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“Wicked – A História Não Contada da Decepção”
Ô meu Deus… o que foi isso que eu assisti? Mano, sério… Wicked é o tipo de filme que te faz olhar pro relógio de 10 em 10 minutos e pensar: “por que eu ainda tô aqui?”. É um musical tão cansativo, forçado e sem alma que parecia castigo. Juro, eu achei que tava num musical da Disney de 3 horas sem fim — só que sem a parte boa da Disney.
Primeiro: não dá mais pra aguentar musical que acha que só cantar já é fazer cinema bom. Esse filme é um festival de gente cantando tudo o que pensa, até coisa que dava pra falar em 2 palavras vira uma ópera de 8 minutos. E as músicas? TOTALMENTE ESQUECÍVEIS. Nenhuma fica na cabeça, nenhuma arrepia. Só gritaria, nota esticada, e uma tentativa desesperada de parecer emocionante. Parece que a cada 5 segundos alguém grita uma nota aguda como se isso fosse sinônimo de talento.
E a história? Meu Deus, QUE ARRASTO! Tentam fazer um drama “profundo” da Bruxa Má de Oz, mas vira um monte de papo furado de aceitação, identidade, amizade que não convence ninguém. O filme quer ser emocional, mas é tão artificial que parece que foi escrito por uma IA tentando copiar os clichês de 15 musicais ruins. Personagem vai, personagem volta, drama acontece e você não se importa com NENHUM. É tudo tão “escrito pra lacrar” que perde qualquer naturalidade.
Agora o visual… não, não, NÃO! Quem foi o doido que aprovou esse CGI?? Tem cenário que parece tela verde de vídeo clipe de baixo orçamento! Um festival de cores saturadas, efeitos bregas e figurinos que parecem cosplay de feira. Até a maquiagem da Elphaba (a bruxa verde) parece mal feita em algumas cenas! Em 2025, com a tecnologia que a gente tem, entregar esse resultado é uma PIADA.
E os atores, coitados, tentam segurar esse roteiro vergonhoso, mas não tem carisma que salve. A química é ZERO, os diálogos são teatrais demais (no pior sentido), e você só pensa: "Quem teve a ideia de transformar isso em filme mesmo?". Era pra ser um espetáculo, virou um sonífero.
Wicked se leva tão a sério, quer tanto ser grandioso e importante, que esquece do básico: fazer a gente se importar. O filme tem tudo que irrita: é longo, arrastado, barulhento e vazio. Se fosse uma peça de teatro, ainda passava. Mas como cinema… meu amigo… é um musical sem mágica, sem graça e sem propósito.
Nota: 1/10 – Só não dou zero porque pelo menos acabou. Mas vou levar essa decepção comigo por um bom tempo