Cliche global. O filme mira na prática do personagem Sergio, mas pouco explora os ideias que o movem, ficando como saldo, a dúvida sobre o homem e o diplomata Sérgio. No episódio do Iraque, a pergunta que não quer calar é saber o porquê Sergio relaxou na segurança se sabia trabalhar em terreno bastante adverso, uma vez que a ONU opusera-se a invasão, e Sérgio fora como "enviado" dos EUA. A decisão, que expôs toda sua equipe ao perigo, revela uma faceta psicológica que precisa ser mencionada, como se o personagem que aparentava determinação, fosse conduzido por um impulso autodestrutivo. Outra coisa, não sei se a Netflix tem participação da Globo, mas parece que nas suas produções sempre que possível, fica a propaganda do "Conheça o Rio", e no caso, descreve um Arpoador caribenho fake. Essa coisa de divulgar o Rio entedia um pouco, e parece ser o que mais preocupa nessas produções. De positivo, a atuação do Wagner Moura e de sua simpática companheira.
A química entre os protagonistas é inegável, o filme poderia se aprofundar mais nas nuances políticas, mas como me envolveu muito e até me emocionou, dou essa nota boa
Uma história inspiradora de um homem que dedicou sua vida as causas humanitárias, mas o filme peca em dar ênfase ao romance entre Sérgio e Carolina. Vale assistir, mas dá pra surpreender
Tive que interromper o filme na metade, não consegui assistir mais. Fizeram do Sergio Vieira de Mello, um puta de um latin lover na figura do Moura em péssima atuação forçada.
O filme é bom, mas ficou superficial. Ficou muito focado no romance e algumas situações foram somente pinceladas. É uma pena, a atuação de Wagner Moura estava ótima, e a história de vida de Sérgio De Mello é tão rica, que daria um filme com muito mais conteúdo.
Na minha opinião o filme foi muito bem feito, sou uma apreciadora de biografias. A fotografia não deixou nada a desejar e o enredo explora bastante os temas de maiores conflitos que o diplomata brasileiro Sergio de Mello assumiu durante seus 34 anos trabalhando na ONU. Com certeza para representá-lo ninguém melhor do que Wagner Moura, passou total carisma e imensa subjetividade ao personagem. Foi ótimo ver a atuação de tantas culturas e fechando com chave de ouro, Cartola e o Rio de Janeiro.
O Sergio Vieira de Mello e sua bela história mereciam a interpretação de um ator de melhor qualidade e de melhor cognição. Uma pessoa brilhante não ficou refletida na atuação de um ator que desenvolveu traços de psicopatia mental em seus últimos embates da vida real. Essa perda de carisma, de credibilidade, de respeitabilidade de Wagner Moura desmereceu o filme e a biografia de Sergio Vieira. Uma pena. O filme pecou na escolha do Casting.
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