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Analu Kim
1 crítica
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4,0
Enviada em 9 de dezembro de 2024
Filme bom. Teve uma boa narrativa e creio que foi fiel ao musical. spoiler: A narrativa dos maus tratos aos animais e o plot da professora de feitiços foi bom, onde se acreditava que realmente tinha alguém conosco, mas apenas nos traiu, enquanto a pessoa mais insuportável, Glinda, conseguiu se infiltrar no mundo do mágico de Oz como "a bruxa boa" para no fim contar a verdade aos outros. Mas sempre vem a dúvida se ela realmente estava do lado dela, pois como vemos em todo o musical, Glinda costuma ser pomadista, uma pessoa que busca a aprovação alheia através de mentiras e distorção da realidade a seu favor. Talvez vejamos isso na parte 2, se Elphaba voltar de sua possível morte de alguma forma, visto que a bruxa má do oeste é uma criatura muito mais poderosa do que vimos em Mágico de Oz, onde ela é capaz de ler o livro de feitiços, uma coisa que, quem devia saber, era o mágico.
Wicked é simplesmente incrível. Musical de extrema qualidade, os figurinos escolhidos de forma impecável! Vale a pena assistir mais de uma vez. Vale ressaltar a excelência dos atores! Nota mil.
Gente é um filme incrível, vale muito a pena assistir, é engraçado e ao mesmo tempo dramático, esse filme tem uma lição muito importante para nos mostrar o filme parece simples mas ao mesmo tempo pode abordar temas como preconceito e esse tipo de coisa, as músicas são INCRÍVEIS ficam na sua cabeça e atuação da Ariana e da Cynthia estão impecáveis, visual do filme incrível, não vejo a hora de assistir novamente!!
O filme Wicked: Parte 1 (2024), dirigido por Jon M. Chu, apresenta uma adaptação visual impressionante do icônico musical da Broadway, mantendo sua essência emocional e temática. Baseado no romance de Gregory Maguire, que reimagina o universo de O Mágico de Oz sob uma perspectiva mais complexa, o filme combina música, fantasia e narrativa política em um espetáculo visual e sonoro.
Enredo e Narrativa
O filme cobre o primeiro ato do musical, concentrando-se no desenvolvimento da amizade entre Elphaba (Cynthia Erivo) e Galinda (Ariana Grande) enquanto ambas navegam pelos desafios em Shiz University e a intriga política em Oz. Elphaba, marcada por sua pele verde e talento mágico, enfrenta preconceito e descobre segredos perturbadores sobre o regime do Mágico (Jeff Goldblum) e sua conselheira, Madame Morrible (Michelle Yeoh). A trama aborda questões como opressão, corrupção política e o preço da integridade, enquanto constrói o caminho de Elphaba para se tornar a Bruxa Má do Oeste.
O roteiro, escrito por Winnie Holzman e Dana Fox, mantém os diálogos afiados e a fidelidade ao material original, enquanto se expande em nuances emocionais e políticas que dão profundidade ao universo de Oz. A abordagem humaniza Elphaba, transformando-a de antagonista clássica em uma figura trágica e empática.
Atuações
Cynthia Erivo entrega uma performance poderosa como Elphaba, capturando tanto sua vulnerabilidade quanto sua força intransigente. Sua interpretação de "Defying Gravity" é um dos momentos mais emocionantes do filme, encapsulando a jornada de autoafirmação da personagem.
Ariana Grande surpreende como Galinda, equilibrando momentos de humor com uma transição convincente para a maturidade emocional. A química entre Erivo e Grande é palpável, tornando crível o vínculo entre as duas personagens centrais.
Os coadjuvantes também se destacam, especialmente Michelle Yeoh como Madame Morrible e Jeff Goldblum como o Mágico, ambos projetando uma combinação de carisma e ameaça. Jonathan Bailey, como Fiyero, adiciona um charme despreocupado ao triângulo emocional.
