No Portal da Eternidade
Média
3,7
134 notas

17 Críticas do usuário

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Fabi Botelho
Fabi Botelho

1 seguidor 72 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de outubro de 2025
Bons atores e boa atuação. Mas o filme não entrega muito. Não é ruim, mas… tem filmes melhores. Porém para conhecer um pouco a história, vale a pena.
Dinis Gomes
Dinis Gomes

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de novembro de 2023
Na minha opinião achei que o filme transmitiu com sucesso a narrativa ao espectador. Observamos logo no início do filme que este não possui estabilização de imagem, o que acho que não é muito comum em filmes (pelo menos nos que eu assisto). Para ser sincero não consegui apreciar esse facto pois parecia-me muito “enjoativo e cansativo”, para além do facto de que diminuía a visualização dos espectadores relativamente ao cenário do filme.
Eu percebi que foi intencional, pois assim demonstravam a forma de percepção do mundo do Van Gogh. Van Gogh adorava a natureza e a retratava nos seus quadros de pintura a óleo.
Em alguns momentos do filme é possível ver que ele tem uma visão diferente da nossa pelo menos eu acho, porque nós humanos podemos não ter a mesma visão dos outros, podemos estar a ver toda a vida tons de cor diferente de outras pessoas, como eu posso ver uma maçã de um tom vermelho claro, e outra pessoa pode estar a ver a maçã com o tom vermelho escuro.
Voltando ao que estava a dizer em algumas cenas do filme em que o vídeo representa a visão de Van Gogh, reparei que se tivermos um retângulo na horizontal e partimos a meio nesse mesmo sentido a parte de baixo estava sempre desfocada, para não falar que em algumas cenas também estava tudo desfocado à exceção do rosto dos personagens.
Mas como eu disse há 3 parágrafos atrás não consegui apreciar esse fato, mas achei muito interessante pois esse movimentos bruscos e subtis mudavam conforme o humor do personagem se ele tivesse calmo a câmara estava estabilizada, mas quando ele estava agitado os movimentos ficavam bruscos.
Tenho de elogiar, embora eu não tenha gostado da forma que foi retratado a imagem, o diretor do filme e o diretor de fotografia, pois não é fácil retratar um filme completo com estes aspectos.
Giovanna Matos
Giovanna Matos

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4,0
Enviada em 23 de janeiro de 2022
O filme retrata a atormentada vida de Vincent Van Gogh, apresentando a verdadeira visão por trás de suas obras, mostrando a forma como ele pintava e retratava sua vida e sua forma de pensar através de suas telas, e ainda, trazendo sua frustração por ser um pintor incompreendido no seu tempo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.283 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de janeiro de 2021
Bom filme com um dos atores que mais brilham nos últimos anos e aqui ele novamente dar show numa grande performance, sendo inclusive indicado ao óscar, Willem Dafoe. Aqui temos um roteiro redondo, mas peca em tardar na informação e assim cansa, apesar dessa falha o filme tem boa montagem e uma boa trilha sonora.
Fabricio Menezes
Fabricio Menezes

27 seguidores 184 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de maio de 2020
O filme acerta em todos os quesitos: fotografia maravilhosa, direção inteligente, atuação impecável de Willem Dafoe, mais uma pra carreira desse mestre! Bem melhor que o chato O Farol. Aqui a história realmente cativa e nos deixa curioso pra saber mais sobre a vida de Van Gogh a cada cena.
Lucio Muratori De A. Graça
Lucio Muratori De A. Graça

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de janeiro de 2020
Sempre que se aproxima a data da cerimônia do Oscar eu procuro assistir filmes que estão concorrendo, que é para eu ter minhas próprias opiniões... Recentemente pude assistir “At Eternity's Gate” (No Portal da Eternidade).
O filme retrata os dois anos finais da vida de Vincent van Gogh desde sua chegada em Arles, no sul da França, em fevereiro de 1888 até a sua morte em julho de 1890. Foi o seu período de maior produtividade. Dos mais de 900 quadros pintados pelo artista, mais da metade foram pintados nestes anos. Nos seus últimos 78 dias de vida no vilarejo de Auvers-sur-Oise, onde morreu, ele pintou 60 quadros, quase um por dia.
O filme passa bem a genialidade do artista, sua maneira de pensar e viver a sua arte, seus tormentos e sua loucura. É um belo trabalho de pesquisa dos roteiristas e do diretor Julian Schnabel que buscaram recriar personagens e passagens da vida do pintor. Destaque para as duas passagens mais marcantes desta época e ainda hoje cercadas de mistério, que são: o episódio do corte da orelha e a sua morte em 1890 com um tiro no peito. Dois episódios que ainda hoje não estão bem contados. Tem coisas que vão aparecendo à medida em que as pesquisas vão avançando, como é o caso do suicídio dele, que levanta suspeitas se não foi um tiro acidental disparado por dois jovens moradores da região.
Palmas para o ator Willem Dafoe que construiu um Van Gogh bastante verossímil e ao mesmo tempo cativante. É um forte candidato ao Oscar de Melhor Ator. Seria o primeiro do ator americano de 67 anos que já fez um monte de bons papéis, alguns bem desafiadores, como no filme “O Anticristo” de Lars Von Trier.
Destaque também para a trilha sonora. Desde as primeiras cenas se faz sentir um piano marcante e sombrio escrito e interpretado por Tatiana Lisovskaya . A música passa a bem o clima do filme e ao mesmo tempo dá um toque de modernidade , pois ao meu ver a música, bastante interessante, beira o piano Jazz moderno de The Bad Plus e Vijay Iyer.
Por tudo isso, eu gostei e já estou torcendo por ele no Oscar 2019
Igor P
Igor P

