Após o encantamento com a morte da Bruxa Má por todo o reino, sua garota mais popular, Galinda (Grande) irá relembrar sua amizade com Elphaba (Erivo), uma garota antissocial e cheia de temores ao ter nascido verde e desprezada pelo pai, mas tida como escolhida pela mulher mais poderosa do reino de Oz, Madame Morrible (Yeoh), para se dirigir ao Maravilhoso Mágico de Oz (Goldblum) e ter acesso às escrituras sagradas.
Wicked é um filme surpreendente, principalmente pelo seu design de produção muito acima da média — teatral, caricato, mas muito bem conduzido, atuado e instigante. Figurino e maquiagem são um espetáculo; músicas e coreografias também estão boas. O roteiro é bem trabalhado e, tecnicamente, o filme é muito bom. Musical pode não ser o gênero favorito das pessoas — não é o meu —, mas mesmo para quem não gosta, ele funciona muito bem. 8/10
Wicked: Parte 1 é, sem exagero, um dos melhores filmes musicais que já vi — e não apenas por respeitar a obra original, mas por entender profundamente o que o cinema pode fazer com ela. O longa consegue o feito raro de ser extremamente fiel à peça da Broadway e, ao mesmo tempo, expandir sua força narrativa usando o poder cinematográfico a seu favor.
As músicas continuam sendo o coração da obra — e seguem absolutamente maravilhosas. Cada número musical é tratado como um evento, não só pelo impacto sonoro, mas pela construção visual, pelo ritmo e pela forma como a câmera participa da emoção, algo que o palco naturalmente não permite. O filme não apenas reproduz as canções: ele as reinventa em escala épica, sem jamais perder a alma do musical.
Visualmente, Wicked é um espetáculo à parte. Oz ganha vida de forma mágica, exuberante e simbólica, reforçando o contraste entre fantasia e manipulação política que sempre esteve no subtexto da história. O resultado é um filme que encanta os olhos, mas também convida à reflexão — exatamente como a obra original se propõe a fazer.
O grande destaque, no entanto, está na dupla protagonista. Cynthia Erivo e Ariana Grande formam uma parceria belíssima, cheia de química, contraste e verdade emocional. Cynthia entrega uma Elphaba intensa, vulnerável e poderosa, enquanto Ariana surpreende ao construir uma Glinda carismática, leve e gradualmente mais complexa. Juntas, elas sustentam o filme não apenas com talento vocal, mas com presença dramática e sensibilidade.
Wicked: Parte 1 é mágico — no sentido mais completo da palavra. Um musical grandioso, emocionalmente envolvente e tecnicamente impecável, que respeita sua origem teatral enquanto abraça o cinema como linguagem própria. Um espetáculo que prova que grandes musicais ainda podem emocionar, impressionar e permanecer na memória.spoiler:
IMPECÁVEL. Dá pra sentir que o filme foi feito por verdadeiros fãs. Cada detalhe (cenário, figurino, fotografia, músicas e até os diálogos) transborda paixão e cuidado.
Tudo é construído com intenção, respeito ao musical e amor pela história. Um começo poderoso, envolvente e emocionante.
Wicked é um musical clássico moderno que brinca com a ideia de que o bem e o mal nem sempre são o que parecem. Acompanhamos duas protagonistas em um processo de descoberta e transformação, conduzidas por músicas marcantes — com destaque para “Desafiar a Gravidade”, um dos grandes momentos do filme. A visão de Elphaba sobre o mundo de Oz é envolvente e cheia de sensibilidade. Um filme mágico, emocionante e que deixa uma expectativa enorme pela continuação.
Sensação de ter visto esse filme várias vezes, como se fosse uma velha fórmula. As músicas são apenas okay, as atuações idem. O design de produção é bem elaborado, assim também como os figurinos. Ponto negativo para os efeitos visuais do filme, um tanto mambembe.
Cara muito lindo o filme. Emocionante e o tempo passa tão rápido. Vc ri, chora, passa raiva e fica encantando em 2:30 horas. Empolgado pra ver a segunda parte
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