Não recomendado para menos de 16 anos
Depois da morte de sua mãe, o jovem Sócrates (Christian Malheiros), que foi criado apenas por ela durante os últimos tempos, precisa fazer tudo o que for possível para que consiga sobreviver na realidade da miséria, somado com o preconceito por ser homossexual. Seus valores e ideais são colocados na balança com o medo de não conseguir se virar sozinho.
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3,5
Bom
Sócrates
De porta em porta
por Barbara Demerov
Desde a primeira cena, o jovem Sócrates (Christian Malheiros) não tem praticamente um segundo de respiro. Sua urgência em consertar pequenos fragmentos de sua vida - que desmorona em questão de pouquíssimo tempo - é transportada para fora da tela na forma de uma sensação incômoda de impotência, por mais que existam tentativas ininterruptas de fazer com que ao menos alguma coisa dê certo. Do início ao fim esta sensação permanece.Mas a ideia do diretor Alex Moratto é justamente a de incomodar, seja nos situando dentro de uma realidade comum de pessoas que moram em regiões periféricas ou por simplesmente assumir um tom muito pessoal e próximo ao protagonista. Com a câmera seguindo seus passos e expressões, que compõem um misto de desespero e ansiedade com pequenos vislumbres de esperança, a direção é seca e direta, assim como os cortes que vão montando a sequência de adversidades de Sócrate
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12 Notícias e Matérias Especiais
Sócrates é negro, pobre, periférico (mora na periferia de Santos/São Vicente) e sofre inclusive violência física, tanto por parte do pai, por conta de sua orientação sexual, quanto por parte do rapaz (lindo!) pelo qual se apaixona, spoiler: que é casado e tem um filho, embora ele demore para descobrir.
Ele está sempre "apanhando" da vida. Com a morte da mãe fica inteiramente sozinho, sem ter como bancar o apartamento popular ...
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Minha vontade de ver o Sócrates bem me fez não gostar do fim do filme. Queria muito um "final" para o filme. Não que fosse necessariamente um "final feliz". Mas o filme é bom
História forte que funciona sozinha, quase em paralelo à atuação dos atores, que por vezes pecam em passar a devida emoção. A direção abusa de movimentos de câmera e faz o filme se tornar cansativo visualmente, mas isso pode ser um recurso interessante visto que a emoção do protagonista é conturbada e cheia de reviravoltas. senti falta de uma conclusão mais consistente, temos aqui um filme para se pensar ao invés de uma narrativa ...
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A atuação do ator foi incrível! Chega ser agoniante o retrato dos meus desfavorecidos no Brasil. O filme te prende do início ao fim.
Festival do Rio
Selecionado para a mostra Première Brasil: Longas Novos Rumos da 20ª edição do Festival do Rio.
Festival de São Paulo
Selecionado para a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
O2 Play
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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