Bacurau
Média
3,9
1140 notas

203 Críticas do usuário

5
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anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 26 de janeiro de 2020
Péssimo enredo, péssima ideologia e história. Não se compara com excelentes filmes como Cidade de Deus, Central do Brasil, Carandiru ou Auto da Compadecida. Típico filme que nos lembra do cinema péssimo que tínhamos no início do século 20. Sangue e violência e demasia, além de sexo e nudez absolutamente desnecessários que nos remete às pornochanchadas, outra vergonha do cinema nacional. Quem elogiou este filme é porque provavelmente ainda não aprendeu a trabalhar e vive o sonho da ideologia, considerando um lixo destes como arte. É uma pena vermos nosso Nordeste, tão sagaz, forte, lindo e diverso tomado pelos pensamentos dessa minoria que tenta passá-lo como arte usando putaria e esquerda.
Zé Luiz
Zé Luiz

39 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2020
Sejam bem-vindos ao meu país Nordeste, a garra, a resistência, a sabedoria, a inteligência, a força de vontade, a empatia, a identidade cultural forte e viva, ao nosso sotaque arrastado e lindo de morrer, a nossas belíssimas paisagens e nosso amor pelo próximo. Assim é o povoado de Bacurau, onde o velho ditado popular, "mexeu com um, mexeu com todos" é notória e palpável. Kléber Mendonça já havia arrebatado meu pequeno coração com Aquarius (PERFEITO), mas dessa vez ele levou meu coração para perto dele com o Faroeste Nordestino, ele conseguiu ser mais Tarantino que o próprio Tarantino. Considero Coringa e Bacurau os melhores filmes que o tenebroso ano de 2019 nos presenteou. A tradição cultural e histórica de Bacurau enraizada num pequeno povoado utópico (modelo de cidade perfeita em que tudo é visto como normal) é surreal de se ver, mastigar e engolir. Somos resistência e a película mostrou exatamente como somos, "as coisas aqui não se resolve assim, não".
José R.
José R.

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de janeiro de 2020
Nada de novo, mais um filme nacional horrível!!! Não vale a perde tempo para ver isso!! Com tantas boas historias para ser contadas é uma pena gastar dinheiro para fazer uma porcaria dessa!!
Leandro  A.
Leandro A.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2020
Excelente filme brasileiro. Se junta a uma categoria de excelência de poucos como Cidade de Deus, Central do Brasil, Carandiru, Auto da Compadecida. Um filme que te faz refletir sobre o papel do brasileiro na sociedade, como nos tratam e somos visto pelo restante do mundo.
Jose M
Jose M

10 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de janeiro de 2020
Essa filme é a maior apologia ao governo Bolsonaro e sua política de liberação de armas ao cidadão que pode existir. No enredo, um povoado percebe que será atacado por americanos armados, e o que acontece? Eles chamam os bandidos da cidade pra defender a população! Há cenas de sexo ridículas (a mulher olha pro homem aí diz assim: 'Você quer foder?', e ele 'Tá bem', e começam, pura vergonha alheia); há cenas de nus totalmente desnecessárias (com atores idosos, uma total falta de respeito) e um filme se arrasta que dá sono. O enredo só se sustentaria se esse filme tivesse no máximo 1h20min. Há muitas cenas bestas, de dar sono. filme chato mesmo.
Gabriel Lobão
Gabriel Lobão

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2,0
Enviada em 8 de janeiro de 2020
Importante reporte histórico sobre a situação do interior do nordeste brasileiro. Porem, a parte disso, é um filme sem ponto, parece ter sido escrito por algoritmos que reúne a opinião de toda a bolha twitteira do Brasil, vários clichês bobos que estão lá só por estar, não somam nada a história, os próprios vilões são absolutamente fracos e sem sentido. Enfim, filme fraquíssimo. O cinema nordestino merece mais
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2020
Filme pra se perder o preconceito com o cinema nacional. Ótima história, crítica social que é um murro no estomago, direção impecável, fotografia belíssima, atuações ótimas muito naturais, parecem que os atores nem estão encenando, a ambientação também é fantástica. Filme BR pra ninguém botar defeito. Muito bom.
Thiago de Lemes
Thiago de Lemes

