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    Casablanca
    Média
    4,5
    539 notas e 31 críticas
    distribuição de 31 críticas por nota
    14 críticas
    10 críticas
    3 críticas
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    31 críticas do leitor

    Marcus Cezar Meyer Sukevicius
    Marcus Cezar Meyer Sukevicius

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    4,5
    Enviada em 22 de novembro de 2020
    Apesar de já estar com 78 anos, Casablanca parece não sentir tanto o peso dos anos se mostrando mais atual que muitos filmes feitos na década de 80 do século passado. Isto se dá por o filme estar calcado no roteiro, nos diálogos e na carismática interpretação de seus atores. O roteiro é bem amarrado e o resultado é um filme muito bom, mesmo que estejamos em 2020!
    Lucas Henrique
    Lucas Henrique

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    5,0
    Enviada em 19 de agosto de 2020
    Nota 10. Casablanca é possivelmente o melhor filme já feito. Tudo está em nível altíssimo: Atuação, Roteiro, A Execução da História, Fotografia, Atuação, O Desenvolvimento de personagens, a trilha sonora, e tudo mais. É impressionante como hoje se fala em Casablanca sem falar em qualidade. "Here's looking at you, kid."
    Ruy Samuel E
    Ruy Samuel E

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    5,0
    Enviada em 28 de junho de 2020
    Belíssimo filme! Já o vi mais de 10 vezes. Decorei suas falas, e quando o revejo, sempre me emociona, arrebata, mareja-me os olhos. Uma estória que reúne, para mim, os grandes temas da vida: o amor, a amizade, a solidariedade, a luta pelos ideais de liberdade, o combate a opressão, o elogio da virtude, da coragem e do senso de se fazer a coisa certa, mesmo diante das mais calorosas paixões. Humphrey Bogart no papel de Rich é extraordinário. O icônico e insuperável personagem masculino. E Ingrid Bergman, linda, encantadora, no papel de Ilsa. E a música do filme... Uma obra prima não só do cinema, mas do gênio de contar boas estórias e encantar, ensinar, fazer refletir. Esse filme revela e acalenta esperanças, mesmo em dias tão obscuros sobre os quais estamos a viver, hoje, em nosso País.
    Marcos J
    Marcos J

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    5,0
    Enviada em 26 de abril de 2020
    Alguém conhece a música cantada por uma mulher com um violão no bar do Rick aos 29 minutos do filme? Não encontrei na trilha sonora, tampouco pesquisando por sua letra. Agradeço quem puder informar.
    Carlos Henrique S.
    Carlos Henrique S.

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    4,0
    Enviada em 26 de dezembro de 2018
    Um dos maiores clássicos do cinema,no auge das interpretações da década de 40,temos um filme que te prende em todos os quesitos.Não a toa o filme foi arrebatador nas premiações do Oscar da época onde ganhou os prêmios de Melhor filme,Melhor diretor e melhor roteiro,que foram merecidos já que toda a trama é muito bem escrita e dirigida.O diretor Michael Curtiz conseguiu fazer um dos melhores casais formados por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman,o Humphrey é um cara sério mas que tem um coração mole por dentro já a Ingrid é uma personagem que tem seus conflitos internos e que tem que decidir entre razão e amor uma difícil decisão.O roteiro é muito bem construído e oferece uma trama muito eficiente,que não só trata o romance do casal principal como também os nazistas e seu regime autoritário que assombrava os refugiados.Por fim o que temos é uma trama clássica de amor e guerra que é muito bem retratada pelos atores e bem dirigido,com um desfecho clássico que é a mais pura declaração de amor.
    Felipe H.
    Felipe H.

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    5,0
    Enviada em 2 de maio de 2018
    Clássico é classico e ponto. Nostálgico. Bela fotografia e trilha sonora. Com certeza um dos melhores filmes ja feito.
    Carlos P.
    Carlos P.

