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Luana O.
764 seguidores
557 críticas
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5,0
Enviada em 19 de maio de 2021
Aplaudindo Anthony Hoppins por essa atuação, fabulosa. Oscar mais que merecido. Após o final do filme, levei umas duas horas para me recompor, pois o drama é intenso e sensível. Amei a estrutura, o desenvolvimento, os atores, direção... Faltava um filme que nos inserisse dentro do paciente com Alzheimer, um roteiro muito original. Filme excepcional!
Anthony Hopkins, um dos favoritos ao Oscar de melhor ator. Infelizmente concorre contra um ator que faleceu, e em um ano de George Floyd, suas chances diminuíram drasticamente.
Chadwick o ator em questão, faz um interpretação boa e não passa disso, longe de ser melhor que a de Hopkins, no entanto, mais uma vez o fato de um concorrente ter morrido fará a diferença.
Fizeram algo assim com o Heather Ledger.
Bom, o Oscar historicamente comete injustiças e nesse caso, pelo menos será para um ator que fez algo realmente bom em seu último papel.
Acho o tema sobre uma doença como Alzheimer necessário e foi feito nesse longa metragem de uma forma primorosa.
Por vezes o filme pode ficar um pouco cansativo e aí Hopkins acaba com isso.
Olivia Colman, também concorre ao prêmio de melhor atriz e na minha opinião não foi a melhor entre as cinco concorrentes.
O roteiro ou mais a edição não são tão bons e merecem uma nota 8,0.
Um filme que na primeira vez que você assistir, se sentirá na pele de Anthony. Um idoso que têm demência e que por causa (dela) vem vivendo com a perca de memória recente, e passa a conviver com sua filha e seu genro no seu apartamento, essa introdução conta verdades e mentiras ao longo do filme e que perfeitamente o diretor do filme nós coloca a partir da perspectiva do protagonista, fazia anos que eu não ficava tão impactado com a narrativa de um filme de modo geral. Meu pai ( The Father no original) é um excelente filme.
Filme maduro, com elenco de primeira. Aborda o tema sensível da perda de memória na velhice, jogando com o espectador ao apresentar a visão embaralhada da realidade do protagonista. Um primor. Assistido em abril de 2021. Comprado pela Cris no Apple TV.
O modo como é abordado o alzheimer é o grande mérito do filme. Aqui vimos a doença pela ótica do doente, e não por quem está a sua volta.
Não há como não se sentir imerso na história. Há momentos em que nós mesmos ficamos confusos com os acontecimentos. É justamente isso que nos deixa comovidos, ainda mais por causa da questão com suas filhas. O constante esquecimento de uma e a constante lembrança da outra que já morreu. O trabalho de montagem foi essencial para o resultado final.
A relação da família com quem tem a doença também é mostrada na história. A filha não sabe muito bem o que fazer, enquanto seu marido quer apenas se livrar dele. É uma decisão difícil de ser tomada. Escolher cuidar se dedicando quase integralmente ao pai ou passando essa responsabilidade para outra pessoa.
As atuações são o grande ponto do filme com Anthony Hopkins dando um show no papel principal. O final é ainda mais comovente com a vulnerabilidade daquele personagem sendo mostrada.
Filme cativante sobre o relacionamento entre o relacionamento de pai com a filha. A interpretação de Olivia Colman e Anthony Hopkins é de dar aplausos de pé, e acredito que ele vire um dos melhores atores de Holllywood de todos os tempos ,esse pape lhe rendeu o OSCAR de melhor ator de 2021.
Para quem já viveu de perto a doença de um pai ou avô. É simplesmente emocionante. O filme te provoca uma imersão tanto no paciente quanto em quem cuida que é algo fantástico. Impossível não se emocionar. E Anthony Hopkins, incrível! Sem dúvidas um dos melhores de todos os tempos. Filme emocionante.
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