A Forma da Água
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4,2
1870 notas

162 Críticas do usuário

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Fabiana M.
Fabiana M.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2018
Simplesmente incrível! Consegui me ver na descrição dos personagens: pessoa sozinha, trabalhadora, mas ainda sim feliz. Mas que, ao encontrar o verdadeiro amor, encontra sua linda essência de vida. Vou ver esse filme mais vezes, com certeza.
Igor S
Igor S

4 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2018
Bem trabalhado em todos os aspectos. O enredo base não é o mais original, mas consegue ser bem desenvolvido, os personagens apresentam profundidade e te convencem daquela história. O filme consegue trabalhar, romance, fantasia, humor, drama e ainda consegue deixar algumas críticas históricas e sociais. A trilha sonora entra nos momentos certos, e encaixa perfeitamente com a história. Nos quesitos técnicos, fotografia impecável,nada a reclamar, a direção artística está de parabéns, a criatura é realmente encantadora. Bom, "A Forma Da Água" flerta com muitos gêneros, mas não se encaixa perfeitamente em nenhum, o que não tira seu mérito.
Filipe N.
Filipe N.

28 seguidores 52 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2018
Fui para o cinema cheio de expectativas e acabei me decepcionando. O filme é mto correto e provavelmente vai levar o Oscar em várias categorias, mas tive a sensação de que faltou alguma coisa. A história não conseguiu prender e não transmitiu emoção suficiente. Ficou aquela vontade de que acabasse logo, sabe? A história de amor não convenceu. Faltou uma emenda melhor, foi tudo meio rápido demais, forçado e estranho. A história é interessante e poderia ser melhor explorada. Deixa mta coisa em aberto. Enfim, por incrível que pareça, achei o filme chatinho e solto demais.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Muito bem construído, tecnicamente muito bonito, bem dirigido, consegue passar sua mensagem, apesar que além do "casal" ele constróis outros bons personagens durante a trama (exceção da Octavia Spencer) mas não finaliza eles direito, no mais vale a pena.

Para critica completa no link abaixo:
http:// parsageeks.blogspot.com.br / 2018/02/cinema-447-forma-da-agua. html
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
13 indicações ao Oscar!
A FORMA DA ÁGUA (The Shape of Water

Escrito, dirigido e produzido por Guillermo del Toro, A FORMA DA ÁGUA chega como o grande favorito ao Oscar 2018. O longa está causando uma grande repercussão e eu estava ansiosíssimo pra conferir a mais nova obra tão badalada de Del Toro.

Acabei de sair do cinema arrepiado, com um frio na barriga, completamente impactado e emocionado. A FORMA DA ÁGUA não é somente o melhor trabalho de Del Toro até aqui, mas é também o melhor filme do ano (estamos no começo do ano e eu já afirmo com total certeza). Um filme lindo, impactante, emocionante, tocante, verdadeiro, leve, suave, gostoso, com todas as qualidades possíveis. Um filme que não se prende em rótulos, que flui de acordo com a imaginação de cada um, uma fábula, um conto, uma peça teatral, uma fantasia, uma poesia, uma passagem, tudo o que a sua imaginação buscar você pode colocar no filme.

É impressionante a forma como Del Toro conduz o longa, a forma como ele traça toda sua história, a maneira como ele escreve um roteiro original e encaixa em uma parte verídica da história norte-americana (a corrida espacial entre os EUA e a União Soviética nos anos 60). Esse é o filme que define completamente o Guillermo del Toro, com todas suas qualidades e suas características, com todos os seus ingredientes que já observamos em seus longas anteriores (como O Labirinto do Fauno). Um roteiro completamente coeso e muito bem amarrado, muito bem encaixado, onde podemos observar o cotidiano de Elisa (Sally Hawkins) entre seu trabalho e sua casa. Até o momento em que ela descobre a criatura presa no laboratório, é nesse exato momento que o filme cresce e ganha toda sua magia, nos conduzindo para um universo sublime e avassalador, com uma linda e tocante história de amor do mais alto escalão da história do cinema.

A FORMA DA ÁGUA é sublime e angustiante, é lindo e tenebroso, é mágico e espantoso, é um filme que consegue arrancar os nossos mais profundos sentimentos de alegrias e tristezas. Eu me prendi ao filme, me doei ao filme, me teletransportei para o filme, é como se eu pudesse vivenciar a história de Elisa. A magia que eu vivi na sala de cinema acompanhando esse filme é algo completamente esplêndido, completamente diferente de tudo que eu já passei. Toda trajetória de Elisa, a sua descoberta do verdadeiro amor, a forma como ela consegue observar a criatura e trazê-la para o mundo real, até mesmo suas comparações, uma vez que a própria Elisa também se considera um ser diferente (por todos os acontecimentos que ela passou em sua vida desde o dia em que nasceu), é algo completamente mágico e verdadeiro.