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    5,0
    Enviada em 15 de abril de 2019
    Possivelmente o melhor filme já feito. Talvez pra algumas pessoas não encante tanto o filme, uma vez que já tem quase um século, algumas coisas perdem um pouco da atração com o tempo. Mas se gosta de filmes, Casablanca é um filme que deve ver o quanto antes. Roteiro sem qualquer imperfeição, ótimas atuações(novamente, talvez para algumas pessoas vendo hoje isso não se destaque tanto), trilha boa e repleto de momentos incríveis. Um filme excepcional, não é à toa que atravessa gerações, influenciando diversas outras histórias.
    Nino G.
    Nino G.

    Segui-los 1 seguidor Ler as 26 críticas deles

    4,0
    Enviada em 17 de junho de 2017
    Casablanca é um mundo utópico, uma grande metáfora sobre a vida que é ao mesmo tempo, o limbo ligando o inferno ao paraíso. Em "Adaptation" de Spike Jonze, "Casablanca" é referenciado como uma obra-prima para aqueles que querem estudar e criar um roteiro, a consideração é feita pelo professor de roteiros Robert McKee (Brian Cox), e sem dúvidas: é. O clássico de 1942 dirigido por Michael Curtiz, atravessa os séculos como máxima referência da sétima arte, principalmente pelo desenvolvimento de sua história, um primoroso roteiro que segue a estrutura clássica linear (começo, meio e fim), e que sabe tirar partido disso ao provocar pequenas quebras da linearidade, ao desenvolver uma história dramática, cujo passado não conhecemos, mas que é peça fundamental e que interfere nas decisões e nas características de uma personagem, e um futuro incerto, mas com possibilidades claras. Sabemos os caminhos disponíveis para os protagonistas, mas qual será o escolhido e o motivo, isso só conheceremos ao término da película. O roteiro é baseado na peça "Everybody Comes To Rick's", sendo desenvolvido em três mãos, por Julius J. Epstein, Philip G. Epstein e Howard Koc. Uma curiosidade é que o texto da peça só chegou a ser montada (anos) depois, e os direitos para o cinema foi um dos maiores valores pagos na época. Uma grande sacada do roteiro é justamente não se levar tão a sério, "Casablanca" inicia com uma narração irônica, próxima das comédias que parodiam guerras, e em diversos momentos temos esse ar jocoso nos diálogos das personagens, tal como Richard Blane (Humphrey Bogart) que satiriza sua condição de homem abandonado ou da condição transitória e de espera da grande sala de conexões que é o "aeroporto Casablanca". Porém, o roteiro comete o deslize justamente ao querer apresentar o mundo externo através de flash black, um recurso que não agrega nada de interessante ao filme, mas é uma saída fácil para tentar esclarecer fatos importantes do passado, ainda assim, algo que um roteiro tão brilhante e uma direção precisa, poderiam ter solucionado com outros meios. Um recurso próspero utilizado para compor a iluminação do filme, é a ideia da lanterna de um farol, que reflete seu giro por toda aquela cidade, embora espacialmente falando, a luz desse farol revela que Casablanca é tão curta quanto a extensão entre dois braços abertos, porém, é clara a proposta do diretor Michael Curtiz que com a direção de fotografia de Arthur Edeson, criam uma atmosfera de ocultismo, e que tal como as personagens, só temos vestígios de sombras, não são claras, tal como os lapsos de iluminação, que pouco a pouco revela algo. Outro ponto que colabora na iluminação e fotografia adotada, é a total superficialidade empregada, estamos em uma cidade do Marrocos, onde a luz solar é forte e farta, mas como "Casablanca" foi rodado em estúdio, e também se propõe aos traços de uma cidade superficial, sua iluminação é composta por abajures, lustres, lamparinas, brilhos e faróis e raramente temos reflexos do sol. Essa artificialidade é sentida igualmente na direção de arte realizada por Carl Jules Weyl, que dentro do que seria cenários internos e externos, trabalha com oposições muito definidas, nos ambientes internos temos a riqueza de detalhes, como no bar "Ricks Café American" ou "Club Owner Signor Ferrari", nesses ambientes tudo é muito luxuoso e grandioso e bem explorados em planos abertos ou na minúcia de close's revelando um belo trabalho de composição de imagens e de Mise en scène. A trilha sonora é marcada pelo clássico "Como o Time Goes By" e La Marseillaise, o hino nacional da França. Ambos ganham "status" para além de trilha sonora, tornam-se “leitmotiv”, e gerando certo incômodo, no terceiro dedilhar de La Marseillaise mais do que saber que ali estão os franceses ou que é uma busca de enaltecer a França, sabemos que é uma insegurança por parte do diretor de esclarecer pontos que já se estabelecem seja pele local frequentado ou pelo fardamento que as personagens utilizam (exemplo: diferenciar soldados alemães dos franceses). Porém, o ápice de exaltação do hino nacional da França, ocorre quando é utilizado para provocar os Alemães, capaz até de unir os franceses que estão no Rick café e sob domínio Alemão. Humphrey Bogart como Richard Blane, Ingrid Bergman como Ilsa Lund Laszlo e Paul Henreid como Victor Laszlo, conseguem se destacar individualmente, e as origem estrangeira de cada ator favorecem o jogo clandestino e migratório inerente ao filme. Se separadamente cada ator se destaca, a combinação em um triângulo amoroso funciona ainda mais, e divide muito o espectador para o favoritismo amoroso da personagem de Ilsa, pois, tanto o charmoso Blane e o heróico Victor são carismáticos e com qualidades divergentes, mas que juntos só complicam ainda mais uma posição que colabore em determinar com quem Ilsa deve ficar. Nenhum destes personagens tombam em uma balança maniqueísta para o lado ruim. Alguns são cínicos, algumas mentiras, alguns matam, mas todos são resgatados e suas decisões, por mais que difíceis, são fáceis de entender. Casablanca é um mundo em miniatura, em que desejos, pecados e impulsos básicos universais, para o bem e para o mal, estão envolvidos em “glamour”, “suspense” e estilo.
    Carol B.
    Carol B.

