Roma
Média
4,1
582 notas

115 Críticas do usuário

5
26 críticas
4
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Jose Carlos J
Jose Carlos J

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2019
O enredo me contagiou. Mas achei que faltou mais emoção, a história ficou um pouco arrastada. Mas recomendo. Vale a pena.
Hebert L
Hebert L

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Fotografia incrível, técnica de filmagem interessante, mas... Atuação apenas entrega o o basico devido a falta de falas da protagonista, o restante é bem fraco, principalmente do elenco infantil.
Até gosto muito do desconforto que o diretor consegue causar no publico apenas demonstrando o dia dia de uma doméstica que vive no trabalho, empregada 24hrs, a cena que ela senta do chão pra ver TV e é brevemente interrompida pela patroa me fez pensar que o foco principal seria esse e me fez lembra o otimo filme NACIONAL "Que horas ela volta" , mas se tornou apenas uma sequência de várias cenas lentas e desconexas, incluido uma cena de nudez extremamente forçada, que conta uma história muito banal, destaco as cenas do parto e do afogamento onde você consegue entender o que o diretor queria que vc sentisse! Admirável por ser um filme mexicano que nao tem tanto destaque quanto o americano, mas longe de ser um clássico do cinema!
Daniel M
Daniel M

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
ROMA - OU A ROUPA NOVA DO REI

O filme Roma não foi feito pra você, nem pra mim; foi feito para os críticos. Mas não para o bom crítico, que fala para o público. Foi feito para o crítico metido a inteligente, que acha bonito gostar do que ninguém mais gosta. O problema é que quando o crítico inteligentinho elogia, todo mundo que quer parecer inteligente tem que elogiar também, sob pena de parecer raso, pouco culto, vazio. E aí tem origem o fenômeno da "roupa nova do rei". Todo mundo acha a roupa linda, mesmo só conseguindo ver que o rei está nu. Todo mundo elogia o filme, mesmo tendo sofrido muito para se manter acordado em suas 2h15.

E como em um grande terremoto, esse fenômeno traz consigo subsequentes pequenos tremores:
- a absolutamente inexpressiva atriz iniciante agora é ultra celebrada como um fenômeno descoberto, concorre ao Oscar de melhor atriz. "Ora, mas ela passa justamente a ideia da indiferença que as mazelas da vida nos levam a ter". Sendo assim, o maior merecedor de um Oscar é o ator que interpreta um defunto, de olho fechado e sem se mexer. Passou de forma sublime a ideia.
- um simples amontoado de cenas, quase sem conexão umas com as outras, sem formar nenhum conjunto ou enredo, agora concorre ao Oscar de Melhor Roteiro Original. 80% das cenas ali contidas poderiam ser retiradas do filme, ou colocadas em outra ordem, que não fariam nenhuma falta para a história. Aliás, a pífia história poderia ser contada em um curta. Dos pequenos.
- uma armadilha de amontoados de cenas, nenhuma história, péssimas atuações e 2h15 do mais autêntico tédio concorrer a melhor filme? Só mostra que o Oscar perdeu grande parte de sua relevância há muito tempo. E hoje a lacração vale muito mais que a qualidade. Mas neste caso nem a lacração vem à tona ali. O filme é tão vazio, tão blasé, que nem pra isso ele serviu.
- para não parecer absolutamente mal humorado com o filme e suas indicações estapafúrdias, sua fotografia é belíssima e realmente merece a indicação e, a conferir, o prêmio. Mas melhor seria numa exposição fotográfica num museu, ou na internet, do que em 2h15. Pelo menos eu poderia escolher quanto demorar no "deleite".

O problema é que nessa onda de inteligentinhos, o filme deve abocanhar grande parte das estatuetas. Isso porque Hollywood é formado por gente que quer parecer inteligente, ainda que não seja. Sabe aquele povo que analisa o significado pós-moderno de um óculos deixado num canto de uma galeria de arte, para só depois descobrir que não era uma obra, mas um esquecimento (ou pegadinha) de alguém? Pois é. Essa é a turma que vota, e que se sente na obrigação de concordar que a roupa do rei está linda; mesmo tendo certeza de que o rei é chato, monótono, inexpressivo, entediante. E está nu!
Marcus F
Marcus F

