenário pós-apocalíptico, onde a coexistência entre humanos e macacos é insustentável. A narrativa, embora emocionante, levanta questões fundamentais sobre o futuro da humanidade e a natureza do poder. Contudo, ao passo que o longa-metragem constrói uma atmosfera tensa e repleta de conflitos, é inevitável perceber a formulação um tanto previsível de alguns de seus elementos. O protagonismo de Noa e a jornada heroica que empreende seguem um padrão narrativo comum em filmes de ação, com um vilão que, apesar de marcante, carece de profundidade em sua motivação.
Os aspectos visuais e a construção do universo distópico são, sem dúvida, pontos altos da produção. A direção de arte e os efeitos especiais colaboram para criar um mundo convincente e esteticamente impressionante, destacando-se entre os blockbusters recentes. Ainda assim, a tentativa de abordar temas mais profundos, como a distorção ideológica e a sobrevivência de valores em meio ao caos, parece superficial em determinados momentos. A trama, ao focar-se nas batalhas externas entre os clãs e a tirania de Proximus, poderia ter explorado com mais profundidade os dilemas internos de seus personagens, especialmente Noa, cujos conflitos emocionais mereciam mais atenção.
Por fim, Planeta dos Macacos: O Reinado consegue, em grande parte, manter o padrão de qualidade da franquia e oferece uma experiência cinematográfica satisfatória para os fãs de longa data. No entanto, se este filme pretende ser o início de uma nova trilogia, espera-se que os próximos capítulos se aprofundem nas complexidades morais e filosóficas que a série sempre insinuou, mas que aqui aparecem apenas como pano de fundo para uma história de ação.
Bom filme, que dá continuidade à história “pós Cesar.”, cerca de 300 anos depois. O roteiro é interessante, e deixa no ar a dúvida em relação a possibilidade de humanos e macacos viverem de maneira harmoniosa.
Dos 4 filmes da saga este foi o que menos gostei Para quem gosta dos 3 primeiros filmes, é giro ver a ligação que fazem com as gerações passadas Mas para mim não teve a mesma intensidade, ainda que tenha tido momentos mais fortes É giro mas não é o melhor de todo!
Para falar a verdade eu não entendi o real propósito desse filme para a série. Se foi apenas para sepultar de vez César a cena ficou linda.spoiler: Porém, o desenrolar da história não convenceu muito. O filme entrega pouco em história e não nos leva a reflexão alguma sobre as relações entre os macacos e também sobre os humanos. No geral é um bom filme mas nada mas não acrescenta nada a mais do que já havíamos visto nos outros filmes da série.
Em comparação com todos os filmes da série, acredito que este tenha sido o pior. Ele é sem sentindo do início ao fim, com pouco desenvolvimento e bem genérico, parece que fizeram o roteiro correndo.
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