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Douglas Ribeiro Guimarães
1 crítica
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1,0
Enviada em 18 de dezembro de 2025
Como pode ter pessoas que gostaram desse filme? E pior, a maioria gostou!! Sem sombra de dúvidas é o pior filme mais bem avaliado que já vi. Kkkk Porém, assistam e tirem suas próprias conclusões. Mais é ruim de mais...
Assisti "Três Anúncios para um Crime" e, cara, que filme! Dei 4/5 estrelas porque ele mistura drama, humor negro e tensão de um jeito que te prende. A Frances McDormand está absurda como a mãe que busca justiça, com uma raiva e dor que você sente na alma. Os personagens são complexos, ninguém é só "bom" ou "mau". A história te faz refletir sobre vingança e perdão, mas sem ser chata. Só não dei 5 porque o final me deixou querendo mais respostas. Vale muito a sessão!
Se a ideia do filme era fazer a gente sentir o que a mãe da vítima sente — aquela angústia sem fim de procurar um culpado — então acertaram em cheio. O final não entrega respostas fáceis. Pelo contrário: deixa a gente exatamente no lugar dela, tentando adivinhar, criando teorias, e jogando a dor em cima de quem parece se encaixar no perfil do "culpado".
O policial Dixon é retratado como um cara completamente desequilibrado, mimado pela mãe, e que só começa a mudar quando recebe um gesto de carinho e confiança do ex-chefe — quase como se fosse um pai. Isso transforma ele. E aí, olha que loucura: dois personagens cheios de traumas — ela, a mãe da garota assassinada, e ele, um policial frustrado querendo ser o herói que nunca foi — acabam se unindo na dor e na busca por justiça (ou redenção).
É um filme pesado, intenso, que te obriga a pensar. Não é feito pra quem espera uma história com começo, meio e fim bonitinho. É pra quem gosta de mergulhar fundo em questões psicológicas, emocionais e humanas. Mereceu sim o Oscar, e mais: daria uma baita série. Mas aviso logo — não é pra qualquer um. Tem que assistir com a mente aberta e o coração preparado.
Resumindo: sensacional. Crú. Profundo. Um soco no estômago.
"Combinação perfeita de roteiro, atuações e profundidade emocional; inesquecível." Martin McDonagh entrega um filme poderoso, que combina humor ácido e drama intenso para explorar luto, raiva e redenção. Frances McDormand brilha em uma atuação visceral, enquanto Sam Rockwell surpreende com a evolução de seu personagem. Com diálogos afiados, uma trilha sonora marcante e direção impecável, o filme revela as contradições humanas sem respostas fáceis. Oscar: Melhor Atriz (McDormand) e Ator Coadjuvante (Rockwell).Indicado a 7 Oscars, incluindo Melhor Filme e Roteiro Original.Vencedor de 4 Globos de Ouro, incluindo Melhor Filme - Drama.
Além das investigações do assassinato da filha de Mildred, o filme trata de outros temas sensíveis e importantes, que merecem uma reflexão por parte do telespectador. Em algumas partes, possui um tom “sarcástico”, mesmo diante de assuntos tão delicados.
Humor ácido, critico. Roteiro denso. Incrível como como esse filme ilustra a superficialidade e o egoísmo humano de maneira tão profunda. A mensagem que ficou muito clara para mim nesse filme é que; nem sempre uma pessoa é tão ruim ou tão boa quanto nós a enxergamos, elas só são oq podem ser. Pode ser que não temos razões para ser como somos, mas com certeza temos motivo.
Perdi 2 horas e pouca do meu tempo pra nada. Filme sem final construtivo. Não assista. O filme começa bem e acabar sem entender sem acharem o assassino.
O ritmo compassado do filme nos leva serenamente minuto após minuto tornando toda a experiência orgânica e deliciosa de vivenciar. Direto onde tem que ser e contemplativo na medida certa quando precisa nos colocar pra pensar. Senti que as quase duas horas passaram como uma brisa fresca em um dia de verão. O que não é suave, fresco e nem sereno é o tema central do filme; ciclos de ódio. spoiler: O filme nos faz odiar junto com a protagonista, nos coloca no banco do carona em sua jornada e tudo parece justificável e aceitável. Nos amamos odiar o policial racista até um certo ponto do filme, é bem nítido que a história coloca o policial obtuso e estourado como a personificação do que há de pior no sul dos país, mas aí, de forma genial, o filme começa a nos mostrar um pouco do lado humano desse vilão e um adorável cadáver destila palavras de afeto quase paterno em uma carta e, sem perceber, estamos gritando internamente para que esse policial racista fuja do fogo porque, diferente de como nos sentíamos no início, não queremos mais que ele morra. Por que o ódio deu lugar a compaixão? Quando foi que percebemos que ódio só gera mais ódio?
Ao final do filme, estamos irreconhecíveis. Adorando uma pareceria improvável entre a protagonistas e o suposto vilão e fazer isso com o espectador de forma tão pura é sim característica inegável de uma obra espetacular.
Que filme!! Repito: que filme. Que conteúdo! Tem história. Tem muita história! É muito, muito mais do que uma mãe atrás de justiça. Todos os atores estão em atuações extradionarias. Aquele filme que você torce para não terminar.
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