Quase 18
Média
3,7
245 notas

25 Críticas do usuário

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Amanda M.
Amanda M.

4 seguidores 310 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de abril de 2025
muito legal. me envolvi bastante com a protagonista e peguei as dores dela p mim kkk mas é bem legal
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 7 de março de 2025
Quase 18 é um filme estadunidense de comédia dramática de 2016, escrito e dirigido por Kelly Fremon Craig, que se insere com propriedade no gênero coming‐of‐age. Ao acompanhar Nadine, uma adolescente de dezessete anos que se vê constantemente marginalizada em seu ambiente escolar e familiar, o longa apresenta um retrato honesto e, por vezes, cru da turbulenta transição para a vida adulta.

A narrativa de Quase 18 centra-se na vida de Nadine, cuja existência é permeada pelo sentimento de exclusão e pela complexa rede de relações – desde o conflito com o irmão mais velho até a traição dolorosa da única amiga de infância. O enredo, embora siga alguns clichês inerentes aos dramas adolescentes, destaca-se pela forma como captura a ambivalência emocional típica dessa fase: a oscilação entre o humor ácido e a dor existencial. Essa abordagem permite que o espectador se identifique com as angústias e inseguranças do protagonismo, evidenciando uma autenticidade rara em produções destinadas ao público jovem.
A crítica aponta que, mesmo utilizando elementos narrativos familiares, o filme consegue, por meio de uma direção sensível, transformar situações cotidianas em momentos de profunda reflexão sobre o amadurecimento.

O desempenho de Hailee Steinfeld, que encarna Nadine, é o pilar fundamental da obra. Sua interpretação transita com naturalidade entre a rebeldia, a vulnerabilidade e a irritação – atributos que conferem à personagem uma verossimilhança ímpar.
Hailee Steinfeld: A atriz demonstra uma sensibilidade única ao retratar a complexidade dos sentimentos adolescentes, tornando Nadine simultaneamente cativante e frustrante, reflexo fiel das contradições internas da juventude.
Apoio do Elenco: Woody Harrelson, no papel do professor que se torna uma espécie de mentor, Kyra Sedgwick e Haley Lu Richardson oferecem atuações complementares que enriquecem as dinâmicas familiares e de amizade, conferindo profundidade aos conflitos expostos.
Especialmente o olhar crítico dos reviews destaca como a performance de Steinfeld eleva o material, proporcionando uma experiência emocionalmente impactante para o espectador.

O roteiro de Kelly Fremon Craig é um exercício de equilíbrio entre a leveza do humor e a crueza do drama.
Forças: O texto explora com destreza os dilemas existenciais da adolescência, abordando temas como a solidão, a busca por identidade e os conflitos familiares de forma honesta e, por vezes, irreverente.
Limitações: Ainda que o roteiro se apoie em situações que podem ser consideradas clichês – como a rivalidade entre irmãos e a traição da amizade, o tratamento dado a esses elementos revela uma intenção de aprofundar as nuances dos personagens, evitando a superficialidade e proporcionando uma reflexão mais madura sobre o crescimento pessoal.
Esses aspectos foram elogiados por críticos que ressaltaram a autenticidade do diálogo e a capacidade do roteiro em transformar conflitos cotidianos em momentos de significativa introspecção.

A direção de fotografia de Quase 18 complementa a narrativa ao adotar uma estética naturalista que dialoga com a temática do filme.
Estilo Visual: O uso de câmeras em mão e a paleta de cores quentes ajudam a traduzir visualmente a instabilidade emocional de Nadine, bem como a atmosfera intimista do ambiente escolar e familiar.
Contribuição para a Narrativa: Embora não se destaque por inovações técnicas radicais, a cinematografia cumpre seu papel de intensificar os momentos de introspecção e tensão, reforçando a sensação de realismo que permeia toda a obra.
Conforme apontam alguns críticos, essa abordagem visual confere ao filme um ritmo que, ao mesmo tempo que é discreto, intensifica a conexão emocional com o público.

A trilha sonora e a pontuação musical são elementos essenciais na construção da atmosfera emocional do filme.
Função Narrativa: A música atua como um elo entre os momentos de humor e de drama, acentuando as transições internas de Nadine.
Característica Emocional: Com uma seleção que mescla canções contemporâneas e composições instrumentais, o filme utiliza a sonoridade para refletir os altos e baixos do estado de espírito da protagonista, reforçando o sentimento de isolamento e a busca por pertencimento.
Essa integração entre som e imagem é elogiada por críticos que reconhecem na trilha sonora um componente vital para a imersão do espectador na experiência subjetiva da adolescência.