Del Toro colocou sua criatura no filme pra fazer o nosso cérebro parar, nos dar um choque de emoção, nos mostrar um história fictícia que podemos facilmente trazê-la para o mundo real. É completamente sublime e geniosa a forma como podemos facilmente classificar a criatura em questão, como um deus, um monstro, um ser fantasioso ou, até mesmo uma figura inexistente, algo da imaginação de Elisa. Tudo no filme te dá margens pra sua imaginação, é essa a magia de Del Toro, é essa a genialidade em questão. Você pode facilmente classificar Elisa como não-humana, pode facilmente encaixá-la como uma mulher-peixe, ou você pode se deixar levar pela sua imaginação e colocar a sua forma e sua interpretação. É completamente fantástico!!!

Não foi à toa que o longa obteve 13 indicações da academia, tudo funciona com a mais perfeita genialidade, com a maior riqueza de detalhes possível. A trilha sonora de Alexandre Desplat é completamente genial, maravilhosa, fantástica, é o casamento perfeito. Uma trilha sonora rica em detalhes, bem ajustada, bem encaixada, que nos imergia completamente na história, que nos passava a dimensão da magia em tela (belíssima indicação ao Oscar para Alexandre Desplat). Uma fotografia graciosa, delicada, com um tom esverdeado que ficou completamente estupendo. A direção de arte do filme é pra ganhar aplausos de pé, um trabalho incrível, uma perfeição de detalhes absurda. Podemos observar uns cenários muito bem encaixados pra época, com tudo muito bem montado, muito bem trabalhado, tudo funcionando perfeitamente, com uma ambientação incrível. A forma como Del Toro usa suas câmeras nas capitações de detalhes é esplêndido, com focos muito bem ajustados, com tomadas de cenas grandiosas que nos permitia observar o rosto e as expressões faciais de Elisa de uma forma magistral (merecedor do prêmio de Melhor Diretor).

Sally Hawkins está genial, está brilhantemente perfeita! Uma atuação forte, destemida, de uma entrega maravilhosa, um trabalho estupendo. Uma personagem muda que passa o filme inteiro sem dar uma palavra, que usa suas expressões com muita genialidade, que nos cativa e nos emociona somente com o olhar - SENSACIONAL! Sally Hawkins é a magia de Del Toro e entra muito forte na disputa pelo prêmio de Melhor Atriz do ano. É minha favorita e torcerei fervorosamente pra ela, apesar de todo favoritismo de Frances McDormand.

Temos ainda excelentes destaques no longa como Michael Shannon, que está maravilhosamente bem! Um personagem forte, impetuoso, agressivo, intrigante, machista, preconceituoso, sádico, que pode ser muito bem tachado como o vilão de Elisa. Um trabalho sensacional de Michael Shannon! Richard Jenkins que está indicado ao Oscar também entrega um ótimo trabalho. Ele funciona como o grande amigo de Elisa, ele a ajuda de todas as formas, até mesmo comprando a sua ideia de fuga com a criatura. Carismático, engraçado e muito bem em cena, Richard Jenkins completa a personagem de Sally Hawkins com muita grandeza. Octavia Spencer faz a amiga de trabalho e a confidente de Elisa. Gostei do trabalho entregue pela Octavia, ela está bem, ela se coloca muito bem em cena, tem seus momentos engraçados e dramáticos. Porém, achei bem normal, nada que justifique sua indicação ao Oscar. Gostei do personagem do Michael Stuhlbarg, acho que ele contribuiu muito bem pra trama. E como não destacar o trabalho de Doug Jones - simplesmente incrível. O grande amigo e parceiro de décadas de Del Toro, que dá vida aos seus inúmeros monstros.

Portanto: O mais novo trabalho de Guillermo del Toro é uma verdadeira obra de arte cinematográfica, uma belíssima obra-prima, uma pérola, uma obra poética. Nos entregando um final surpreendentemente magnífico, uma cena final aberta, que você pode interpretá-la da forma que você quiser - É INCRÍVEL! Fortíssimo candidato ao "Melhor Filme do Ano" e meu preferido com toda certeza.