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de janeiro de 2020
Filme ruim e de péssimo enredo, os primeiros 30 minutos os diálogos entre atores mais parece algo de quem nunca fez teledramaturgia. Não vale a pena ficar na frente de uma televisão para ver, quiçá um cinema. Lixo Puro.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de dezembro de 2019
Que filme !,temos em Bacurau um filme de gênero que procura homenagear a riquíssima região do nordeste e ainda oferecer camadas sobre questionamentos políticos no Brasil.Bacurau é uma pequena cidade do sertão de Pernambuco que do nada desaparece do mapa e ainda cadáveres começam a aparecer fazendo com que a população se una contra quem vem causando isso.Uma mistura de tudo !,temos aqui um faroeste no sertão do nordeste e uma forte dose de trash/filme b e ainda coloca um pouquino de ficção que funciona tudo perfeitamente e tem como resultado uma grande alegoria com sangue brasileiro.A direção é do Kleber Mendonça Filho e co dirigido pelo Luciano Dornelles que também escrevem o longa,o filme como dito anteriormente abre espaço pro cinema de gênero sem deixar questões sociais de lado.De fato pode-se dizer que retrata um pouco o descaso das autoridades com seu povo e o privilégio a pessoas de fora além de tratar um pouquinho de preconceito de etinia e regional.Há também uma grande carta de amor a história dessa rica região brasileira com menções a fatos históricos,sem mais detalhes para não cair nos spoilers que aliás você deve fugir para reservar as surpresas.O primeiro ato do filme trata de levar o espectador para dentro da cidade e de cada abre mão de qualquer protagonista e foca na União do povo em geral que é o que importa,logo temos um segindo ato com muito sangue que mescla bastante o Western com pitada de Horror que funciona muito bem e nos brinda com muito mais sangue no terceiro ato que é um tanto quanto "Tarantinesco" que é sensacional.O elenco do filme está muito bem,temos a Barbara Colen que é o olhar de fora sobre Bacural,Sônia Braga tem uma boa participação,Udo Kier tem também seu tempo bom de tela e Thomas Aquino é uma surpresa com uma ótima atuação.Mas que rouba os olhares é Silvero Pereira que destrói como Lunga,é um personagem quase que de uma milícia que conta com uma crescente incrível até o terceiro ato que é um brinde.A par técnica é excelente a fotografia casa com o ambiente hostil,o uso da câmera é perfeito com uma suave movimentação e ângulos,efeitos práticos sensacionais e uma boa produção.Bacural é uma grande metáfora do sistema político brasileiro,é uma homenagem ao nordeste e une o cinema de gênero perfeitamente com muito gore,um faroeste brasileiro que flerta ainda com o horror.Filmão,um dos melhores do ano.
Sam Lowry
Sam Lowry

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2,0
Enviada em 31 de dezembro de 2019
Bacurau entrega uma fotografia impecável, marcada pelo majestoso bioma da caatinga. Utiliza cinematografia decente, embora não se possa dizer o mesmo especificamente do áudio, que é péssimo. As convincentes atuações de Thomas Aquino e Silvero Pereira são o que faz valer a pena assistir o filme. Sonia Braga cumpre o que dela se espera, porém Udo Kier não tem a mesma sorte, seu personagem Michael é unidimensional. O roteiro, que conta de maneira pouco criativa uma estória de spoiler: caçada humana
, tem o único mérito de ambientar-se no sertão. Acerta ao iniciar a narrativa de maneira arrastada, que ajuda a caracterízar um lugar onde o tempo passa devagar, assim como ao acelerar nas cenas finais de ação.

A dupla de diretores/roteiristas Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles parece mais preocupada em apresentar um panfleto político do que em contar a estória, e acabam sem fazer direito nem um nem outro. Sacrificam a coesão da narrativa ao introduzir diversos elementos: as desnecessarias, insistentes e variadas cenas de nudez, e os personagens prefeito Tony Jr. (Thardelly Lima) e o líder comunitário Plínio (Wilson Rabelo), que parecem existir apenas para dar dimensão política à obra. Entram no terreno político com o pé esquerdo, para dizer o mínimo, ao transformar em premissa a negação das multirracialidades brasileira e americana. A seguir, embarcam em sequencias de contradições: Ao mesmo tempo em que erguem barreiras entre os moradores de Bacurau e forasteiros, explicitam a total dependencia daqueles por produtos destres: de água a energia elétrica, de celulares à medicamentos. Recusam o armamentismo enquanto confiam nas armas para se libertar dos armamentistas.
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