O desfecho de Quase 18 é marcado por uma resolução sutil e realista, que foge de finais excessivamente redentores ou simplistas.
Resolução dos Conflitos: Na conclusão, Nadine inicia um processo de reconciliação consigo mesma e com as pessoas ao seu redor – especialmente com a família e a amiga traída – sinalizando uma abertura para o amadurecimento, ainda que sem oferecer respostas definitivas.

O final é ao mesmo tempo agridoce e esperançoso, refletindo a natureza incerta da transição para a vida adulta, onde as cicatrizes emocionais permanecem, mas também indicam a possibilidade de crescimento.
Críticos apontam que, embora a conclusão possa parecer contida, ela encapsula de forma eficaz a mensagem central do filme: o amadurecimento é um processo contínuo, repleto de ambiguidades e pequenas vitórias.

Quase 18 se destaca como uma contribuição significativa para o gênero coming‐of‐age por sua abordagem honesta e multifacetada da adolescência.

Pontos Positivos:
- A autenticidade da narrativa e o retrato sem artifícios das dores e encantos da juventude.
- As atuações marcantes, em especial a de Hailee Steinfeld, que confere profundidade e credibilidade ao personagem central.
- Um roteiro que, mesmo recorrendo a alguns estereótipos, os subverte com camadas de complexidade emocional e humor inteligente.
- A integração harmoniosa entre elementos visuais e sonoros que intensifica a experiência emocional.

Pontos a Considerar:
- A previsibilidade de certos arcos narrativos pode, em alguns momentos, diminuir o impacto dramático pretendido.
- A dependência de clichês típicos do gênero, embora mitigada pela originalidade na execução, ainda é perceptível em determinados momentos.

No conjunto, Quase 18 é uma obra que consegue, com sutileza e sensibilidade, transmitir as angústias e os encantos da adolescência, convidando o público a refletir sobre a complexa jornada do autoconhecimento e da aceitação pessoal.

Em síntese, Quase 18 é um filme que vai além de uma simples comédia adolescente. Com uma direção segura e uma narrativa que equilibra com maestria humor e drama, a obra convida o espectador a se deparar com os conflitos internos e as incertezas inerentes ao processo de amadurecimento. Apesar de recorrer a alguns elementos já conhecidos do gênero, a autenticidade dos personagens e a sensibilidade com que os temas são abordados transformam a experiência em algo memorável e profundamente humano. Para aqueles que buscam um retrato verossímil e comovente dos desafios e das pequenas vitórias da adolescência, Quase 18 se apresenta como uma escolha imprescindível.
Mandy
Mandy

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de dezembro de 2022
O filme é muito fraco. Acho que a protagonista é chata, e eu assisti imaginando que viria algum tipo de aprendizado, não teve. As resoluções das relações complicadas da Nadine que deveriam salvar o filme são escritas muito superficialmente, as personagens são bem simples chegando a serem até desleixadas. É um filme chato e arrastado e não vale a pena perder tempo vendo. É péssimo, é tolo e ridículo, me arrisco a dizer que está no meu top 3 de filmes que menos gostei.
Tamara P.
Tamara P.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de outubro de 2021
Dilemas da adolescência como amizade, família, autoimagem, sexualidade, descoberta de si e do outro, tendo como plano de fundo as questões de aprendizado, na escola e fora dela.
Victória Santos
Victória Santos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de setembro de 2021
Eu tenho 17 anos e me identifiquei com muitas coisas q ela passou no filme, tem momentos q eu me coloquei no lugar dela e foi inevitável chorar. Fiquei tão triste por ela q achei q a única solução seria ela se matar para os problemas acabarem, mas ainda bem que no final tudo acabou bem
Gilmar JS
Gilmar JS