6 seguidores 26 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de março de 2019
No Portal da Eternidade

Convencional não é nada que Julian Schnabel é, o diretor é um artista ligado ao neo-expressionismo e entende bem sobre arte. Nem é necessário dizer que Vicent Van Gogh era uma figura peculiar, cercada de questionamentos e de uma genialidade nunca reconhecida em vida, então... nada de convencionalidade.
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No inicio da projeção somos inseridos naquele universo com uma câmera subjetiva, que nos coloca como participantes da cena. Van Gogh olha por nossos olhos e nós pelo dele, começamos a ver o filme como a forma que ele vê o mundo, um lugar com cores surreais e fantasiosas. É estranho e meramente desconfortável se permitir conduzir pelas escolhas do diretor. A câmera tremula e estonteante as vezes cansa e soa deslocada em alguns dos contextos na qual foi inserida.
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A indecifrável personalidade de Van Gogh é bem exposta. Por vezes contemplativo ante ao mundo que o cerca, assim como intempestivo com seus esparros de inspiração. Era de fato um revolucionário que buscava pintar sua forma única de ver o mundo, indo na contramão de tudo que estava sendo feito na época. São os eternos conflitos de um homem incompreendido pela sociedade, tão quanto por si mesmo. O texto por vezes redundante de mais com seus diálogos, temos a sensação de andar em círculos.
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Williem Dafoe apesar de ser bem mais velho que o artista de fato era, vive muito bem todos os seus dilemas. O ator sabe todas as dimensões de seu papel, uma atuação incrível e de extrema competência em desvelar tamanha riqueza de personalidade. Dafoe fez por merecer sua indicação, e a confirmação disso se dá em um diálogo x com o sempre ótimo Mads Mikkelsen que faz um padre.
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O longa é irregular quanto a sua narrativa, por vezes é moroso. Sobrevive dos picos de bons momentos, acontecimentos pontuais aqui e ali, e não a obra toda como conjunto. Ainda sim, é um filme muito bom quando se dispõe a falar sobre Vang Gogh, principalmente quando transmite que tentar compreende-lo não é o objetivo, mas apenas parte da jornada. É um artista a frente do seu tempo e ainda a frente do tempo em que estamos hoje, destinado a ser sempre ''futuro'' ou melhor... eternidade.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de março de 2019
Hoje dia de assistir mais uma biografia sobre um pintor bem famoso, depois de Gauguin, dessa vez é Van Gogh, e aqui a diferença é bem mais explícita, tanto pela loucura conhecida tanto por ser algo bem mais filosófico. O filme mostra desde as primeiras tentativas de Van Gogh de ser alguém reconhecido, até toda sua loucura mais conhecida, incluindo seus últimos momentos. O filme quase sempre é bem filosófico, indiferente do momento do protagonista, tenta mostrar como as pinturas são belas, e retratam muito além de tintas sobre tela. Seja na sua concepção ou no seu entendimento, as pinturas estão muito além das formas e do que é mostrado, tudo é bem produzido para mostrar isso. Porém essa mesma boa característica deixa o filme um pouco cansativo, há poucos desvios de algo filosofal, não trazendo muitas emoções além de uma viagem através das aventuras de Van Gogh, o tempo é facilmente ignorado e muitas situações são implantadas repentinamente, para mostrar que há algo além da criação das pinturas. A loucura é mostrada com mais evidência nessas partes, deixando claro as fases mais historicamente conhecida do pintor, mesmo que não haja muitos detalhes, algumas coisas são bem interessantes. O fim do filme não muda muito a perspectiva de filosofar sobre suas artes, mas deixa claro que sua loucura vinha de si mesmo, algo um tanto sem cura, e ao mesmo tempo bem consciente, o que até pode gerar uma sensação de satisfação, de mostrar um lado mais humano e controlado, e menos louco e viajado. No geral, um filme um tanto lento, que mostra muito da criação artística de Van Gogh de forma bem filosofal, e que intercala momentos mais interessantes e curiosos, mas que não passa uma sensação mais empolgante.

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Maurí Luiz B.
Maurí Luiz B.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2019
Resumo: “eu pinto para não lembrar”. FANTÁSTICO. IMPERDÍVEL. Levanta varias questões para pensarmos, discutirmos, lermos. BRILHANTE. É pra mim o filme da temporada 19 é um dos mais belos que vi na minha vida de cinéfilo, porém ele não faz parte da indústria que Hollywood quer. No imperativo: VÁ assisti-lo!!!!!!
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 338 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2019
Mais do que biografar a vida de Van Gogh, o filme quer nos passar sensações.
A primeira sensação forte que senti foi durante o primeiro ato, enquanto o pintor interagia com a natureza. Os planos de câmera, as cores vibrantes, a música e a atuação me fizeram sentir o contato profundo que Van Gogh tinha com a natureza.
Quando a câmera passa a ser os olhos do personagem, novas sensações são estimuladas. Passamos a enxergar tudo pelo olhar turvo do Van Gogh e percemos o quanto a luz do sol influencia em como enxerga as coisas e passa isso para a tela. Nestes momentos a mixagem de som fica bem alta e detalhada, fazendo nos sentir o próprio pintor.
E apesar de ser irritante em alguns momentos, a câmera na mão ilustra bem o desequilíbrio do artista.
At Eternity's Gate é uma biografia que se esforça para sair das convenções do gênero e nos convida a ver e tentar decifrar a forma que Van Gogh enxergava o seu redor. Sofre com seus problemas de ritmo e a trama simplificada, mas acerta muito mais do que erra. Mérito ao diretor e o ator principal.
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