John Wick 4: Baba Yaga ocorreu 4 anos após o último filme. A direção segue com Chad Stahelski e o roteiro fica com Shay Hatten e Michael Finch. A trama segue os últimos acontecimentos onde John wick ( Keanu Reeves) consegue ajuda de um antigo amigo. Porém, a alta cúpula segue tentando captura-lo e dessa vez Caine (Donnie Yen) é um dos responsáveis por isso. Ao passo que John descobre uma forma de se libertar de vez da alta cúpula. Sou muito crítico com relação a sagas muito longas, mas essa aqui tem um grande diferencial: sempre tras novos elementos e personagem em torno dela sem que o seu protagonista nao perca sua essencial e muito menos seu espaço. Sendo essa o filme com duração mais longa ( poderiam ate ter deixado mais curto) , funciona bem em mais um capítulo de John Wick. A forma como o roteiro conseguiu pular de local: EUA, Japão e terminar o filme na França foi um grande feito. Tiroteios nas ruas de Paris foi algo muito bom. Aqui seguimos com as boas coreografias de lutas e ótimas cenas de ação, dessa vez o destaque das cenas fica com a participação de um importante personagem que é o Caine, que a princípio parece se configurar comk vilão, mas nao verdade não é bem assim. Além disso, temos a inserção de outro personagem interessante que é o ninguém (Shamier Anderson), tipo de cara que está para matar John, mas que nao aceita qualquer quantia da cúpula, e por isso acaba ajudando o nosso protagonista que o seu valor aumente. Logo, ficamos naquele de confiar ou nao nele. O vilanismo fica por conta de Marquis (Bill Skarsgård), um poderoso membro que representa a alta cúpula, que está ali para matar John e continuar com as regras. É interessante que o filme segue com o amparo das regras no meio dos matadores, mas vemos mais uma vez quem tem o poder domina isso ( isso acaba até sendo repetitivo), mas o roteiro procura encaixar isso de um modo diferente, dessa vez com a questão da vida ou da morte, pois agora temos um duelo no final da trama e só 1 sai vivo. Por falar em repetitivo, temos isso sim nesse filme. As cenas de ação sao muito longas e repetitivas ao extremo ( embora que a direção se empenhou em colocar luzes e trilha sonora diferente para iniciar tais cenas e deixou a repetição da ação melhor). Outra questão é mais uma vez usarem cachorro em cena de ação, algo que a gente já viu no filme anterior. Talvez o que tenha faltado no uso do cachorro no filme 3 foi a ligação entre John e o animal , algo que acabou ocorrendo nesse. O desfecho deixa uma ambiguidade sobre John. Embora que já confirmaram a produção do John Wick 5 ( o 6° filme da franquia).
No terceiro filme era John Wick se jogando nos vidros, este se superou, as lutas coreografadas mal feitas, vi o figurante que se recuperou cedo demais, esperar John Wick se virar para poder atacar — sem brincadeira, mas que patético. A coisa mais patética desse filme foi a cena da escada, o John Wick levou um chute e de resto foi ele virando o próprio corpo várias vezes na escada pra chegar no final e subir de novo, essa parte do filme no final, é sem dúvidas a mais patética de todas.
Eu sempre vejo as avaliações da maioria dos filmes aqui antes de assistir mas dessa vez tô achando que o pessoal assistiu outros filmes do wick pq não é possível.
Eu gosto de filme de ação mas esse é muito exagerado e chega a ser cansativo e beira o Ridículo o os combates mentirosos , tem cena que ninguém fala nada por minutos e é só tiro e porrada , parece apenas alguns dublês treinando
Os assassinos são são ridículos , os caras não atiram de longe, esperam chegar bem perto pra poder o John matar com um tapa
Meu Tio que ama filmes de ação não conseguiu nem ver 20 minutos do 3° filme
O primeiro filme é espetacular mas do 2° em diante são bem ruins
Uma das coisas mais interessantes nos quatro filmes da franquia John Wick é a forma como o personagem foi construído ao longo da narrativa. A direção e o roteiro conseguiram desenvolver um protagonista que carrega não apenas habilidades extraordinárias, mas também uma reputação marcante dentro do universo em que está inserido.
John Wick não é apenas temido — ele é respeitado e, em muitos casos, admirado. Essa admiração desperta não só lealdade, mas também inveja. O mais fascinante é perceber que, mesmo tendo inúmeras oportunidades de eliminá-lo, muitos personagens optam por não fazê-lo. Isso não se deve apenas ao medo, mas também ao reconhecimento de quem ele é, do que representa.
Esse respeito quase mítico que o cerca é um reflexo direto de como o enredo é construído. Ao invés de apenas focar na ação, a trama valoriza o legado e a influência de John no submundo em que vive. Essa profundidade dá peso às cenas de combate e significado às decisões dos personagens ao seu redor.
A franquia acerta em transformar o protagonista em uma lenda viva, algo que vai além da violência estilizada: é sobre honra, reputação e os códigos que regem aquele universo. E é justamente essa construção sólida que torna John Wick uma das sagas de ação mais marcantes dos últimos tempos.
Filem muito bom , keanu reeves dando o seu melhor , cenas de ação bem feito , o filme com duração grande , mas não fica cansativo por causa da performance do Keanu Reeves e a história bem feita . Muito bom o filme .
Entretenimento puro, narrativamente básico, mas ainda assim ótimo. Wick enfrenta novos inimigos em sua busca por liberdade, levando-o a confrontos épicos ao redor do mundo. Ação impecavelmente coreografada e um ritmo acelerado fazem deste um dos melhores da franquia, apesar de uma história um pouco previsível
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