Este filme aborda a vida e obra de um dos maiores orgulhos do Brasil: Sérgio Vieira de Melo. A obra usa do atentado no prédio da ONU no Iraque e da luta pela vida de Sérgio para trazer flashbacks de sua carreira principalmente sua atuação no Timor-Leste onde teve extrema importância na independência do país. A trama consegue entrar muito bem na mente de Sérgio e em sua confusão de prioridades entre sua vida pessoal e a vida de milhares de pessoas que precisa amar de seu esforços e é aí que entra Carolina, sua parceira, que o ajuda nesta missão. Recomendo demais, emocionante e fundamental para destacar o talento BR (tanto de W. Moura quanto de Sérgio), e o papel fundamental da ONU e do multilateralismo em um tempo sombrio, no qual este vem sendo colocado em xeque.
O filme Sergio, lançado em abril de 2020 pela netflix e dirigido por Greg Barker, é uma longa metragem baseada no livro “O homem que queria salvar o mundo", de Samantha Power, o qual conta a história real de Sergio Vieira de Mello, um diplomata brasileiro da Organização das Nações Unidas (ONU). No filme, Sergio de Mello é interpretado por Wagner Moura, ator, diretor e músico brasileiro, consagrado por suas atuações em obras como: Tropa de Elite (2007), Narcos (2015-2017), Tropa de Elite 2 (2010), Marighella (2019), Trash – A esperança vem do lixo (2014), dentre outros. A obra remonta a importância do diplomata para a ONU, reconstruindo sua biografia com uma mistura de romance, política e drama. Sergio de Mello, dedicou 34 anos de sua vida à ONU, atuando ativamente em diversos países. Aparentemente, o diretor (Greg Barker) preocupou-se em mostrar o humanismo do diplomata ao tomar muitas decisões difíceis, como o fato de deixar a presença dos filhos para servir a um povo que mal conhecia. É nítido perceber que este compromisso com a paz mundial, fez de Sergio uma grande figura na ONU, sendo responsável, por exemplo, pela idependência do Timor-Leste que esteve invadida pela indonésia durante vários anos, além de atuar ativamente na assistência a civis no Iraque durante a Guerra do Terror. Tais conquistas foram graças ao humanismo de Sergio e o seu poder como negociador. A figura solitária de Sergio de Mello é contraposta ao romance com Carolina Larriera (Ana de Armas), uma argentina que também trabalha para a ONU. Ela exerce um papel importante na vida de Sergio, lembrando-o de pensar um pouco mais em si mesmo e em seus filhos. Esse contraste com o desprendimento de Sergio, tenta criar um equilíbrio entre a sua vida pessoal e sua missão na ONU. Um exemplo nítido ocorre na cena em que os dois estão em um restaurante e Carolina o incentiva a dizer “não” ao convite para ir ao Iraque, porém, mais uma vez, Sergio decide colocar sua própria vontade de lado, e vai em missão de ajudar o País. O filme não é construído sobre uma linha do tempo estável e cronológica, desta forma, as idas e vindas no tempo podem gerar uma certa confusão para quem tenta entender a narrativa, spoiler: porém essa montagem também prepara o telespectador para o final trágico com a morte de Sergio. Além disso, sempre deixa ativo o contraste entre o desejo e a realidade, o profissional e o pessoal. Deixando nítido que o desejo de estar próximo a seus filhos em sua terra natal, parece ser uma utopia na vida de Sergio. De um modo geral, o filme é muito prazeroso de se ver, pois, o profissionalismo dos intérpretes conseguiu trazer uma qualidade incrível às cenas. Para aqueles que gostam de um filme com romance e um pouco de drama, ele é ideal. Porém para aqueles que buscam conhecer a história de Sergio Vieira de Mello e sua atuação na ONU, facilmente irá se decepcionar, pois as referências à atuação de Sergio e os impactos que isso causou ao longo de 3 décadas poderiam ser mais bem trabalhadas.
Muito bom, ótima atuação do Wagner Moura e uma demonstração de como temos tantas ótimas histórias para serem contadas sobre pessoas e momentos que sejam do Brasil.
Cara, que foi isso? O ator principal totalmente deslocado do resto do elenco. Não consegui chegar nos 30 minutos, que decepção. Nem é tanto a culpa do script...só imaginemnesse filme com outro ator, que não transforme em uma novela brasileira, teria no mínimo ganho mais uma ou duas estrelas. Realmente o romance e o foco no personagem desnecessários, o filme seria no maximo bom, mas com o Wagner, não deu muito certo. Muitas caras e bocas.
Sergio é um filme de drama biográfico norte-americano, dirigido por Greg Barker, a partir de um roteiro de Craig Borten
eu me lembrei do nome dele depois que comecei a assistir o filme mas a história foi bem esclarecedora, é claro que pelo que eu pude ler nada é 100% real, mas foi muito interessante poder conhecer um pouco mais do que aconteceu com esse brasileiro que provavelmente iria se tornar presidente da ONU
Filme muito interessante pela atuação de Sergio na ONU, mas parece que ele ficou 30 anos de romance com a Carolina, mais da metade do filme so falou da relação deles.
Que Wagner Moura é um grande ator isso todo mundo já ta cansado de saber, mas esse filme retrata que nem um grande ator pode salvar um enredo fraco é ruim, para quem gosta de filme biográfico pode até agradar, mas não é um filme intenso, que te prende ou faz você querer saber mais, da metade pro final o filme vai perdendo cada vez mais força até se tornar monótono e na minha opinião chato. Não é o pior filme que já vi, mas tem muitas falhas.
A história de Sergio de Vieira Mello é muito mais rica do que essa biografia mostra, ao invés de focar nas ações pró direitos humanos e na carreira de Sergio até chegar a ONU, a produção foca quase sempre no romance dele, o que não faz sentido quando se fala de uma das maiores personalidades brasileiras da história.
Além de enaltecer talentos nossos como Wagner Moura, o filme, por sua fidelidade biográfica, leva o Rio de Janeiro e músicos como Cartola ao mundo. Além da história ser extraordinária por si só, a dinâmica como foi apresentada lhe prende do início ao fim. O único pênalti vai para os exaustivas lapsos temporais que fazem você se perder em algumas horas. No mais, é um excelente filme e sem qualquer tipo de contraindicação.
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