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Juan Freitas
49 críticas
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2,0
Enviada em 13 de março de 2026
Boa crítica sobre manipulação de mídia e questões de guerra, porém extremamente parado e sem graça. Recomendo assistir só a primeira metade e dropar na segunda.
O filme começa bem com uma tortura psicológica e vai se tornando lento e enfadonho, no final tem um pouco de ação e um fim forte com o confronto com o inimigo.
Não que a temática do filme e o filme em si seja ruim, mas o filme é muito parado. A primeira parte do filme, o terror psicológico aterrorizante, o treinamento sem seguir nenhuma ética e sim transformar seres humanos em animais trás essa reflexão a tona. Daí a segunda parte do filme se torna monótona e quase não termina com a positiva propaganda militar norte americana um verdadeiro big brother heroes.
Nascido para matar é um filme de guerra que foi dirigido por Stanley Kubrick que também participou do roteiro ao lado de Michael Herr. O filme recebeu 1 indicação ao Oscar de 1988: melhor roteiro adaptado. Na trama, o soldado Davis (Matthew Modine) que está sendo treinado pelo sargento linha-dura Hartman (R. Lee Ermey) e tenta ajudar o ridicularizado colega Lawrence (Vicent D’Onofrio). Hartman consegue transformar os recrutas em máquinas de guerra para o conflito do Vietnã, mas nem todos estão preparados para isso. Kubrick aqui nos mostra uma perspectiva ácida, dura e desoladora não apenas da guerra, mas de toda a sua preparação. Devido a isso, o filme é dividido em 2 momentos: o treinamento e o conflito. Sendo craque em mostrar imagens, aqui temos uma direção poderosa no primeiro ato mostrando toda a humilhação que um soldado passa. O ápice é o colapso de Lawrence. Sem conta na atual sensacional do saudoso R. Lee Ermey. O filme cai no começo da segunda parte quando já foca no conflito, ficando chato e monótono, mas tem um desfecho bom. Desfecho esse que nos faz refletir sobre o conflito maior do que a guerra: o próprio eu.
Aqui encontramos um dos melhores personagens de todos os tempos, o Sargento Hartman. A classificação do filme, do início até a metade é tranquilamente cinco estrelas graças ao Sargento Hartman e as cenas de treinamento. Porém da metade para o fim, o filme perde bem sua magia, aí cai para três estrelas. Podemos destacar também a trilha sonora do filme, demais. Se prepare também para algumas cenas impactantes, que surpreendem. Sem dúvida, muito bom filme.
eu particularmente achei péssimo , o filme apresenta uma perspectiva diferente de outros filmes de guerra por isso ele não é nem um pouco genérico , apresenta uma boa filmagem boas atuações porém o filme é muito muito sem sal , incrivelmente sem graça e parado por isso 1 estrela porém entendo quem gosta
O filme retrata o drama da guerra desde a preparação dos soldados nos quartéis, dando ênfase à pressão psicológica que sofrem. Nessa parte é cansativo ouvir os sargento gritando com os soldados por vários minutos seguidos, mas se encerra de forma impactante. A parte em que os soldados de fato lutam a guerra do Vietnã não tem nada de extraordinário, mas mantém um bom nível na ação e no drama.
Revendo esse filme,até me pareceu ser algo inédito. A primeira parte é realmente chocante,algo que somente Kubrick é capaz de realizar em seus personagens. A segunda parte é ainda melhor.No campo de batalha,não se ver nenhuma cena que tenha a ajuda de efeitos especiais.É um dos melhores filmes de guerra. A trilha sonora ajuda a empolgação.
A parte mais interessante é o quartel de treinamento, a cena em ação nos campos do vietnã já deixam a desejar, a surpresa da obra vai se esvaziando com o passar do tempo, mas acontece para fechar/ completar esse amálgama de um retrato de guerra. Um final emblemático e representativo, os afetados cidadãos e pobres vietnamitas que pagam pelo pato. A história para o público americano é a que vale, para eles caem, para nós cidadãos globais faltou um pouco mais de tempero e ação nessa obra. Diálogos em excesso, trilha sonora fraca. Alguns atores famosos do cinema como Adam Baldwin participam mas os atores no geral são fracos e de pouco apelo. As cenas de bala e tiros foram bem feitas, e não escondem ou amenizam muito. Bem interessante. Uma obra do Stanley Kubrick é sempre bacana de assistir, pelas bizarrices e invencionices do diretor, um dos mais versáteis que o cinema teve. Filmagens, efeitos, sempre de qualidade, principalmente a cena das balas em slow motion. E vemos aqui sua mão em um filme sobre a guerra.
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