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Excelente em direção, fotografia e atuação principal (ponto alto para o momento do parto).Quanto ao roteiro, achei bem morno, com pinceladas em temas já antigos (opressão, desigualdade social, machismo, etc), sem novas abordagens. Erro temporal: no momento em que comemoram o reveillon 70/71 é evidenciado o vinil tocando a trilha sonora de Jesus Cristo Superstar, filme que só foi lançado em 73 ;). Obs: detesto filme sem final; seja feliz ou trágico, pra mim tem que ter final, senão fica com cara de "aguardem a franquia".
Marcus B
Marcus B

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de janeiro de 2019
Um filme que não vai agradar a maioria dos espectadores. Uns poucos vão amar e muitos outro irão achá-lo fraquinho, estou no rol desse muitos.
Primeiro para sentir um pouco da imersão do contexto do filme, para que ele transmita aquela sensação nostálgica gostosa, quem está assisstindo deve ter experimentado os anos 70. Não é o meu caso. Para assistir Imaginei como vivia minha mãe que trabalhou de empregada doméstica nesse período, mas mesmo assim estamos falando de um filme que tem o México dos anos 70 como cenário. Por falar em cenário, esse sim agrada as locações são retratos fiéis dos anos 70, arquitetura e mobílias muito parecidas com as casas daquela década, inclusive da para perceber que era muito parecido com as casas de classe média brasileiras. Parece que estamos numa máquina do tempo, pois a fotografia maravilhosas e a película em preto e branco nos ajuda a sentir isso, porém a estória não me encheu os olhos, eu realmente achei fraca. No que depender da minha torcida leva o Oscar de melhor fotografia e só.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2019
México. Retrato social e histórico. Leve. Simples. Visual. Gravidez. Separação. Hierarquias. Lento. Bonito. Cocô de cachorro.
Igor Renato A
Igor Renato A

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de janeiro de 2019
Filme chato... muito longo, atuação sem sal dos atores, cena de nudez desnecessário.... sem começo meio e fim...
Patrick MN
Patrick MN

4 seguidores 22 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de maio de 2020
Tocante e sensível são os melhores adjetivos que podemos usar para "Roma", a multipremiada obra do mexicano Alfonso Cuáron. Este é o trabalho mais intimista do oscarizado diretor e roteirista.
Com uma bela fotografia, a história é centrada na empregada Cléo, vivida por Yalitza Aparicio. Logo em sua estreia Aparicio trás uma performance contida, mas consistente. O elenco é convincente, embora não conte com nenhum grande nome da sétima arte.
O trunfo de Cuáron nesta obra é nos levar para o cotidiano de uma família de classe média alta da Cidade do México no início da década de 70. A obra, aliás, é semiautobiográfica. Foi gravada no bairro Colonia Roma, na capital mexicana, na casa ao lado da qual o diretor cresceu.
Pessoalmente, ouso dizer que o longa está sendo um pouco super-estimado, uma vez que não é um triunfo dramático tão grande a ponto de nos acompanhar por dias a fio após ser assistido. Tão pouco trás uma mensagem que agregue algo em nossas vidas. Além disso, a protagonista é justamente a única personagem que não evolui ao longo da trama.
O ápice do filme está em seus últimos 40 minutos. Ali está a mina de ouro com belas cenas, embora não sejam memoráveis.
"Roma" é um bom filme, não resta dúvida. Porém, não podemos dizer que é o melhor trabalho do cara que já nos presenteou com filmes como "Filhos da Esperança" (2006) e "Gravidade" (2013).
Luis B.
Luis B.

7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de janeiro de 2019
Filme muito chato e muito longo. Só mostra um trecho da vida comum de uma família mexicana. Nem mesmo da fotografia, que foi tão elogiada, eu não gostei. É tudo filmado de muito longe. Também não vi justificativa para ser 100% em preto e branco. Não vale a pena o tempo.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2019
Cidade do México, 1970. A rotina de uma família de classe média é controlada de maneira silenciosa por uma mulher (Yalitza Aparicio), que trabalha como babá e empregada doméstica. Durante um ano, diversos acontecimentos inesperados começam a afetar a vida de todos os moradores da casa, dando origem a uma série de mudanças, coletivas e pessoais.
 
eu já tinha demorado bastante para ver esse filme pelo trailer não me animou muito mas depois de tantas críticas positivas e premiações resolvi dar uma oportunidade achei história bem bonita um sofrimento que parecia que a gente estava passando tudo junto com a personagem mas o final me decepcionou um pouco acho que pela história do filme poderiam ter feito um final melhor⭐⭐⭐
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