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    5,0
    Enviada em 12 de abril de 2016
    O que dizer sobre aquele filme que a muito estava na sua lista de um dia tenho que assistir e quando este dia finalmente chega você pensa: como pude demorar tanto?! Os diálogos marcantes, o romance intenso e aquele passado que insiste em ser presente...
    Marcão
    Marcão

    Segui-los 7 seguidores Ler as 81 críticas deles

    4,0
    Enviada em 3 de março de 2016
    "Casablanca" é, sem dúvida, o maior filme de todos os tempos, seguido por "Cidadão Kane" e "...E o Vento Levou". A fórmula de "Casablanca" é magnífica e começa por um roteiro perfeito, irretocável, contendo todos os elementos do cinema clássico, um formidável leque de personagens, em torno dos quais gira uma mistura de política, paixão, romance, guerra, heroísmo, mistério e intriga. Por outro lado, apresenta um excelente sentido de tempo e lugar. Poucos filmes são tão bem conectados ao tempo em que foram produzidos como este. Rodado em plena 2ª Guerra Mundial, numa época em que ninguém tinha a menor idéia de quem seriam os vencedores, o filme é o grande marco da Idade de Ouro do cinema americano. A direção de Michael Curtiz é consistentemente segura e consegue prender a atenção da platéia até o seu final. "Casablanca" apresenta, ainda, um ótimo design de produção, uma belíssima fotografia em preto-e-branco e uma fabulosa trilha sonora. Quem não conhece a canção "As Time Goes By", gravada pela maioria dos grandes cantores e músicos americanos? O elenco é um outro ponto forte do filme. Humphrey Bogart, uma das lendas de Hollywood, tem o maior papel de sua carreira, como o cínico, inescrupuloso, mas também nobre e generoso Rick. Com a bela e talentosa Ingrid Bergman, consegue manter uma química inesquecível. Os atores coadjuvantes também oferecem uma magnífica contribuição para o sucesso do filme, com as ótimas atuações de Claude Rains, Conrad Veidt, Paul Henreid, Peter Lorre, Sydney Greenstreet, S. Z. Sakall, além da marcante participação de Dooley Wilson. Assisti em DVD achei muito bom ....
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