"Brilha Del Toro, chegou a sua hora" [03/02/2018]
jrcampos
jrcampos

10 seguidores 54 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
Um conto de fadas do século XX! Excelente atuação da protagonista e de todos os coadjuvantes. Fiquei “grudado” no filme o tempo todo. Uma história mítica.
Adilson J.
Adilson J.

3 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
A essência do cinema está em The Shape of Water! Que mágico é este filme que arrisco (e profetizo, por quê não?) ser o vencedor de melhor filme do Oscar 2018! Simplesmente magnifico!
Vinicius L.
Vinicius L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2018
Certamente, é um belíssimo filme. O primor audiovisual marca toda a experiência no cinema. O romance traz questões importantes e críticas fortes, além de diversas homenagens e metalinguagens. Porém, há uma mancha que incomoda qual quer espectador mais atento no decorrer dos fatos, o roteiro. Certas decisões da história parecem ser trabalho mal feito do editor. spoiler: (todo o arco iniciado da doença do homem-peixe , na qual ele perde escamas e fica muito fraco, parece ser esquecido e não impactar em nada a história)
Além disso, durante vários momentos, as "regras" da fantasia de Del Toro parecem entrar em contradição. spoiler: (os poderes curativos do homem-peixe curaram a doença que estava o afetando? Quando é que estar fora da água é prejudicial? sempre? ou apenas quando causar tensão às cenas?)
O filme deixa infelizmente um ar de overrated, e decepciona bastante, mesmo sendo um belíssimo filme.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2018
Guilhermo Del Toro é um dos poucos cineastas atuais capazes de trazer uma história em tom fabulesco mesclado a um tema ou situações que refletem cruelmente nossa realidade. Diretor de obras marcantes como O Labirinto do Fauno e A Colina Escarlate, entre outras obras dignas de muita atenção, ele nos traz com A Forma da Água um misto de fantasia com romance e dramas que envolvem a auto-aceitação e o preconceito racial, étnico e social.

Logo nos primeiros instantes do longa já conseguimos notar essa mesclada de tons, do suave ao impactante, quando Del Toro mostra os hábitos matinais de sua protagonista – no caso, o ato de se masturbar em uma banheira – que funciona ao mesmo tempo para representar um desejo tão comum do ser humano, que parece ser tratado com reprovação por alguns – nisso, nos apresentando Elisa - vivida por Sally Hawkins, ela é uma mulher que perdeu a fala devido a um acidente na infância e, trabalhando na limpeza de um laboratório de pesquisas cientificas do governo norte-americano nos anos 60, acaba conhecendo uma estranha criatura (Jones), pela qual passa a se sentir atraída – mas os interesses em examinar cruelmente o ser pelo perigoso investigador Richard (Shannon), coloca em risco a relação de Elisa e, também, a vida do “Homem-Anfíbio”. Contando com a ajuda de seu amigo Giles (Jenkins) e de sua amiga de trabalho, Zelda (Spencer), Elisa começa a tramar um plano para libertar a criatura, que não pode ficar muito tempo longe da água.

Dentre a situação que poderia soar “absurda” para alguns – um humano se relacionando com um ser de outra espécie – o diretor (e também autor da ideia original e roteiro, junto de Vanessa Taylor) apresenta uma história que reflete diretamente inúmeros tipos de descriminação que nossa sociedade tanto exala – por isso, repare que todos os personagens tem problemas com relação à isso: Elisa é discriminada por não falar, a Zelda da sempre excelente Octavia Spencer é vitima do racismo – além de ser obrigada a aguentar o machismo que lhe é conferido em casa (pelo marido folgado) e no serviço – o Giles do também ótimo Richard Jenkins também precisa se “esquivar” do preconceito por sua orientação sexual e até mesmo o arrogante e (pasmem) preconceituoso Richard – em uma atuação formidável de Michael Shannon – também acaba sendo um sujeito vitima de um sistema injusto que a sociedade acaba impondo – afinal, ele é regido apenas por tentar ser bem aceito pelo general Hoyt (Searcy), que não hesita em afirmar que é necessário ser “mais do que decente” para trabalhar para o governo – algo que ocorre em outro grau com o personagem de Michael Stuhlbarg, um espião russo disfarçado de cientista, mas que não suporta ver as atrocidades contra a criatura capturada, indo contra seus princípios científicos – tudo isso, dando a cada personagem perfis bastante multifacetados, deixando-os bem longe de serem previsíveis em seus comportamentos e atitudes.