Direção e Produção
Jon M. Chu demonstra habilidade em traduzir a grandiosidade teatral para o cinema, aproveitando ao máximo os recursos visuais e musicais. A direção aposta em cenários elaborados e efeitos visuais sofisticados, que criam uma Oz vibrante e ao mesmo tempo carregada de mistério. A cinematografia enfatiza o contraste entre as atmosferas de Shiz, o Palácio Esmeralda e os desertos do Oeste, refletindo a jornada interna de Elphaba.
As escolhas musicais mantêm a fidelidade às composições de Stephen Schwartz, com arranjos orquestrais exuberantes que dão nova vida a canções icônicas como "The Wizard and I" e "Defying Gravity".
Temas e Relevância
Wicked: Parte 1 não é apenas uma fantasia musical, mas uma narrativa sobre resistência contra a opressão e os perigos do poder desenfreado. A história de Elphaba ressoa com questões contemporâneas, como discriminação e manipulação política, tornando-a relevante para além de seu contexto fictício.
Crítica
Embora o filme impressione visual e emocionalmente, sua divisão em duas partes deixa a narrativa incompleta, com um clímax poderoso, mas abrupto. Isso pode frustrar espectadores que esperam um arco mais fechado. Além disso, alguns personagens coadjuvantes, como Nessarose (Marissa Bode) e Boq (Ethan Slater), têm desenvolvimento limitado, deixando espaço para mais exploração na segunda parte.
Wicked: Parte 1 é uma adaptação cinematográfica de tirar o fôlego, que respeita o material original enquanto amplia sua relevância. Com performances memoráveis, direção criativa e uma trilha sonora arrebatadora, o filme é uma celebração da complexidade humana e da magia do cinema. Apesar de sua estrutura incompleta, a obra prepara o terreno para um desfecho épico na segunda parte, deixando os fãs ansiosos pelo que está por vir.
Magnifico. Produção minuciosa e gloriosa. Erivo e Grande esbanjam carisma e charme representando os estereótipos da ambição e poder versus ser. Filme inclusivo para as diferentes minorias. Belíssimo. Não Perca!
Sinceramente, esperava mais um musical cansativo, mas a história por trás nos cativa e o melhor é a inversão dos personagens. Só eu que me apaixonei pela Bruxa Má? O auge sem dúvida é a música final, mas com todo reconhecido mérito o conjunto é incrivel: cenas, roupas, caracterização, trilha sonora. Ariana parece uma versão ultrapassada da Legalmente Loira, enquanto Cynthia alcança voos cada vez maiores. Nunca imaginei, mas já quero a segunda parte.
Simplesmente perfeito, muito divertido, cenografia espetacular, músicas maravilhosas, todos os atores entregaram um trabalho realmente muito bom, recomendo todos a assistirem.
O filme é muito bem, mesmo sendo um musical, para quem entende a obra e os musicais entende o porque do filme ser longo e ter a parte boa. Queria relembrar a ótima atuação e vocal da Cynthia e a Ariana, foi algo que surpreendeu as minhas expectativas. Para quem assistiu dublado, (que sabe e gosta de aproveitar a dublagem brasileira), deveria entender o quanto ficou incrível a dublagem da Myra e a Fabi, mesmo sendo a primeira dublagem da Fabi, foi boa. Os cenários e trilhas sonoras estão uma obra prima.spoiler:
A música desafiar a gravidade, que o final do filme, foi a segunda música que me fez chorar, de cena foi a de Ozdust, que foi tão silenciosa e teve uma emoção bastante grande, Cynthia deu o nome dela.
Amo musicais, mas o Wicked foi horrível. Talvez por conta da voz do dublador que de tão aguda explodiu meu ouvido. Me decepcionei porque achei que fosse um filme incrível e não tive essa experiência como a de muitos. Vou assistir legendado para ver se talvez o efeito seja diferente.
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