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Edson Santos
1 seguidor
7 críticas
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3,5
Enviada em 21 de maio de 2020
A historia é bem honesta e não enfatiza apenas qualidades do personagem, como também seus defeitos e falhas. Senti falta de mais atuações de Sergio na ONU já que o filme retrata sua vocação nesse quesito
Por não ser linear, existe um pouco de confusão com as alternâncias de cenas do passado e presente isso atrapalha um pouco o ritmo do roteiro, Mas ainda assim a narrativa funciona muito bem trazendo empatia e carisma aos personagens, ponto positivo para a química do casal protagonista (Vagner Moura e Ana de Armas) e para fotografia do filme.
Pobreza de diálogos, roteiro fraquíssimo, nem a atuação do Wagner tava legal, o que salva é através do filme despertar o interesse em conhece e mais a fundo , o trabalho do Sérgio Mello junto a ONU, afinal foram 34 anos de serviços prestados!!!
Acho que é certo dizer que a maioria dos brasileiros só ouviu falar do diplomata Sergio Vieira de Mello no dia 19 de agosto de 2003, quando o prédio da sede das Organizações da Nações Unidas (ONU), em Bagdá (Iraque), foi palco de um ataque terrorista que vitimou 22 pessoas, incluindo Sérgio, que, na ocasião, era o representante da ONU no país, liderando um trabalho que visava a redemocratização do Iraque.
Tendo como base o livro O Homem que Queria Salvar o Mundo, escrito por Samantha Power, o diretor Greg Barker mergulhou na figura de Sergio Vieira de Mello com o objetivo de compartilhar com as plateias do mundo todo quem foi ele e por quê o seu trabalho foi tão importante e inspirador.
Primeiro, no documentário Sergio, Um Brasileiro no Mundo (2009), e, depois, na obra ficcional Sergio (2020), uma produção original do canal de streaming Netflix. Em ambos os filmes podemos perceber a mesma estrutura narrativa, principalmente com o enfoque na figura proeminente de Sergio (que, na versão ficcional, é interpretado por Wagner Moura) como um alto funcionário das Nações Unidas, com vocação para a conciliação, a justiça e a pacificação, e o destaque maior ao trabalho que ele desenvolveu na redemocratização do Timor Leste, após a independência do país – foi o desempenho à frente da missão da ONU neste país que o levou até o Iraque.
Os dois filmes também abrem espaço para a vida pessoal de Sergio. Embora Sergio, Um Brasileiro no Mundo aborde os relacionamentos pessoais dele de uma forma mais secundária; Sergio traz esse pano de fundo para o primeiro plano e prefere romantizar a trajetória da sua personagem principal – e isso fica ainda mais nítido na forma como o relacionamento com a sua segunda esposa, Carolina Larriera (Ana de Armas), é relatado.
11 anos que separam o documentário da obra ficcional, mas uma coisa fica claro para a gente: que a história de Sergio Vieira de Mello precisava ser contada. Ele dedicou sua vida para um trabalho humanitário e que tinha uma importância enorme. Tanto Sergio, Um Brasileiro no Mundo, quanto Sergio são obras emocionantes, principalmente pelo senso que ambas nos passam: a de alguém que amava o que fazia, que era cheio de vida dentro de si e que viu sua existência ser abreviada, quando ele ainda tinha tantos planos e projetos, pelas mãos das pessoas que ele tentava ajudar.
Com um personagem desses, transformaram a história em um dramalhão mexicano. Além disso, o filme é feito de flashbacks, mostra o atentado logo no início do filme para só depois ir recontando os passos de Sérgio. Assim, em grande parte da projeção assistimos ao personagem ir agonizando sob os escombros, e nós, como telespectadores, vamos agonizando juntos, dada a falta de ritmo do material.
Estrelando o ótimo Wagner Moura e Ana de Armas, Sergio é um bom filme biográfico. Tem ótimas atuações e uma trama que apesar de não ser linear, é muito boa. O longa perde um pouco de força do meio pro final, e investe num romance com pouca química, mas é um bom filme, já é louvável só de ver um gringo se interessando por uma história de um brasileiro.
Para mim foi um dos filmes mais esperados do ano ( acho que esse foi o erro ). O filme deixa a desejar por focar muito no romance da dupla e muito pouco na atuação de Sérgio na ONU, afinal foram mais de 30 anos na organização e pouco pode ser visto. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
obrigatório. filme sobre um brasileiro idealista, pacifista. sobre os dilemas do mundo, da ONU, etc (para não entrar nas questões políticas, vou parar esse tema do filme por aqui), sobre o amor. sobre as perdas que as pessoas sofrem. sobre coragem? só de pensar em morar no Camboja, Timor-Leste, e ir com a missão de pacificar? quer mais que isso? e a namorada dele, valeu sim falar do romance, de fato, por mais q a morte das pessoas seja apenas uma estatística, cada ser, individuo, tem um valor imensurável para quem ficou. só critica quem nunca nem tentou amar.
Filme chato!!! Estou acostumado a assistir biografias e documentários, mas infelizmente esse ficou muito chato. A montagem no estilo de Torre Gêmeas foi uma péssima escolha, tirando o clímax do final. O Wagner Moura, que é sim um ótimo ator, ficou péssima, extremamente forçada e cheia de tiques do Capitão Nascimento. Já a atriz apresentou uma boa atuação, singela e doce na medida. É uma pena uma grande história se transformar em um filme esquecível. Difícil vai ser quem conseguir assistir até o final.
Louvável a iniciativa de um americano fazer um filme sobre um brasileiro. Wagner Moura e Ana de Armas muito bem em cena, mas o filme deixa a desejar por focar muito no romance da dupla e muito pouco na atuação de Sérgio na ONU, afinal foram mais de 30 anos na organização e pouco pode ser visto.
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