5 seguidores 72 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de junho de 2021
Um bom filme aonde mostra a transição da adolescência para a vida adulta. Já conheci bastante pessoas nessa fase na vida e com mais idade do que a personagem, realmente é complicado. O amadurecimento parece algo assustador no começo, mas com o tempo se transforma em algo libertador e com certeza necessário. A atriz consegue demonstrar isso em sua personagem, uma pessoa egocêntrica, mimada, aonde acha que o mundo gira em volta dela, destilando o ódio por onde passa e mesmo sem perceber, esse comportamento tóxico afasta qualquer pessoa que tente se aproximar dela e quando tem a sorte de encontrar alguém que a ature, no caso a amiga, é questão de tempo para ela se afastar também. Aqui cabe uma auto-reflexão da vida que se leva e se tudo que acontece é mesmo culpa dos outros. Acho que todo mundo tem a chance de mudar basta querer.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2021
Ok boomer, podemos afirmar agora que Hailee Steinfeld é uma grande atriz. Ela carrega o filme inteiro nas costas, o que podeira ter sido apenas mais uma comédia adolescente abobalhada nada com nada acabou sendo um dos filmes ''teen'' mais legais dos últimos anos, tudo quase que inteiramente por causa do talento da atriz/cantora. The Edge of Seventeen também tem outros atributos, o elenco de apoio, por exemplo, é muito bom. Enquanto Haley Richardson(que é a CARA da Zoey Deutch, fiquei achando que era ela no filme até ver a lista dos atores) não tem muito a fazer já que é um mero instrumento dramático do enredo mas ainda sim convence e entrega um atuação digna, quem consegue roubar a cena mesmo é claro Woody Herrelson. O experiente ator faz tudo que pode e mais um pouco com seu singelo personagem. O roteiro também é surpreendentemente bem elaborado para um filme desse tipo, trazendo situações e temáticas altamente relacionáveis. Enfim, no geral, achei esse um ótimo filme juvenil que tem mensagens positivas e um elenco carismático. O humor nem sempre funciona e os momentos dramáticos também não são muito calibrados, parecem meio fora de lugar, e o conflito central da trama vai ficando um pouco cansativo e implausível com o tempo, mas o carisma de Steinfeld compensa no saldo final. Ótimo!
Camilla Passoni
Camilla Passoni

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de setembro de 2020
MUITO RUIM. Nadine se acha vítima de tudo, muito sem noção. Ela é sem graça e SÓ RECLAMA o filme inteiro
Kamila A.
Kamila A.

7.939 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de março de 2020
O filme Quase 18, dirigido e escrito por Kelly Fremon Craig, é mais um daqueles longas sobre a difícil fase de amadurecimento que qualquer jovem passa no decorrer de sua adolescência.

A trama enfoca o olhar sob Nadine (Hailee Steinfeld), que começa a vivenciar um momento bastante difícil a partir do momento em que sua melhor amiga, Krista (Haley Lu Richardson), começa a se envolver com seu irmão mais velho, Darian (Blake Jenner).

Esta situação é o ponto de partida para uma crise pessoal para Nadine, em que ela terá a oportunidade, não só de se encontrar, mas, principalmente, de se reinventar. O bacana de Quase 18 é justamente acompanhar essa transformação, até mesmo em todas aquelas vezes em que Nadine enfia os pés pelas mãos.

Por isso mesmo, o grande destaque de Quase 18 acaba sendo a atuação de Hailee Steinfeld. Atriz indicada ao Oscar 2011, quando tinha apenas 14 anos, pelo filme Bravura Indômita; em Quase 18, ela confere para Nadine uma perspicácia que lembra muito o estilo de Jennifer Lawrence em algumas de suas atuações em filmes deste mesmo gênero.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2020
Ok boomer, podemos afirmar agora que Hailee Steinfeld é uma grande atriz. Ela carrega o filme inteiro nas costas, o que podeira ter sido apenas mais uma comédia adolescente abobalhada nada com nada acabou sendo um dos filmes ''teen'' mais legais dos últimos anos, tudo quase que inteiramente por causa do talento da atriz/cantora. The Edge of Seventeen também tem outros atributos, o elenco de apoio, por exemplo, é muito bom. Enquanto Haley Richardson(que é a CARA da Zoey Deutch, fiquei achando que era ela no filme até ver a lista dos atores) não tem muito a fazer já que é um mero instrumento dramático do enredo mas ainda sim convence e entrega um atuação digna, quem consegue roubar a cena mesmo é claro Woody Herrelson. O experiente ator faz tudo que pode e mais um pouco com seu singelo personagem. O roteiro também é surpreendentemente bem elaborado para um filme desse tipo, trazendo situações e temáticas altamente relacionáveis. Enfim, no geral, achei esse um ótimo filme juvenil que tem mensagens positivas e um elenco carismático. O humor nem sempre funciona e os momentos dramáticos também não são muito calibrados, parecem meio fora de lugar, e o conflito central da trama vai ficando um pouco cansativo e implausível com o tempo, mas o carisma de Steinfeld compensa no saldo final. Ótimo!
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