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Mário Sérgio P.Vitor
96 seguidores
138 críticas
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3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2019
Willem Dafoe é um ator precioso.. Apesar de Kirk Douglas e Tim Roth já terem vivido o pintor ('Sede de viver' e "Vincent & Theo'), é Dafoe que mais nos oferece a imagem mais tocante da fragilidade de Vincent Van Gogh. E é ele que faz NO PORTAL DA ETERNIDADE valer a pena. O filme, arrastado, sem uma cronologia precisa e trêmulo em algumas cenas, poderia cair facilmente numa baboseira intelectualóide sobre a loucura e a arte. O elenco de apoio também é muito bom e há uma cena particularmente instigante entre Van Gogh (Dafoe) e o padre que avaliará sua saúde mental (o ator dinamarquês Mads Mikkelsen). É conhecida a mente incerta de Vincent, os perrengues pelos quais passou, o ostracismo, a amizade-relâmpago e pouco saudável com Gauguin, mas tudo isso é potencializado por Willem Dafoe, que realmente nos faz esquecer que está representando. Uma brilhante atuação.
Em 1888, Vincent Van Gogh (Willem Dafoe) vivia em Arles. Recluso e melancólico, ele tentava decifrar seus pensamentos enquanto pintava um dos quadros mais famosos na história da arte moderna: Quarto em Arles.
muito legal poder conhecer um pouco mais da história desse gênio que enquanto esteve vivo não foi reconhecido e hoje em dia é considerado um dos maiores pintores da humanidade, já sabia alguma coisa da sua vida, mas é sempre muito legal poder saber detalhes que nunca poderíamos imaginar ⭐⭐⭐
O filme aborda a vida e obra do pintor Van Gogh de uma forma genial. As luzes, as cores, tudo ajuda a criar uma atmosfera que te atrai para o estilo do pintor.
Sou fã incondicional do pintor Van Gogh num filme onde destaca a vida soturna e conturbada do mais enigmático pintor. Com a sutileza e bucólica adaptação genuína de um diretor europeu.
O filme tem uma história interessante de um dos maiores pintores do mundo, que diferente de muitos expressava a sua dor e o seu sofrimento nas suas telas. O filme se perde no roteiro e na sua direção de filmagem, não mostra os surtos principais do pintor como o corte da orelha e uma péssima direcionamento de câmara gerando desconfortos em alguns momentos, faltou mais detalhes da história e em alguns momentos isso passar despercebido. O ponto positivo é a atuação fundamental e impressionante do ator principal, um bom figurino os atores. No adoro cinema a nota é 3,5 e na minha lista pessoa 7,0/10. Assinado por: Tarcísio Braga
Filme sobre a arte e a loucura de Van Gogh com consistente interpretação de Dafoe sobre este gênio para além do seu tempo, pois segundo suas palavras, seus apreciadores ainda não haviam nascido.
Uma biografia triste e confusa. A confusão, talvez seja o artifício usado para nos levar à cabeça do pintor em todos os seus surtos e demônios mal esclarecidos. É forte e transmite de uma forma ímpar a brilhante mente de um dos maiores artistas que já existiu. Sua representação é magnânima. Willem Dafoe está perfeito no personagem.
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