Mas nada disso seria crível caso o alicerce central do filme não funcionasse – e esse “alicerce” chama-se Sally Hawkins – vinda de papeis mais simples em filmes como Godzilla e Paddington, a atriz tem uma difícil missão: se comunicar e se expressar sem falar – algo que não é para qualquer ator – indo além da linguagem dos sinais, Hawkins demonstra com seus olhares e expressões faciais (além de seu corpo) toda a repressão que sofre e, ainda assim, o desejo de querer se libertar deste mundo opressor à ela – seu olhar ingênuo, mas que carrega a vontade de reagir contra os homens terríveis ao seu redor, é ainda eficaz para demonstrar seu fascínio pelo Homem-Anfíbio, que, ao contrário dos humanos, não a descrimina ou a deixa de entender por apenas ela não ser capaz de falar – afinal, não deixa de ser interessantíssimo como ela, que não fala, se torna a primeira pessoa a conseguir se comunicar com a criatura – que, vivida por um super maquiado Doug Jones, é um dos seres mais bem criados nos últimos anos em hollywood, principalmente, pelo fato da opção do diretor em exigir efeitos práticos, ao invés de recorrer ao pouco atraente CGI – lembrando um dos personagens de O Labirinto do Fauno, é claro.

Com um visual extremamente bem elabora em seu design de produção, a fotografia do filme também tira proveito direto para exprimir todo o tom triste que seus personagens passam – o apartamento de Elisa e Giles, acima de um cinema, com seus corredores escuros e paredes sujas, mesclados com uma sala de estar cheia de pinturas, que automaticamente expressam um desejo de mudar ou sair deste mundo – ou a concepção extremamente fria do grande laboratório do governo, sempre refletindo um tom de verde escuro que nos remete a insalubridade e, da mesma forma, o tanque onde a criatura se vê presa – tudo isso passando uma ideia de que água é algo necessário para melhorar tais “impurezas” – evidentemente, uma representação do amor – tal aproveitamento se dá também com o trabalho de efeitos sonoros, especialmente com os grunhidos do ser aquático ou para serem aplicados nos momentos de suspense – envolto da ótima e delicada trilha-sonora de Alexander Desplat.

São todos esses detalhes que mostram a riqueza criativa do diretor – conseguindo de maneira bonita, simpática (sem apelações) e emocionante transmitir como um sentimento como esse é tão banalizado por muitos – talvez isso, sendo o principal motivo de todas as discriminações étnicas, raciais e sociais que nos deparamos – mostrando que o amor existe e atua sob qualquer forma – tão essencial quanto a água para nos mantermos vivos, de fato. Poucas vez que uma fantasia soou tão real em um filme.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2018
Guillermo Del Toro é um daqueles poucos diretores do cinema mundial que tem o poder de me fazer assistir a qualquer um de seus projetos, dado ao grande talento que ele tem em contar histórias. E ele tem personalidade, e sempre imprime suas marcas em seus filmes, algo que cada vez mais esta se perdendo no cinemão hollywoodiano. Aqui, Del Toro mais uma vez nos brinda com uma ode surreal e fantástica acerca dos desajustados e excluídos socialmente. O tom de conto de fadas sombrio e cruel (marca registrada do cineasta), também se encontra aqui, mas de maneira mais onírica, eu diria. O enredo trata, de uma maneira muito superficialmente falando, sobre uma mulher muda que se apaixona por uma criatura marinha humanoide que está sendo estudada por cientistas. Claro que isso seria simplificar demais a história, mas não quero dar detalhes sobre o enredo, que traz algumas interessantes surpresas. A parte técnica do filme é realmente de encher os olhos. Tudo parece milimetricamente calculado. Nada soa descontextualizado. Cada frame, cada movimento de câmera, cada detalhe... tudo faz parte de um complexo emaranhado visual para captar as nuances da bela história que é contada. O texto é típico do estilo Del Toro. E o elenco é simplesmente sensacional! O que é a Sally Hawkins?!? Que atuação linda e sensível! Michael Shannon, Richard Jenkins, Michael Stuhlbarg e Octavia Spencer também estão excepcionais. É um filme envolvente desde o começo, mas que no seu ato final meio que perde o fôlego devido a alguns excessos que soam por demais artificiais, mesmo para um filme que preza pela fantasia. De qualquer forma, é um belo filme, que trata com naturalidade aquilo que é considerado fora do padrão. Um lindo filme, mas que acaba por deixar aquela leve impressão de superestimação.
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